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Amazon vai abrir sua primeira loja física de roupas com provador tech

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Amazon vai abrir sua primeira loja física de roupas com provador tech
Bruno Ignacio

Amazon vai abrir sua primeira loja física de roupas com provador tech

A Amazon anunciou sua primeira loja física de roupas nesta quinta-feira (20). A chamada Amazon Style terá sua unidade piloto inaugurada no shopping The American at Brand, em Los Angeles, no final de 2022, ainda sem data definida. Mais importante, a empresa promete uma experiência de compra diferenciada, auxiliada pela tecnologia através de um aplicativo, QR codes, telas touchscreen e de um provador tech.

Conforme divulgado pela Amazon e explicado em vídeo no YouTube, esse app permitirá que o consumidor escolha um item, tamanho e cor e envie-o diretamente para um provador ou balcão de coleta. Além disso, a Amazon Style trará centenas de marcas de roupas conhecidas e populares, selecionadas por curadores de moda e pelo “feedback fornecido por milhões de clientes que compram na Amazon.com”. No entanto, a empresa ainda não as especificou.

As promessas continuam. Essas lojam devem oferecer o dobro de estilos das lojas convencionais de departamento, de acordo com a Amazon. Com o auxílio da tecnologia, os clientes não precisarão procurar manualmente pela cor e tamanho desejados. Para isso, basta digitalizar o QR code presente no cabide de cada peça através do Amazon Shopping App .

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Provador tech e app aprimoram experiência do cliente

Dentro do aplicativo, os consumidores poderão ver todos os tamanhos, cores, avaliações de clientes e outros detalhes das roupas escaneadas. Uma vez com todas as opções selecionadas, o cliente poderá enviar a peça diretamente para um provador ou para um balcão de coleta. Se precisar provar a roupa, o app vai direcionar você para uma de muitas salas numeradas, com os produtos escolhidos lhe aguardando lá dentro.

O cliente deve usar seu smartphone para abrir a porta do provador designado. Lá dentro, há uma tela touchscreen para buscar novos produtos. Se você quiser, poderá também pedir novos itens sem sequer ter que sair da sala . O app usa um algoritmo baseado em IA para recomendar mais roupas com base no que você já escolheu, visualizável no smartphone ou na tela do provador.

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Por fim, não é porque você está em uma loja física que não poderá comprar online. Os mesmo itens presentes na Amazon Style poderão ser adquiridos no marketplace da Amazon pelo mesmo preço. Os produtos digitalizados pelo QR code ficarão salvos em sua conta para você poder acessá-los também em casa. Como a primeira unidade será aberta somente no final deste ano nos Estados Unidos, ainda é incerto dizer se a Amazon pretende trazer essa novidade também para o Brasil.

Com informações: Amazon

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Facebook faturou R$ 158 milhões com anúncios falsos em quatro anos

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Facebook lucra com campanhas de desinformação
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Facebook lucra com campanhas de desinformação

Em cerca de quatro anos, o Facebook faturou ao menos US$ 30,3 milhões (cerca de R$ 158 milhões, em conversão direta) em anúncios realizados por redes de comportamento inautêntico coordenado – como campanhas de desinformação -, mostra um levantamento feito pela revista Wired.

Os números são referentes ao período entre julho de 2018 e abril de 2022, e as redes foram posteriormente derrubadas pelo Facebook. Margarita Franklin, chefe de comunicações de segurança da Meta, confirmou à Wired que a receita de anúncios não é devolvida mesmo se os anunciantes forem banidos por ferirem as regras da plataforma.

De acordo com a empresa, nem todo o montante veio de anúncios que, de fato, violavam as regras do Facebook. Parte do dinheiro veio de publicidade autêntica, mas realizada pelas mesmas organizações que foram derrubadas por participarem de redes de comportamento inautêntico coordenado.

Dentre os comportamentos inautênticos com os quais o Facebook vem lucrando nos últimos anos, estão páginas falsas que visam enganar os usuários e, em grande parte dos casos, campanhas de desinformação.

O levantamento da Wired também revela que mais de US$ 22 milhões dos US$ 30,3 milhões foram gastos por apenas sete redes de comportamento inautêntico. Uma única campanha global ligada a um grupo de mídia de direita anti-China rendeu US$ 9,5 milhões aos cofres do Facebook.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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