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Economia

Gestora de fundo lista 5 motivos para um 2022 melhor nas ações

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Gestora de fundo com alta de mais de 1.000% lista 5 motivos para um 2022 melhor
Felipe Moreno

Gestora de fundo com alta de mais de 1.000% lista 5 motivos para um 2022 melhor

2022 vai ser melhor que 2021 no mercado de ações. É o que acredita a gestora Brasil Capital, que viu o fundo cair quase 20% no ano passado – um resultado que a deixou bastante frustrada. Contudo, o saldo ainda é positivo: o BC FIC FIA ainda acumula alta de 1.298,9% desde que começou contra “míseros” 156,7% do Ibovespa.

Quem ganhou tanto sabe muito bem que existe oportunidade para ganhar mais, será que é a hora de aumentar a exposição em bolsa. “Dados os acontecimentos no ano de 2021 que culminaram com uma fraca performance dos ativos de risco no Brasil, a pergunta natural poderia ser: os ativos estão num patamar de preço atrativo?”, indaga a gestora.

Mas responder isso não é fácil. “A resposta para essa pergunta nunca é tão simples e objetiva quanto gostaríamos”, completa, levantando cinco pontos que dão a entender que a resposta, na verdade, é positiva.

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1º: P/L historicamente baixo

O primeiro ponto, que tem dado o que falar, é que o P/L do Ibovespa está no seu patamar mais baixo em 20 anos. “O Ibovespa encontra-se num nível de Preço/Lucro bastante descontado historicamente, como demonstrado no gráfico a seguir, sugerindo alguma margem de segurança desde que as premissas do mercado estejam corretas”, afirma a gestora.

Se as empresas estão lucrando bastante e o preço das ações está baixo, de grosso modo isso significa que esses papéis estão baratos. Se os resultados melhorarem e as ações não subirem, vai ficar mais barato.

2º: Crescimento projetado baixo

Uma década de crescimento baixo parece ter traumatizado o Brasil, e o Ibovespa reflete isso. “Atualmente o mercado projeta que o crescimento será de apenas 0,9% ao ano até a perpetuidade, o que nos parece extremamente baixo. É bastante comum os investidores, inclusive em mercados desenvolvidos, extrapolarem para a década seguinte o ocorrido na década anterior – caso Brasil”, destaca.

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Um crescimento de 0,9% é um patamar de crescimento muito, muito baixo. É um atestado de que o mercado acredita que o Brasil não vai dar certo nos próximos anos. Se o País tiver um desempenho melhor que esse, os resultados serão muito melhores.

Confira a lista completa em 1Bilhão , parceiro do iG.

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Economia

Dólar sobe para R$ 5,26 e fecha no maior valor desde fevereiro

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A possibilidade de os Estados Unidos entrarem em recessão fez o mercado financeiro ter um dia de nervosismo em todo o planeta. O dólar subiu e fechou no maior nível desde fevereiro. A bolsa de valores chegou a abrir em alta, mas perdeu fôlego no meio da sessão.

O dólar comercial encerrou esta terça-feira (28) vendido a R$ 5,266, com alta de R$ 0,032 (+0,6%). A cotação iniciou o dia em baixa, chegando a cair para R$ 5,19 na mínima do dia, por volta das 11h, mas reverteu a tendência durante a tarde, à medida que o pessimismo se consolidou no mercado internacional e local.

A moeda norte-americana está no maior valor desde 4 de fevereiro, quando tinha sido vendida a R$ 5,32. Nos últimos 16 pregões, o dólar subiu em 13. A divisa acumula alta de 10,79% em junho. Em 2022, recua 5,56%.

No mercado de ações, o dia também foi marcado pelo nervosismo. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 100.591 pontos, com queda de 0,17%. Apesar da alta de ações de mineradoras e petroleiras, o indicador não resistiu à queda nas bolsas norte-americanas.

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No início do dia, o mercado financeiro estava animado com o alívio nas medidas de lockdown contra a covid-19 na China. No entanto, a divulgação de que a confiança dos consumidores norte-americanos caiu para o menor nível desde fevereiro de 2021 trouxe pessimismo aos investidores, ao reforçar a expectativa de que os Estados Unidos podem entrar em recessão.

No Brasil, os investidores acompanham as negociações para elevar o valor do Auxílio Brasil para R$ 600. O receio do impacto da medida sobre as contas públicas afetou as negociações.

*com informações da Reuters

Edição: Bruna Saniele

Fonte: EBC Economia

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