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Disk Aglomeração cancela festas de “furões” do isolamento social

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A cidade do Rio, que lidera os números de infectados e de mortos no estado, registrou segundo último boletim divulgado, a marca de 50.430 mil infectados


Enquanto a pandemia da Covid-19 ainda é uma realidade no Rio de Janeiro, grupos ainda se reúnem para fazer festas , o que contraria as medidas de distanciamento sociais recomendadas para se evitar o contágio da doença.

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Para impedi-los, o Disk Aglomeração recebe denúncias dessas atividades. E, assim, neste domingo (21), um evento montado para mais de mil pessoas na Rua Parobi, no bairro Colégio, na Zona Norte, foi cancelado por agentes do Centro de Operações da Prefeitura do Rio (COR), bem como equipes da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) e da Polícia Militar.

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De acordo com informações do COR, a festa começaria às 17h e contaria com um grupo de pagode. Além de bandeirinhas de festa junina, foram postas na rua residencial mesas, cadeiras, espaço para DJ e barraca de venda de bebidas. Esta estrutura já foi desmontada.

A cidade do Rio, que lidera os números de infectados e de mortos no estado, registrou segundo último boletim divulgado, a marca de 50.430 mil infectados pelo novo coronavírus. Só na capital, já são 5.832 óbitos confirmados até o momento. Segundo dados da prefeitura, 301 pessoas foram infectadas nas últimas 24 horas pela Covid-19, e houve 41 mortes em decorrência do vírus no mesmo período.

No sábado (20), foi a vez de uma festa ser encerrada pela Seop num sítio da região de Guaratiba, na Zona Oeste. Agendado pelas redes sociais, o evento “Resistance” prometia 20 horas de festa com cobrança de entrada entre R$ 10 e R$ 20. A assessoria de imprensa da Seop ressaltou que aquela atividade era irregular por desrespeitar o isolamento social e não ter autorização para funcionar.

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“Com informações do setor de inteligência e de denúncias encaminhadas ao canal 1746 da Prefeitura, equipes da Seop, guardas municipais do Disk Aglomeração e policiais militares chegaram no endereço por volta das 16h30 flagrando a montagem da estrutura da festa (banheiro químicos, mesas e cadeiras e bebidas), que teria apresentação de DJs e paredão de led”, informou a Secretaria em um comunicado.

A proprietária da casa foi identificada, qualificada e notificada por infringir as normas de enfrentamento à pandemia da Covid-19.

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MP denuncia pintores que mataram idosa e diarista no RJ

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Prisão do pintor William Oliveira Fonseca
Divulgação – 12.06.2022

Prisão do pintor William Oliveira Fonseca

O Ministério Público do Rio denunciou os pintores Willian Oliveira Fonseca e Jhonatan Correia Damasceno pelos crimes de latrocínio (roubo seguido de morte), extorsão qualificada e incêndio contra a aposentada Martha Maria Lopes Pontes, de 77 anos, e sua diarista, Alice Fernandes da Silva, de 51. De acordo com as investigações da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), a dupla havia realizado um serviço recentemente no apartamento de luxo, no Flamengo, na Zona Sul do Rio, e retornou ao imóvel no último dia 9, quando cortou o pescoço das vítimas e ainda queimou o corpo da patroa. Ambos estão presos temporariamente.

De acordo com a denúncia, ao qual O GLOBO teve acesso, o promotor Silvio de Carvalho Neto, da Promotoria de Justiça junto a 27ª Vara Criminal, na tarde daquele dia, Willian e Jhonatan saíram de suas casas, em Acari, na Zona Norte da cidade, e deslocaram-se até o Flamengo, com bonés e máscaras, “a fim de dificultarem suas respectivas identificações junto às câmeras que guarneciam o condomínio”.

Ao chegarem no prédio na Avenida Rui Barbosa, foram autorizados a subir no apartamento de Martha e recebidos na porta dos fundos pela diarista. Nesse momento, Willian partiu para cima da funcionária, a amordaçando e amarrando suas mãos com uma fita durex que estava na cozinha da residência. Jhonatan então direcionou-se a idosa, que estava sentada em seu escritório, aproximando-se por trás e dizendo: “Fica calma, só quero seu dinheiro”.

Willian amarrou as mãos de Martha com um lacre e as pernas com um lençol e também a amordaçou. Com as duas vítimas imobilizadas e com suas liberdades restritas, Jhonatan pegou um talão de cheques no quarto da idosa e a obrigou a preenchê-los e assiná-los. Na posse das folhas, ele se dirigiu a uma agência bancária, na Rua Marquês de Abrantes, e efetuou três saques de R$ 5 mil. Os dois fugiram após o crime.

Segundo o laudo de exame de necropsia, a causa da morte de Martha e Alice foi esgorjamento — lesão profunda que atingiu a garganta das vítimas e que foi provocada por ação corto-contundente, possivelmente uma faca. Em depoimento prestado na DHC, Jhonatan confessou participação no caso, mas responsabilizou o comparsa pela morte das vítimas.

Na denúncia, Silvio de Carvalho Neto também requereu a prisão preventiva dos pintores, já que, segundo ele, a liberdade de Willian e Jhonatan “representará fonte inesgotável de intranquilidade e insegurança para a sociedade e familiares das vítimas fatais”: “A liberdade deste indivíduo contribuirá para a descrença da comunidade local na Justiça e estimulará a reiteração de tais inadmissíveis condutas criminosas nesta comarca. Enfim, imperioso se faz garantir a conveniência da instrução criminal, de modo que os parentes das vítimas e demais testemunhas possam depor em juízo sem sofrer perturbações. Isso porque, ainda que o denunciado não a ameacem diretamente, a simples presença ao seu lado, no dia da audiência, já é suficiente para lhe causar insegurança capaz de macular o testemunho”, escreveu o promotor.

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Os cadáveres das duas mulheres foram localizados, por volta de 17h, por homens dos quartéis do Catete e do Humaitá do Corpo de Bombeiros. Eles foram acionados devido a um incêndio no apartamento onde estavam as vítimas. Pouco depois, uma faixa da Avenida Rui Barbosa chegou a ser interditada pela Polícia Militar, segundo o Centro de Operações (COR) da Prefeitura do Rio.

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