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Economia

MPT abre inquérito para apurar denúncias de assédio sexual na Caixa

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Funcionária acusam Pedro Guimarães de assédio sexual
Isac Nóbrega/Presidência

Funcionária acusam Pedro Guimarães de assédio sexual

O Ministério Público do Trabalho no Distrito Federal vai apurar as denúncias de assédio sexual contra o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães. A chamada “notícia de fato” foi oferecida pelo procurador Paulo Neto.

Como Neto é o responsável por investigar casos relacionados ao tema, caberá a ele próprio fazer a análise preliminar das denúncias e dar seguimento às investigações. No documento, o procurador cita os relatos de funcionárias da Caixa revelados pelo portal “Metrópoles”. Não há prazo para que o MPT defina se prosseguirá ou não com as investigações.

As denúncias de assédio contra o presidente da Caixa foram abafadas pela instituição. De acordo com funcionárias, os casos envolvem ainda um vice-presidente da instituição.

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Até o momento, nem Pedro Guimarães e nem a Caixa se manifestaram sobre o caso. Nesta quarta, o presidente compareceu a um evento da instituição ao lado de sua mulher. Na ocasião, Guimarães discursou e afirmou que tem “uma vida inteira pautada pela ética”.

“Quero agradecer a presença de todos vocês, da minha esposa, acho que a mulher é muito cara, são quase 20 anos juntos, dois filhos, uma vida inteira pautada pela ética, tanto é verdade que quando o assumi o banco, o banco tinha os piores ratings das estatais, dez anos de balanço com ressalvas”, afirmou o presidente da Caixa.

Fonte: IG ECONOMIA

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Economia

Dólar sobe para R$ 5,09 com preocupações sobre China

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A divulgação de dados econômicos fracos sobre a China provocou instabilidade no mercado financeiro de países emergentes. O dólar disparou pela manhã, mas desacelerou ao longo do dia. A bolsa de valores iniciou o dia em baixa, mas reverteu o movimento, impulsionado por ações de varejistas.

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (15) vendido a R$ 5,092, com alta de R$ 0,018 (+0,35%). A cotação chegou a R$ 5,14 no início das negociações, mas a tensão diminuiu com a entrada de fluxos externos durante a tarde de investidores atraídos pelos juros altos no Brasil, o que permitiu que o câmbio se mantivesse abaixo de R$ 5,10.

Com o desempenho de hoje, a moeda norte-americana acumula queda de 1,6% em agosto. Em 2022, o recuo chega a 8,68%.

A volatilidade também afetou o mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 113.032 pontos, com alta de 0,24%. Pela manhã, o indicador chegou a cair 1,44%, após a divulgação de que a economia chinesa continuou a desacelerar. No entanto, a melhoria no mercado norte-americano durante a tarde e a alta de ações de setores ligados ao consumo trouxeram o índice para cima.

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A política de lockdowns imposta pelo governo chinês para combater a economia de covid-19 fez a economia do país asiático registrar forte desaceleração em julho. Além disso, o prolongamento da crise imobiliária tem afetado a retomada da segunda maior economia do planeta. Problemas econômicos na China afetam países exportadores de commodities (bens primários com cotação internacional), como o Brasil.

Por outro lado, fatores ligados à economia doméstica ajudaram a amenizar as notícias vindas da China. A perspectiva de que o ciclo de alta da taxa Selic (juros básicos da economia) tenha chegado ao fim tem atraído capital externo para o Brasil. Paralelamente, as ações de empresas ligadas ao consumo doméstico passaram a recuperar-se com a expectativa que a Selic comece a cair no próximo ano.

* Com informações da Reuters

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Economia

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