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Brasil tem 135 mil casos de Covid-19 em 24h; total de mortes é de 296

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Pandemia no Brasil
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Pandemia no Brasil

O Brasil registrou 135.080 novos casos de Covid-19 neste domingo (23), segundo o painel do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), que divulga diariamente os números da pandemia .

Com isso, o total de casos confirmados desde o início da pandemia foi a 24.044.255. O total de óbitos nas últimas 24h foi de 296, totalizando 623.097. Os números refletem o aumento exponencial da variante ômicron desde as festas de Ano novo no país.

Por “problemas técnicos no acesso às bases de dados”, segundo informou o Conass, o Distrito Federal, o Mato Grosso e Tocantins não atualizaram as estatísticas. 

A média móvel de casos está em 149.085, a maior desde junho de 2021. A de óbitos fechou o dia em 293, também acima dos números reportados recentemente.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Fiocruz defende aulas presenciais: ‘Escolas são seguras e essenciais’

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Atividades presenciais nas escolas não têm sido associadas a eventos de maior transmissão do vírus, diz Fiocruz
Muneer ahmed ok / Unsplash

Atividades presenciais nas escolas não têm sido associadas a eventos de maior transmissão do vírus, diz Fiocruz

Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou uma nota técnica reafirmando a importância da manutenção de aulas presenciais, resguardado o afastamento de casos positivos e de sintomáticos respiratórios.

O Grupo de Trabalho enfatiza que é necessário ter disponibilidade de testes para covid-19 na comunidade escolar e recomenda que seja dada prioridade à vacinação (doses de reforço) aos trabalhadores da educação.

Ainda de acordo com o documento, “situações identificadas como agravos associados à covid-19 devem ser referenciadas para as equipes de atenção primária à saúde, vinculadas a unidades básicas de saúde. Os pesquisadores ressaltam que as escolas são equipamentos seguros e essenciais, por serem promotoras e protetoras da saúde.”

De acordo com os pesquisadores, “decorrido todo este tempo de convivência com períodos de maior ou menor transmissão do Sars-CoV-2, pode-se afirmar que as atividades presenciais nas escolas não têm sido associadas a eventos de maior transmissão do vírus”.

Segundo o GT, “a detecção de casos nas escolas não significa necessariamente que a transmissão ocorreu nas escolas. Em sua maioria os casos são adquiridos nos territórios e levados para o ambiente escolar. Nesse sentido, a experiência atual, comprovada por estudos científicos de relevância, revela disseminação limitada da covid-19 nas escolas ”.

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O documento informa que em 21 de junho o Brasil apresentava 77,8% com ciclo completo de vacinação da população total e 85,5% para a população elegível acima de 5 anos. No entanto, somente 46% com ciclo completo (todas as doses de reforço) da população total e 55% da população vacinável com reforço acima de 12 anos.

Na faixa etária entre 5 e 11 anos, há 13.056.571 (63,69%) de crianças com a primeira dose e somente 7.967.345 (38,86%) com a segunda dose, números aquém do necessário para uma imunização coletiva completa.

Segundo os pesquisadores, essas informações revelam um maior risco para internação, gravidade e morte relacionadas aos não vacinados completamente.

A nota diz que, pelas características da doença, padrão de disseminação nas diferentes faixas etárias e efeitos da vacinação, é possível afirmar que a transmissão de trabalhadores para trabalhadores é mais frequente do que a transmissão de alunos para trabalhadores, trabalhadores para alunos ou alunos para alunos.

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Portanto, aconselham os pesquisadores, medidas de proteção devem ser adotadas em todos os ambientes escolares, com priorização das estratégias direcionadas à redução da transmissão entre trabalhadores (por exemplo: espaços de convívio e ênfase no rastreio de casos e contatos).

O documento lembra que o controle da pandemia resultou, em 2022, na retomada plena das atividades presenciais nas escolas , constatando as consequências e prejuízos pedagógicos e psicossociais da pandemia Covid-19. Assim, é imperativo buscar reconstruir as rotinas escolares e seus projetos pedagógicos. A nota afirma que, no atual momento epidemiológico, não são recomendadas novas interrupções das atividades escolares.

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Fonte: IG SAÚDE

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