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Política Nacional

Após enterro de mãe, Bolsonaro cancela agenda ao voltar para Brasília

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 A mãe do  presidente Jair Bolsonaro (PL), Olinda, de 94 anos, morreu na madrugada desta sexta-feira (21/1)
Reprodução

A mãe do presidente Jair Bolsonaro (PL), Olinda, de 94 anos, morreu na madrugada desta sexta-feira (21/1)

O presidente Jair Bolsonaro (PL) cancelou a agenda pública  que estava programada para esta segunda-feira (24/1), três dias após enterrar a mãe , dona Olinda, em São Paulo.

Bolsonaro deixou o Palácio da Alvorada no início da manhã desta segunda e falou brevemente com apoiadores. Em seguida, ele foi para o Palácio do Planalto, onde havia uma previsão inicial de compromissos.

O site do Planalto recebeu uma atualização durante a manhã que inseriu a mensagem: “Sem compromisso oficial”.

A Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) não informou a razão da suspensão dos compromissos.

A mãe do  presidente Jair Bolsonaro (PL), Olinda, de 94 anos, morreu na madrugada desta sexta-feira (21/1) . O próprio presidente comunicou o falecimento em suas redes sociais: “Com pesar o passamento da minha querida mãe. Que Deus a acolha em sua infinita bondade”, postou no Twitter. A causa da morte não foi divulgada.

Leia mais:  Michelle Bolsonaro sai em defesa do ex-ministro Milton Ribeiro

Abaixo a agenda que estava prevista para o dia 24/1

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

AGENDA DO SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLICA

24 de janeiro de 2022

segunda-feira

12h00 – 13h00

Pedro Guimarães, Presidente da CAIXA

Leia Também

Brasília/DF

15h00 – 15h30

Pedro Cesar Sousa, Subchefe para Assuntos Jurídicos da Secretaria-Geral da Presidência da República

Palácio do Planalto

15h30 – 16h00

Luiz Eduardo Ramos, Ministro de Estado Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República

Palácio do Planalto

16h30 – 17h30

Lançamento do Programa Nacional de Prestação de Serviço Civil Voluntário

Palácio do Planalto

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Política Nacional

Ciro diz que polarização pode criar um ‘estelionato eleitoral’ no país

Publicado

Ciro Gomes no Roda Viva
Reprodução/Youtube

Ciro Gomes no Roda Viva

Ciro Gomes , candidato do PDT nas eleições presidenciais, criticou a polarização política entre esquerda e direita observada atualmente no Brasil. De acordo com o pedetista, o país corre o risco de produzir um “estelionato eleitoral”.

“Se eu não conseguir salvar o Brasil desta absurda e despolitizada polarização, o aprofundamento dos ódios estará produzindo o maior estelionato eleitoral da história do Brasil”, afirmou. 

“Você vai ver o desastre se eu não conseguir salvar o Brasil”, completou o ex-governador do Ceará durante o programa Roda Viva, exibido na TV Cultura. 

Corrupção

Durante o programa, Ciro foi questionado sobre o fato de, mesmo tendo como um dos principais focos da sua campanha a luta anticorrupção com a intenção de atingir tanto Lula e Bolsonaro, os seus números nas pesquisas ainda estarem muito abaixo dos seus adversários nas eleições. 

Em resposta, ele lamentou o fato de alguns grupos estarem “relativizando” a corrupção no país com o intuito de continuarem apoiando tanto o candidto do PT, como o atual chefe executivo do país.

“Se você tem uma elite, intelectuais, cientistas, artistas, juventude, relativizando valores, essa sociedade está doente”, disse Ciro.

“Isso destrói uma nação. Bolsonaro e Lula são dois corruptos, dois corruptores, e nós estamos fazendo de conta que não estamos vendo isso”, completou o ex-governador. 

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Fonte: IG Política

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