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Destino dos famosos: os golfinhos e as falésias da Praia da Pipa

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A Praia da Pipa é o destino de Juliette, Camila Queiroz, Klebber Toledo e Mirela Janis
Reprodução / Instagram

A Praia da Pipa é o destino de Juliette, Camila Queiroz, Klebber Toledo e Mirela Janis

O Rio Grande do Norte é um dos principais destinos turísticos do nordeste, principalmente a cidade de Natal, capital do estado. No entanto, outras localidades igualmente belas atraem a atenção dos visitantes, não apenas pelas paisagens naturais, mas também pela oferta de festas e atividades noturnas. É o caso da Praia da Pipa, lugar que já foi visitado por famosos como Juliette, Camila Queiroz, Klebber Toledo e Mirela Janis.

A praia está situada na cidade de Tibau do Sul, distante cerca de 85 km de Natal. Tibau do Sul, na realidade, é um nome de origem indígena que significa “entre duas águas”, fazendo referência ao fato do município ser cercado pelo Oceano Atlântico e pela Lagoa Guaraíras. Além do esplendoroso mar azul, a região é rodeada por falésias, mas as autoridades recomendam cuidado ao passar por elas, devido à instabilidade das rochas. 


Para os mais aventureiros, existe a opção de realizar passeio de bugue, de barco, caiaque e até a cavalo. Caminhadas, trilhas e rally também são atividades que podem ser feitas em torno da Mata Atlântica. Outro destaque vai para o centro da vila: que carrega toda a estrutura e conforto para os visitantes. 

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Como chegar à Praia da Pipa

O aeroporto mais próximo é o Aeroporto Internacional Governador Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante. De lá o indicado é contratar um transfer, Uber, táxi, alugar um carro ou partir de ônibus. Passagens aéreas, saindo de São Paulo, custam em média R$ 1450,00.

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O que fazer em Tibau do Sul

Destino dos famosos: Praia da Pipa. Foto: Reprodução

Destino dos famosos: Praia da Pipa. Foto: Reprodução

Destino dos famosos: Praia da Pipa. Foto: Reprodução

Destino dos famosos: Praia da Pipa. Foto: Reprodução

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Destino dos famosos: Praia da Pipa. Foto: Reprodução


Praia do Amor

É uma das mais populares entre moradores e turistas, principalmente por estar aos pés de um grandioso Chapadão. Do alto da montanha, a orla tem formato de coração, o que inspirou o nome da praia. Além disso, as ondas fortes chamam a atenção dos surfistas. A Praia do Amor pode ser acessada de diferentes maneiras, conforme a época do ano. Na maré baixa, é possível chegar a pé por meio da Praia do Centro. Na maré alta, contudo, o acesso é feito apenas pela escadaria esculpida nas falésias. 

Baía dos Golfinhos 

Como o nome já indica, a Baía dos Golfinhos é o local ideal para quem deseja conhecer os mamíferos de perto. Entre acrobacias e saltos, os animais encantam os turistas. Mas é preciso se atentar à época do ano: apenas durante a maré baixa pode-se alcançar a praia. 

Praia do Madeiro 

As águas da Praia do Madeiro são mais calmas e tranquilas, por isso é o destino escolhido por famílias com crianças. É rodeada por falésias, natureza e mata nativa. A entrada pode ser efetivada de carro, van ou ônibus. 

Fonte: IG Turismo

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Museu subaquático em Cannes une arte e preservação da vida marinha

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Cannes Underwater Eco-Museum (Ecomuseu Subaquático de Cannes, em português)
Fotos de @jasondecairestaylor

Cannes Underwater Eco-Museum (Ecomuseu Subaquático de Cannes, em português)

O Cannes Underwater Eco-Museum (Ecomuseu Subaquático de Cannes, em português) , foi inaugurado em Cannes, França, em fevereiro de 2021. Financiado pela Mairie de Cannes e encomendado pelo prefeito, David Lisnard, o projeto levou mais de quatro anos para ser finalizado. 

Jason deCaires Taylor é o artista à frente das peças que ficam submersas no mar. O Ecomuseu Subaquático se torna o primeiro lugar que as suas obras são instaladas no Mar Mediterrâneo, apresentando uma série de seis retratos monumentais , cada um com mais de 2 m de altura e 10 toneladas de peso.

As estátuas ficam localizadas perto da ilha de Sainte-Marguerite , uma das ilhas Lérins, ao largo da costa de Cannes. As obras são colocadas a uma profundidade entre 2 e 3 metros, e descansam em áreas de areia branca, entre os prados de gramíneas marinhas posidonias oscilantes na parte sul protegida da ilha, atmosfera característica dos mares.

A pouca profundidade e a proximidade com a costa tornam o local facilmente acessível , e as águas cristalinas proporcionam condições ideais para a prática de Esnórquel (prática de mergulho em águas rasas com o objetivo de recreação, relaxamento e lazer).

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Inaugurado em um contexto de pandemia, este é o único museu que você pode acessar de forma socialmente distante, usando uma máscara de mergulho sobre os olhos em vez de uma máscara sobre a boca.

Os seis trabalhos colocados na água são baseados em retratos de membros locais da comunidade , abrangendo uma gama de idades e profissões, por exemplo, Maurice, um pescador local de 80 anos e Anouk, um aluno de nove anos da escola primária.

Cada rosto foi significativamente aumentado e secionado em duas partes, a parte externa se assemelha a uma máscara. O tema das máscaras se conecta com a história da Île Sainte Marguerite, bem conhecido como o local onde o Homem com a Máscara de Ferro foi aprisionado pelo rei Luís 14 no século 17.

“A máscara também é uma metáfora para o oceano: de um lado, ela mostra força e resiliência; do outro, fragilidade e decadência. Da terra, observamos a superfície, calma e serena, ou poderosa e majestosa, no entanto, abaixo da superfície está um ecossistema frágil e perfeitamente equilibrado, um que tem sido continuamente degradado e poluído ao longo dos anos pela atividade humana”, argumenta o artista em seu site.

Antes das peças serem colocadas no mar, a localização das esculturas era em uma área de infraestrutura marítima em desuso.

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Além disso, o projeto realizou uma limpeza significativa do local, removendo destroços marinhos como motores antigos e tubulações para criar um espaço para a instalação das obras de arte que foram especificamente projetadas, usando materiais de Ph neutro e aço inoxidável 316 , para atrair a fauna e flora marinhas, ajudando a área a rejuvenescer e florescer. A cada temporada, o museu vai ganhando novas formas e texturas, de acordo com a evolução de algas e outros seres marinhos no local. 

O local agora foi isolado de barcos, tornando-o seguro para mergulhadores e evitando danos por âncoras aos prados de ervas marinhas, área de habitat vital referida como os pulmões do oceano para a vasta quantidade de oxigênio que produz.

Como todos os seus projetos, Jason pretende chamar a atenção para o mar como uma biosfera frágil em urgente necessidade de proteção. Isso porque o artista tem outros museus subaquáticos de sua autoria espalhados pelo mundo, como o Museu de Arte Subaquática (Musa) , no México; Parque de Esculturas Submarinas de Molinere , em Granada; Museu Atlântico , na Espanha; Museu de Escultura Subaquática Ayia Napa (Musan) , no Chipre e o Museu de Arte Subaquática (Moua) , na Austrália. Além de outras instalações solos relacionadas ao ambiente aquático.

Para visitar o museu, é preciso de uma máscara de esnórquel, caso contrário não verá muito. Mas se não tiver, pode encontrá-los nos supermercados ou nas lojas próximas da região.

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Fonte: IG Turismo

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