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Mulher vê gato minúsculo em beira de ponte e vai ao resgate

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O momento em que Nicole resgata a gata e a filhote em casa, confortável em uma cama quentinha
Nicole Toney

O momento em que Nicole resgata a gata e a filhote em casa, confortável em uma cama quentinha

Nicole Toney estava voltando para casa para o almoço, após um dia de trabalho, quando passou por uma ponte e notou algo que fez com que o coração disparasse. Na beira da ponte estava um filhote de gato.

Nicole já havia passado com o carro quando notou o gatinho, então deu a volta o mais rápido que poderia, torcendo para que o filhote ainda estivesse por ali quando ela voltasse. “Eu queria vomitar. Eu estava muito nervosa que ela não estaria lá quando eu retornei”, contou ela ao The Dodo.

Com medo de assustar o animal, ela parou o carro um pouco mais afastada e caminhou lentamente até ela, além de tudo, ainda estava um vento bem forte.

“Eu andei até ela devagar porque eu estava com medo de altura e eu estava com medo que ela fosse pular, e então eu só queria ter certeza de chegar bem perto dela para que eu pudesse colocar meu braço atrás dela para que se ela saísse da ponte, eu poderia tentar pegá-la”, disse. “Então eu agarrei a nuca dela e a imobilizei como as mamães gatas as carregam pela nuca”.

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Durante todo o resgate, a gata permaneceu imóvel, pois estava claramente apavorada. “Ela não assobiou, ela não arranhou. Acho que ela estava com muito medo de se mexer”, contou. “Ela meio que estava tipo, ‘OK, legal, alguém me tirou daqui’!”.

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@nicoletoney

When I say I was so scared I almost puked….

♬ original sound – Nicole Toney

Nicole ficou aliviada por ter conseguido tirar a gatinha daquela situação e ligou para o marido, para contar a história. O casal já tinha cinco cachorros e um gato, mas ela queria levar a gatinha para casa de qualquer maneira.

Nicole e o marido combinaram de conversar sobre o que fariam após o trabalho, mas essa conversa jamais aconteceu e eles simplesmente ficaram com a filhote, que recebeu o nome de Ducky – um trocadilho em inglês, por ela ser uma “pata de sorte”, por sobreviver ao perigo da ponte.

Antes de Ducky, já haviam dois gatos na casa, Nigel e Mabel, mas Mabel acabou desaparecendo e Nicole se sentia mal por Nigel ter ficado sem a irmã, então ela queria dar uma nova companhia a ele.

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“Ela se parece muito com [Mabel]”, disse. “Eu fiquei tipo, ‘Cara, nós definitivamente temos que ficar com ela!’. Eu me senti mal por Nigel não ter mais sua irmã e eu fiquei tipo, ‘Ela pode ser a irmã dele’”.

Ducky já está com a família há alguns meses e se adaptou muito bem a nova casa. Ainda está um pouco nervosa pelo que passou, mas se sente muito bem ao lado da família – até mesmo dos cachorros. “Ela é muito brincalhona, ela é doce – eu não acho que ela saiu totalmente de sua concha ainda”, completou.

Fonte: IG PET

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5 raças de cachorros pequenos: conheça as características de cada uma delas

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5 raças de cachorros pequenos: conheça as características de cada uma delas
Redação EdiCase

5 raças de cachorros pequenos: conheça as características de cada uma delas

Médica veterinária fala sobre os cuidados necessários com alguns cães de pequeno porte

Existem diversas raças de cachorros de pequeno porte, com características e necessidades específicas. Por isso, conhecer cada uma delas é importante para garantir que o pet seja bem cuidado e conviva em harmonia com a família.

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1. Maltês

Segundo a médica veterinária Mabel Vaz, essa raça é inteligente e afetuosa com o tutor. “São muito alegres e expressivos, qualidades que fazem deles maravilhosos cães de companhia. Eles são muito bonitos e elegantes por conta da pelagem, e são uma ótima companhia para quem mora em espaços pequenos. Seu pelo é longo e liso, e não precisa de tosa, apenas uma escovação diária. Muito alegres e agitados, eles sempre estão dispostos para brincar”, lista a médica veterinária.

Porém, esse cãozinho não gosta de ficar muito tempo sozinho. Precisa sempre estar perto de alguém, pois sua capacidade de interagir é grande. Ele convive muito bem com pessoas e outros animais. Possui muita energia e, consequentemente, exige a prática constante de exercícios para não se tornar um animal muito estressado.

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2. Buldogue Francês

“Excelente companheiro, sociável, alegre, brincalhão, carinhoso e inteligente”, descreve a veterinária Mabel Vaz. Para o Buldogue Francês, um pouquinho de exercício já é suficiente. Como ele é do tipo que tem focinho chato/curto, tem mais dificuldade para respirar quando pratica exercícios físicos.

Esse pequeno cachorro ama companhia e precisa estar sempre rodeado por humanos. Adora todos a sua volta, gosta de ficar no colo e brincar com as crianças. Essas qualidades fazem do Buldogue Francês uma excelente companhia.

3. Lulu da Pomerânia

Esse cachorro parece um bichinho de pelúcia! É encantador. Também conhecido como Spitz Alemão Anão, esse pet é bem calmo, tranquilo e gentil. A pelagem é bastante espessa, mas não exige tosa. Para manter os pelos saudáveis, é importante escová-los todos os dias.

O Lulu da Pomerânia é muito inteligente e alegre. Está sempre em alerta para qualquer perigo e observa todas as ações à sua volta. Pode se dar muito bem com crianças, desde que ele seja apresentado a elas desde filhote. É um cachorro muito ativo e, às vezes, pode latir muito.

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4. Pug

“São muito atentos e dóceis”, conta Mabel Vaz. Esse cãozinho é muito caseiro, adora ficar no colo e não late tanto à toa. O Pug não se dá muito bem com atividades físicas intensas. Por isso, é uma boa companhia para quem prefere ficar em casa, sossegado.

Assim como o Buldogue Francês, o Pug pode ter dificuldades para respirar e isso costuma gerar um ronco ofegante. É um animal inteligente e obediente. Está sempre de bom humor.

5. Pinscher 

“É muito afetuoso com o dono, mas não tolera facilmente os desconhecidos. Late furiosamente e dá o alarme ante o menor movimento suspeito”, explica Mabel Vaz. Eles são bem parecidos com a raça Chihuahua, por isso, muitas vezes são confundidos um com o outro. É um cachorro dócil e companheiro. Enérgico, ele adora latir.

É um cão que está sempre em sinal de alerta e desconfia de todos os estranhos. Por ter um temperamento eufórico, e devido ao seu tamanho, quem tem crianças em casa precisa tomar cuidado. Elas podem machucá-lo sem querer, e ele pode tentar revidar.

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Fonte: IG PET

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