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Filha de vereador da Bahia acusa pai de agressão: “Um assassino”

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rafaella carvalho
Reprodução / Instagram

Rafaella fez postagens no instagram denunciando a suposta agressão cometida pelo pai

O presidente da Câmara Municipal de Campo Formoso, no Piemonte Norte do Itapicuru, na Bahia, José Alberto de Carvalho , foi acusado de agressão pela filha Rafaella Carvalho, de 18 anos. A jovem usou as redes sociais neste domingo (12) para realizar a denúncia . No mesmo dia, ela registrou um Boletim de Ocorrência na delegacia contra o vereador que é conhecido na região como “Ze Lambão”.

“Hoje eu fui agredida, na verdade, eu esperava, né? Porque eu vivo há 18 anos vendo ele fazer isso com minha mãe. Porque ele é um monstro, ele sempre foi isso, ele é um lixo”, disse Rafaella nas redes.

A jovem esclareceu que o pai sempre teve um comportamento agressivo e que além dela, a mãe da estudante também foi vítima do vereador.

Em defesa do pai

A irmã paterna de Rafaella, Evellyn Souza , rebateu as críticas feitas pela irmã ao pai, e disse que “tem muitas histórias nos bastidores que não estão sendo contadas”.

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“A Rafaella é minha irmã paterna, sempre se mostrou uma pessoa traiçoeira e manipuladora desde a infância. Sempre me colocou em diversas situações com o intuito somente de me humilhar, me menosprezar. São vários os traumas que carrego até o dia de hoje. Rafaella já mentiu e mente muito”, contou Evenllyn.

A irmã paterna de Rafaella deixou claro que não apoia nenhum tipo de agressão e que “é triste ver tanta visibilidade em um caso como o de Rafaella”, que na visão de Evellyn, é uma mentira. A jovem finalizou dizendo que o pai é um grande homem. Até o momento, José Alberto de Carvalho não se pronunciou oficialmente sobre o caso.

Em um vídeo compartilhado no perfil de Rafaella , Simone, a mãe da jovem conta como se livrou do relacionamento com o vereador que ela categoriza como abusivo. “Hoje moro nos Estados Unidos por não querer ficar perto dele”. Ela também pede para que as pessoas não deixem que “o crime saia impune”. 

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MP denuncia pintores que mataram idosa e diarista no RJ

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Prisão do pintor William Oliveira Fonseca
Divulgação – 12.06.2022

Prisão do pintor William Oliveira Fonseca

O Ministério Público do Rio denunciou os pintores Willian Oliveira Fonseca e Jhonatan Correia Damasceno pelos crimes de latrocínio (roubo seguido de morte), extorsão qualificada e incêndio contra a aposentada Martha Maria Lopes Pontes, de 77 anos, e sua diarista, Alice Fernandes da Silva, de 51. De acordo com as investigações da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), a dupla havia realizado um serviço recentemente no apartamento de luxo, no Flamengo, na Zona Sul do Rio, e retornou ao imóvel no último dia 9, quando cortou o pescoço das vítimas e ainda queimou o corpo da patroa. Ambos estão presos temporariamente.

De acordo com a denúncia, ao qual O GLOBO teve acesso, o promotor Silvio de Carvalho Neto, da Promotoria de Justiça junto a 27ª Vara Criminal, na tarde daquele dia, Willian e Jhonatan saíram de suas casas, em Acari, na Zona Norte da cidade, e deslocaram-se até o Flamengo, com bonés e máscaras, “a fim de dificultarem suas respectivas identificações junto às câmeras que guarneciam o condomínio”.

Ao chegarem no prédio na Avenida Rui Barbosa, foram autorizados a subir no apartamento de Martha e recebidos na porta dos fundos pela diarista. Nesse momento, Willian partiu para cima da funcionária, a amordaçando e amarrando suas mãos com uma fita durex que estava na cozinha da residência. Jhonatan então direcionou-se a idosa, que estava sentada em seu escritório, aproximando-se por trás e dizendo: “Fica calma, só quero seu dinheiro”.

Willian amarrou as mãos de Martha com um lacre e as pernas com um lençol e também a amordaçou. Com as duas vítimas imobilizadas e com suas liberdades restritas, Jhonatan pegou um talão de cheques no quarto da idosa e a obrigou a preenchê-los e assiná-los. Na posse das folhas, ele se dirigiu a uma agência bancária, na Rua Marquês de Abrantes, e efetuou três saques de R$ 5 mil. Os dois fugiram após o crime.

Segundo o laudo de exame de necropsia, a causa da morte de Martha e Alice foi esgorjamento — lesão profunda que atingiu a garganta das vítimas e que foi provocada por ação corto-contundente, possivelmente uma faca. Em depoimento prestado na DHC, Jhonatan confessou participação no caso, mas responsabilizou o comparsa pela morte das vítimas.

Na denúncia, Silvio de Carvalho Neto também requereu a prisão preventiva dos pintores, já que, segundo ele, a liberdade de Willian e Jhonatan “representará fonte inesgotável de intranquilidade e insegurança para a sociedade e familiares das vítimas fatais”: “A liberdade deste indivíduo contribuirá para a descrença da comunidade local na Justiça e estimulará a reiteração de tais inadmissíveis condutas criminosas nesta comarca. Enfim, imperioso se faz garantir a conveniência da instrução criminal, de modo que os parentes das vítimas e demais testemunhas possam depor em juízo sem sofrer perturbações. Isso porque, ainda que o denunciado não a ameacem diretamente, a simples presença ao seu lado, no dia da audiência, já é suficiente para lhe causar insegurança capaz de macular o testemunho”, escreveu o promotor.

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Os cadáveres das duas mulheres foram localizados, por volta de 17h, por homens dos quartéis do Catete e do Humaitá do Corpo de Bombeiros. Eles foram acionados devido a um incêndio no apartamento onde estavam as vítimas. Pouco depois, uma faixa da Avenida Rui Barbosa chegou a ser interditada pela Polícia Militar, segundo o Centro de Operações (COR) da Prefeitura do Rio.

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