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Economia

5 aplicativos para estudar para concurso público

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5 aplicativos para estudar para concurso público
Ricardo Syozi

5 aplicativos para estudar para concurso público

Qualquer interessado sabe que as disputas por vagas nos concursos públicos são extremamente disputadas. Sendo assim, é importante estar na frente se preparando o máximo possível para as provas. Com a popularização dos smartphones, diferentes aplicativos para estudar para concursos foram lançados. Separei cinco opções interessantes; confira.

Índice

  • 1. Simulados App
  • 2. Biblioteconomia
  • 3. Acertei: Questões de Concursos em Games
  • 4. QConcursos
  • 5. Gran Cursos Online

1. Simulados App

aplicativo para estudar para concurso
Aplicativo da Simulados (Imagem: Tecnoblog)

Para ajudar na hora dos estudos, o app Simulados oferece mais de 40 mil questões divididas em categorias como Administração e Direito. Além disso, o usuário pode acompanhar o seu desempenho frequentemente pela aba do aplicativo. Dessa forma, é possível direcionar onde precisa melhorar.

Infelizmente, o sistema de gabarito não entrega exatamente todas as respostas das questões, forçando o estudante a ir atrás de onde errou especificamente. Tudo neste aplicativo para estudar para concurso é gratuito, porém há anúncios espalhados.

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2. Biblioteconomia

aplicativo para estudar para concurso
Aplicativo do Biblioteconomia (Imagem: Tecnoblog)

Permitindo que o usuário realize dezenas de simulados diferentes para se preparar, este aplicativo para estudar para concursos públicos tem opções distintas divididas em categorias. Há a possibilidade de focar em questões específicas, filtrar por palavras e ainda refazer aquelas que errou previamente.

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Além disso, pelo próprio app é possível encontrar editais abertos e todo um relatório pessoal para conferir o andamento de seu desempenho. Há anúncios espalhados entre os simulados, além de possibilidade de realizar compras internas para liberar mais testes para estudos.

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3. Acertei: Questões de Concursos em Games

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Acertei app
Aplicativo do Acertei (Imagem: Tecnoblog)

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Prometendo todas as questões das principais bancas dos últimos anos divididas nas 10 principais disciplinas, o Acertei é um app que tenta prender o estudante pela variedade. Tudo é agrupado em níveis de dificuldade e em fases. Dessa forma, há uma sensação de gamificação no desenvolvimento do usuário.

Há disputas online entre estudantes por todo o país que tentam elevar os estudos para uma competição saudável. Dessa maneira, cada concurseiro pode se focar em seu tempo, buscando melhorar sua pontuação aos poucos. Há anúncios e compras no aplicativo.

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4. QConcursos

QConcursos
Aplicativo do QConcursos (Imagem: Tecnoblog)

Este aplicativo para estudar para concursos traz recursos que funcionam tanto online quanto offline. Há simulados, questões individuais e até mesmo bate papo com professores e outros concurseiros. Provas como OAB, ENEM e vestibulares têm suas próprias seções no app.

Para os estudantes mais visuais, há vídeo aulas com bastante conteúdo, tudo gratuito. Você pode criar cadernos com os principais tópicos que deseja se focar, além de poder filtrar entre as categorias mais importantes de acordo com o concurso que tem intenção de prestar.

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5. Gran Cursos Online

aplicativo para estudar para concurso
Aplicativo do Gran Cursos (Imagem: Tecnoblog)

Há diversos cursos espalhados entre diferentes matérias populares em concursos públicos. O usuário pode estudar diretamente pelo conteúdo escrito ou fazer a assinatura para ter acesso às aulas em vídeos ou áudio. O Gran Cursos também oferece documentos em PDF para uma leitura offline do estudante.

Neste aplicativo para estudar para concursos, professores online estão disponíveis para tirar dúvidas. Há simulados, cronogramas e até mesmo salas particulares para até 10 pessoas em horários fixos. Porém, muito do que é oferecido está preso em um sistema de assinatura. A parte gratuita é mais direcionada aos textos e simulados.

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Estudar para concursos públicos não é uma tarefa fácil. Qual a sua estratégia favorita para se manter em dia e focado? Divida conosco nos comentários!

5 aplicativos para estudar para concurso público

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Economia

Planos acionam Justiça por ressarcimento com remédios fora da Anvisa

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Planos de saúde
Sophia Bernardes

Planos de saúde

Operadoras de  planos de saúde estão recorrendo à Justiça para cobrar despesas de medicamentos de alto custo de usuários. Elas se baseiam na Tese 990 do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que em 2018 mudou o entendimento da maioria dos Tribunais do país sobre a obrigação de as operadoras cobrirem medicamentos que não estavam registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas que estavam sendo prescritos pelos médicos a alguns pacientes, especialmente para tratamentos contra o câncer.

Além de questionar o pagamento dos remédios, as operadoras passaram a ingressar na Justiça pedindo a devolução dos custos referentes ao período em que os medicamentos estavam sem registro. O STJ, então, passou a determinar o ressarcimento aos planos de saúde, mesmo que os consumidores estivessem amparados por decisões judiciais anteriores que asseguravam a cobertura.

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Foi o caso do economista Cláudio Salm, ex-diretor do IBGE, revelado pelo colunista de O Globo Elio Gaspari, no último domingo (dia 26). Usuário da operadora de saúde Unimed durante 20 anos, Salm foi diagnosticado com um câncer de pulmão, e recorreu a um medicamento importado. Como o fármaco não estava na lista de medicamentos registrados na Anvisa, ele foi à Justiça e obteve uma liminar que lhe assegurava o direito de reembolso da operadora.

Meses depois, o remédio entrou na lista de remédios registrados no órgão regulador. Em agosto de 2019, Cláudio Salm morreu. A Unimed, então, ingressou na Justiça, cobrando R$ 176 mil.

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O processo de Salm transitou em julgado em 2020, após uma decisão monocrática do ministro Marco Buzzi, da Quarta Turma do STJ, e agora a operadora está fazendo a cobrança ao espólio do falecido. A defesa da família do economista não se pronunciou sobre o caso.

Medicamento de alto custo

A Unimed-Rio informou que deu início à cobrança após o entendimento do STJ sobre a legalidade de recusa da cooperativa em fornecer medicamentos sem registro na Anvisa. A operadora entende que é “legal o direito ao ressarcimento dos valores despendidos com o tratamento pelo período no qual a medicação não tinha autorização do órgão sanitário para ser utilizada no Brasil”.

Para o advogado Rafael Robba, especialista em Direito à Saúde do escritório Vilhena e Silva, a mudança no entendimento do STJ causou grande insegurança jurídica no mercado, já que havia uma decisão judicial para cada um dos paciente assegurando o pagamento dos medicamentos pelas operadoras.

“A decisão colocou os consumidores em uma arapuca. Esses consumidores, quando buscavam a Justiça, se apoiavam no entendimento de que, mesmo sem registro na Anvisa, as operadoras poderiam custear (os remédios). Depois que houve a mudança, o STJ não fez nenhum tipo de modulação sobre o tema, o que abriu espaço para essa cobrança das operadoras, colocando o consumidor em situação de extrema vulnerabilidade, porque são medicamentos de alto custo”, explica ele.

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Divergência de entendimento

Embora outros casos estejam chegando ao STJ, com pedidos de ressarcimento das operadoras contra os clientes, alguns processos também estão com recursos apresentados no Supremo Tribunal Federal (STF), que tem um entendimento diferente.

Em maio, o ministro Ricardo Lewandowki foi relator do caso de um paciente em tratamento de um mieloma — um tipo de câncer que afeta glóbulos brancos — que também havia obtido na Justiça o direito de cobertura de um medicamento não registrado pela Anvisa. O ressarcimento agora estava sendo cobrado pela operadora do plano de saúde.

Segundo o ministro, o usuário do plano de saúde não deveria ser obrigado a custear o tratamento realizado com o medicamento Revlimid no período que antecedeu o registro do fármaco na Anvisa. O ministro citou na decisão o direito constitucional à vida e à saúde, mas também a segurança jurídica, já que o entendimento era de que o plano deveria arcar com a despesa.

“Nem todos os casos chegam ao STF. Esperamos que o Supremo, em algum momento, mude esse entendimento. Com base nesta tese, as operadoras começaram a recorrer ao STJ, caso a caso, e este passou a julgar que elas poderiam cobrar dos consumidores, principalmente aqueles que receberam doses antes do registro na Anvisa”, avalia o advogado Rafael Robba.

Fonte: IG ECONOMIA

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