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Bolsonaristas usavam chácara no DF para treino paramilitar

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PCDF/Divulgação

Material apreendido em chácara no Distrito Federal


Uma operação da Polícia Civil do Distrito Federal levou à descoberta de uma chácara usada pelos grupos “300 do Brasil”, Patriotas” e “QG Rural” – formados por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) – para reuniões e treinamento paramilitar . Segundo a investigação, esses grupos já fizeram protestos e ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF) na semana passada, informou o UOL.

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No local, a 22 quilômetros de Brasília, foram apreendidos materiais como fogos de artifício, planos de ação para manifestações, celulares, um facão, um cofre e conteúdos que seriam usados em manifestações.

“A gente acredita que esse acampamento era utilizado pelo grupo para reuniões e treinamentos, assim como naquele acampamento, na região de Rajadinha, onde que o grupo declarava fazer treinamentos paramilitares, de inteligência e outros”, afirmou o delegado Leonardo Castro, coordenador da Cecor (Coordenação Especial de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado), em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (22).

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De acordo com ele, algumas delegacias já investigavam crimes ligados a essas pessoas em redes sociais. “Os suspeitos já disseram que guardam armas e, durante a semana, declararam que na manifestação de domingo haveria uma grande surpresa para os governantes. Isso fez a polícia apressar a realização de buscas”, explicou.

Ainda segundo a polícia, o grupo teria se mudado para a chácara depois da desmobilização de outro quartel , identificado como Núcleo Rural Rajadinha, também no Distrito Federal. Lá, eles executavam serviços de inteligência para impedir que a polícia chegasse ao local. 

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Defesa de Milton Ribeiro pede anulação da decisão que autorizou prisão

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Pedido apresentado pela defesa Ribeiro pede anulação definitiva da decisão que culminou na sua prisão
Valter Campanato/Agência Brasil – 29/11/2021

Pedido apresentado pela defesa Ribeiro pede anulação definitiva da decisão que culminou na sua prisão

A defesa de  Milton Ribeiro apresentou ao desembargador federal Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), um pedido de anulação definitiva da decisão que determinou a prisão do ex-ministro da Educação na semana passada. Os advogados alegam parcialidade do juiz federal Renato Borelli, da 15ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal.

Os advogados de Ribeiro alegam que o magistrado deixou de agir com “a necessária isenção” e “sinalizou sua parcialidade” em uma prestação de informações a respeito da prisão do ex-ministro encaminhada ao TRF-1.

“Considerando que, ao ser instado a prestar informações sobre o andamento do feito originário, o Juízo Coator se excedeu e exerceu verdadeira, inaceitável e inadmissível defesa de seus fundamentos, como se parte fosse, exsurge, venia concessa, a imprestabilidade do referido pronunciamento ante a ausência da necessária isenção e imparcialidade do Julgador”, diz o pedido.

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Ainda de acordo com os advogados, “a imparcialidade do Magistrado é a primeira e talvez a mais importante garantia do processo penal democrático”.


Um inquérito aberto pela Polícia Federal apura a atuação de pastores lobistas na pasta durante a gestão do ex-ministro Milton Ribeiro, que chegou a ser preso preventivamente na semana passada, mas depois foi solto. O presidente, porém, não é alvo da investigação.

Na semana passada, durante a Operação Acesso Pago, além de ser preso preventivamente, Milton Ribeiro foi alvo de busca e apreensão e teve o sigilo bancário quebrado por ordem do juiz federal. Depois foi solto por decisão de Ney Bello, que deu uma decisão liminar. Por isso, agora pede um juízo definitivo sobre o caso.

A PF já tinha interceptado ligações telefônicas do ex-ministro. Em uma delas, em 9 de junho, ele contou à filha que conversou por telefone com Bolsonaro. Segundo Milton Ribeiro, o presidente disse na época achar que fariam uma busca e apreensão contra o ex-ministro.

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Fonte: IG Nacional

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