conecte-se conosco

Nacional

Carnaval de São Paulo transferido para abril? Prefeitura nega

Publicado


source
Carnaval de São Paulo transferido para abril? Prefeitura nega
Edson Lopes Jr/ Secom

Carnaval de São Paulo transferido para abril? Prefeitura nega

A prefeitura de São Paulo informou ao iG que o os desfiles das escolas de samba na capital paulista estão mantidos para o mês de fevereiro. Segundo a pasta, a data não deve ser alterada para abril por conta do aumento no número de casos de Covid-19 e Influenza na cidade. 

Em nota, “a Prefeitura, por meio da SPTuris, reafirma que os desfiles das escolas de samba de São Paulo estão mantidos para as datas acordadas com as entidades que representam as agremiações paulistanas. As regras sanitárias, definidas conjuntamente, foram aprovadas pela Vigilância Sanitária e os organizadores assumiram a responsabilidade de zelar para que sejam integralmente cumpridas”.

No dia 6 de janeiro,  o prefeito da cidade de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), anunciou o cancelamento do carnaval de rua de São Paulo por causa do avanço da Covid-19 na cidade. Apesar do cancelamento dos blocos de rua, Nunes manteve os desfiles das escolas de samba no Sambódromo do Anhembi, que devem acontecer nos dias 25, 26, 27 e 28 de fevereiro.

Leia mais:  Chuvas no Rio de Janeiro: cratera se abre em ponte de Maricá

“Por conta da situação epidemiológica está cancelado o Carnaval de Rua de SP. Nós vamos sentar com a Liga das Escolas de Samba para combinar um protocolo para a realização dos desfiles no sambódromo. Caso eles aceitem os protocolos, os desfiles serão mantidos”, disse o prefeito na ocasião.

Segundo apurado pela reportagem, as reuniões sobre o tema aconteceram durante esta e a última semana. O resultado foi a manutenção das datas para fevereiro.

publicidade

Nacional

MP denuncia pintores que mataram idosa e diarista no RJ

Publicado

source
Prisão do pintor William Oliveira Fonseca
Divulgação – 12.06.2022

Prisão do pintor William Oliveira Fonseca

O Ministério Público do Rio denunciou os pintores Willian Oliveira Fonseca e Jhonatan Correia Damasceno pelos crimes de latrocínio (roubo seguido de morte), extorsão qualificada e incêndio contra a aposentada Martha Maria Lopes Pontes, de 77 anos, e sua diarista, Alice Fernandes da Silva, de 51. De acordo com as investigações da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), a dupla havia realizado um serviço recentemente no apartamento de luxo, no Flamengo, na Zona Sul do Rio, e retornou ao imóvel no último dia 9, quando cortou o pescoço das vítimas e ainda queimou o corpo da patroa. Ambos estão presos temporariamente.

De acordo com a denúncia, ao qual O GLOBO teve acesso, o promotor Silvio de Carvalho Neto, da Promotoria de Justiça junto a 27ª Vara Criminal, na tarde daquele dia, Willian e Jhonatan saíram de suas casas, em Acari, na Zona Norte da cidade, e deslocaram-se até o Flamengo, com bonés e máscaras, “a fim de dificultarem suas respectivas identificações junto às câmeras que guarneciam o condomínio”.

Ao chegarem no prédio na Avenida Rui Barbosa, foram autorizados a subir no apartamento de Martha e recebidos na porta dos fundos pela diarista. Nesse momento, Willian partiu para cima da funcionária, a amordaçando e amarrando suas mãos com uma fita durex que estava na cozinha da residência. Jhonatan então direcionou-se a idosa, que estava sentada em seu escritório, aproximando-se por trás e dizendo: “Fica calma, só quero seu dinheiro”.

Willian amarrou as mãos de Martha com um lacre e as pernas com um lençol e também a amordaçou. Com as duas vítimas imobilizadas e com suas liberdades restritas, Jhonatan pegou um talão de cheques no quarto da idosa e a obrigou a preenchê-los e assiná-los. Na posse das folhas, ele se dirigiu a uma agência bancária, na Rua Marquês de Abrantes, e efetuou três saques de R$ 5 mil. Os dois fugiram após o crime.

Segundo o laudo de exame de necropsia, a causa da morte de Martha e Alice foi esgorjamento — lesão profunda que atingiu a garganta das vítimas e que foi provocada por ação corto-contundente, possivelmente uma faca. Em depoimento prestado na DHC, Jhonatan confessou participação no caso, mas responsabilizou o comparsa pela morte das vítimas.

Na denúncia, Silvio de Carvalho Neto também requereu a prisão preventiva dos pintores, já que, segundo ele, a liberdade de Willian e Jhonatan “representará fonte inesgotável de intranquilidade e insegurança para a sociedade e familiares das vítimas fatais”: “A liberdade deste indivíduo contribuirá para a descrença da comunidade local na Justiça e estimulará a reiteração de tais inadmissíveis condutas criminosas nesta comarca. Enfim, imperioso se faz garantir a conveniência da instrução criminal, de modo que os parentes das vítimas e demais testemunhas possam depor em juízo sem sofrer perturbações. Isso porque, ainda que o denunciado não a ameacem diretamente, a simples presença ao seu lado, no dia da audiência, já é suficiente para lhe causar insegurança capaz de macular o testemunho”, escreveu o promotor.

Leia mais:  Chuvas: governo de Pernambuco pede ajuda às Forças Armadas

Os cadáveres das duas mulheres foram localizados, por volta de 17h, por homens dos quartéis do Catete e do Humaitá do Corpo de Bombeiros. Eles foram acionados devido a um incêndio no apartamento onde estavam as vítimas. Pouco depois, uma faixa da Avenida Rui Barbosa chegou a ser interditada pela Polícia Militar, segundo o Centro de Operações (COR) da Prefeitura do Rio.

Continue lendo

Mais Lidas da Semana