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Saúde

Cães são capazes de farejar paciente com a Covid-19, aponta estudo

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cachorro olhando para frente deitado
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Cães conseguem rastrear Covid-19 por ao farejar saliva


Mais um estudo, desta vez realizado na Alemanha, dá força à ideia de que cães podem ser treinados para “farejar” rapidamente pessoas infectadas com Covid-19 .


Oito animais foram treinados pela Universidade de Medicina Veterinária de Hannover, pela Escola de Medicina de Hannover e pelas Forças Armadas Alemãs ao longo de uma semana. Os animais farejaram amostras de saliva de mais de mil pessoas, algumas infectadas com Covid-19, outras sadias. Ao final do treinamento, eles foram capazes de detectar as amostras com o vírus Sars-Cov-2 com 94% de precisão.

Cães já foram treinados com sucesso para detectar outras doenças, como câncer e diabetes. Os cientistas acreditam que eles farejam não o vírus em si, mas o odor de mudanças metabólicas causadas por ele no organismo do paciente.

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“Nosso trabalho anterior demonstrou que os cães podem detectar odores de humanos infectados com a malária com precisão extremamente alta – acima dos padrões de diagnóstico da Organização Mundial de Saúde”, diz o professor James Logan, chefe do Departamento de Controle de Doenças da London School of Hygiene and Tropical Medicine, que conduziu um estudo semelhante.

“Sabemos que outras doenças respiratórias , como o Covid-19, alteram o odor do corpo, por isso há uma chance muito alta de que os cães possam detectá-las. Essa nova ferramenta de diagnóstico pode revolucionar nossa resposta ao Covid-19 no curto prazo, particularmente nos próximos meses, e ser profundamente impactante”.

Segundo a Dra. Claire Guest, CEO e co-fundadora da Medical Detection Dogs, que trabalhou em conjunto com Logan, os cães não seriam usados para um diagnóstico oficial, mas sim em um processo de triagem.

“O objetivo é que os cães possam analisar qualquer pessoa, incluindo aquelas que são assintomáticas, e nos informar se precisam ser testadas. Isso seria rápido, eficaz e não invasivo e garantirá que os limitados recursos de teste de nosso sistema de saúde sejam usados apenas onde forem realmente necessários”.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid-19: Brasil tem 16,6 mil novos casos e 36 óbitos em 24 horas

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Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde divulgado neste domingo (26) mostra que o Brasil registrou, em 24 horas, 16.679 novos casos de covid-19.

No total, o país contabiliza 32.078.638 registros da doença. Destes, 792.581 (2,5%) seguem em acompanhamento, ou seja, são casos ativos.

As secretarias estaduais de saúde registraram 36 mortes por covid-19 em 24 horas. No total, a pandemia resultou em 670,405 óbitos no país.

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia de covid-19 no Brasil. Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia de covid-19 no Brasil.

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia de covid-19 no Brasil. – Ministério da Saúde

O número de recuperados é de 95,4% do total – 30,6 milhões de brasileiros são considerados curados.

O informativo mostra ainda que houve 161 óbitos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) nos últimos 3 dias. Há também 3.283 óbitos por SRAG em investigação, e que ainda necessitam de exames laboratoriais confirmatórios para serem relacionados à covid-19.

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (170.607), Rio de Janeiro (74.053), Minas Gerais (62,015), Paraná (43.654) e Rio Grande do Sul (39.968).

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Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (2.002), Amapá (2.140), Roraima (2.152), Tocantins (4.158) e Sergipe (6.356).

Vacinação

Até este sábado, foram aplicadas 449,9 milhões de doses, sendo 177,9 milhões referentes à 1ª dose e 160,7 milhões relativas à 2ª dose. Outras 93,1 milhões de doses dizem respeito à primeira dose de reforço, enquanto 8,9 milhões são da segunda dose de reforço. O painel registra, ainda, 4,1 milhões de doses adicionais. As vacinas de dose única – protocolo que já não é mais usado – foram 4,9 milhões.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Saúde

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