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Internacional

Bento XVI é acusado de encobrir caso de padre pedófilo na Alemanha

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Papa Bento XVI
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Papa Bento XVI

Publicado nesta quinta-feira (20), um relatório independente acusa o papa Bento XVI de encobrir e não agir perante aos casos de  abusos sexuais contra crianças ocorridos na Igreja Católica da Alemanha. Segundo o documento, ele não teria impedido que um padre abusasse de quatro meninos.

No início do mês, um documento interno da Igreja Católica obtido pelo jornal alemão Die Ziet também havia apontado que o arcebispo de Munique e Freising de 1977 e 1982, Joseph Ratzinger — nome de Bento XVI — acobertou casos de abusos contra menores dentro da instituição na década de 1980. Ele, no entanto, nega que soubesse dos casos à época.

Os crimes envolvem o padre Peter H., que teria abusado de ao menos 23 meninos de 8 a 16 anos entre os anos de 1973 e 1996. Um decreto de 2016 da arquidiocese de Munique mostra que a instituição criticou o comportamento dos clérigos, incluindo o de Bento XVI diante dos abusos.

“Ele sabia dos fatos”, disse o advogado Martin Pusch, que fez parte das investigações. “Acreditamos que ele pode ser acusado de má conduta em quatro casos. Dois deles são relacionados a abusos cometidos durante a sua gestão e punidos pelo Estado. Em ambos os episódios, os perpetradores seguiram ativos no cuidado pastoral”, acrescentou, segundo a CNN norte-americana.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

Papa pede que povo ucraniano não seja esquecido

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Fiéis carregando bandeiras ucraniana na Praça São Pedro, no Vaticano
Ansa

Fiéis carregando bandeiras ucraniana na Praça São Pedro, no Vaticano

O papa Francisco fez neste domingo (26) um novo apelo para que o mundo não se esqueça do povo da Ucrânia, alvo de uma invasão militar promovida pela Rússia desde o dia 24 de fevereiro.

Após a oração do Angelus, o líder da Igreja Católica afirmou que “os bombardeios na Ucrânia continuam causando mortes, destruição e sofrimento à população”.


“Por favor, não nos esqueçamos deste povo atingido pela guerra, não o esqueçamos no coração e nas nossas orações”, declarou o Pontífice.

A Rússia lançou em 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que já matou mais de 4 mil civis, segundo a ONU, que alerta para a probabilidade de o número real ser muito maior.

Embora sem jamais criticar a Rússia diretamente, o Papa vem se posicionando claramente a favor da Ucrânia desde o início da guerra e já condenou em diversas ocasiões os massacres promovidos contra a população civil.

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Fonte: IG Mundo

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