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Economia

Apesar do reajuste, salário mínimo no Brasil é o 15º na América Latina

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Costa Rica
Atanas Malamov / Unsplash

Costa Rica

Apesar do reajuste de 10,16% no início de 2021, o salário mínimo brasileiro de R$ 1.212 ainda ocupa apenas a 15º posição na América Latina, segundo levantamento do portal Metrópoles. 

O governo propôs pagar R$ 1.169, mas a disparada da inflação, que fechou o ano em 10,06%,obrigou o Ministério da Economia a aumentar o valor. O cenário ainda é reflexo da pandemia de Covid-19 que afetou o continente em especial. 

Com base na média semanal reconhecida Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), de 220 horas, o valor da hora de trabalho é de R$ 5,51.

Comparado com o dólar, o salário mínimo brasileiro equivale a cerca de US$ 224, com a hora de trabalho a US$ 1,01. Entre os 20 países da América Latina, só cinco ficam abaixo do Brasil:

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  • República Dominicana – piso salarial de US$ 205;
  • Nicarágua – US$ 125;
  • Cuba – US$ 79;
  • Haiti – US$ 74;
  • Venezuela – US$ 1,52.

A inflação na Venezuela subiu 686,4%de acordo com o Banco Central do país. Em 2020, foi de 2.959,8%. Atualmente, a hora trabalhada vale apenas US$ 0,006, com isso, a população precisa de 56 salários mínimos para comprar uma cesta básica, que custa em média US$ 340.

Na outra ponta, a Costa Rica lidera o ranking pagando mensalmente US$ 514. O valor da hora trabalhada é de US$ 2,33.

Veja a lista

  • Costa Rica US$ 514
  •  Uruguai US$ 434
  •  Equador US$ 425
  •  Chile US$ 420
  •  Guatemala US$ 405 
  • Paraguai US$ 329
  •  Bolívia US$ 314
  •  Argentina US$ 307
  •  Panamá US$ 290
  •  Honduras US$ 287
  •  México US$ 257
  • Colômbia US$ 252
  • El Salvador US$ 243
  •  Peru US$ 242
  •  Brasil US$ 225
  •  República Dominicana US$ 205
  •  Nicarágua US$ 125
  •  Cuba US$ 79
  •   Haiti US$ 74
  •   Venezuela US$ 2,17


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Economia

Aneel realizá leilão que prevê até R$ 15,3 bilhões em investimentos

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vai leiloar na próxima quinta-feira (30) 13 lotes de linhas de transmissão de energia. As empresas que obtiverem a concessão ficarão responsáveis por construir, operar e manter as linhas, que somam um total de 5.425 quilômetros e uma capacidade de 6.180 mega-volt-ampères (MVA).

O leilão vai ocorrer às 10h, na sede da B3, em São Paulo. Os contratos de concessão estão previstos para ser assinados em 30 de setembro, e as empresas vencedoras terão prazos de 42 a 60 meses para iniciar a operação comercial das linhas de transmissão. A Aneel prevê que os contratos de concessão gerem R$ 15,3 bilhões em investimentos, gerando de 31.697 empregos diretos.

Os lotes dos empreendimentos estão localizados em 13 estados: Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.

O lote de maior extensão e que deve gerar mais empregos é o de número 2, que corta os estados de Minas Gerais e São Paulo em um percurso de 1,7 mil quilômetros. O lote tem finalidade de expandir a capacidade de transmissão da região Norte de Minas Gerais e, se concretizado, deve empregar 9,8 mil pessoas.

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A disputa dos lances se dará pelo valor de Receita Anual Permitida (RAP). Quando houver mais de uma proposta pelo mesmo lote, vencerá a que propuser o menor valor anual de receita.

Os proponentes deverão depositar para a Aneel uma garantia de proposta no valor de 1% do investimento estimado, com prazo de validade igual ou superior a 120 dias após o leilão e renovável por mais 60 dias.

Para a assinatura do contrato de concessão, o proponente vencedor deverá substituir a garantia anterior por uma correspondente a 5%, 7,5% ou 10% do valor do investimento previsto, a depender do deságio oferecido no leilão.

Edição: Nádia Franco

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