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“Musa dos caminhoneiros” pede orações após grave acidente

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Reprodução Instagram

Aline Fuchter, a “musa dos caminhoneiros”

A caminhoneira Aline Fuchter, 31 anos, conhecida como “Musa das Estradas”, sofreu um grave acidente em Mato Grosso, no dia 13 deste mês e segue internada no Hospital Regional de Cáceres, a 220 km de Cuiabá. Além de publicar a foto do caminhão totalmente destruído, ela ainda postou um vídeo nas redes sociais falando do seu estado de saúde.

“Hoje faz nove dias que estou no hospital. Estou com o braço e a perna quebrados. Coloquei um dreno do tórax. Queria ter saúde no momento, por isso, peço que rezem por mim, para eu sarar logo”, disse. Continua após a publicidade

Na sexta-feira, 21, ela publicou uma imagem nas redes sociais que mostra o caminhão que ela conduzia destruído.

Na imagem, é possível ver que a maior parte da estrutura que compõe o lado do motorista, onde Aline estava no momento do acidente, ficou destruída. A caminhoneira ainda afirmou ter tido várias fraturas e relatou como é complicado o seu estado.

“Ainda estou em um hospital em Mato Grosso. Estou toda engessada. Para ir no banheiro é difícil, para conversar é difícil, ainda estou anestesiada. Só queria ter saúde nesse momento. Peço muito a vocês que orem por mim”, disse.

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Nacional

PGR diz que sugestões da Defesa sobre urnas eletrônicas são legítimas

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Ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira
Billy Boss/Câmara dos Deputados

Ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira

A Procuradoria-Geral da República (PGR) encaminhou uma manifestação nesta quarta-feira para o Supremo Tribunal Federal (STF) em que classifica como legítima a atuação do  Ministério da Defesa ao encaminhar sugestões ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o funcionamento das urnas eletrônicas e do sistema eleitoral.

O parecer foi dado em uma ação em que um advogado pede investigação e acusa o general Marco Antônio Freire Gomes, o brigadeiro Carlos de Almeida Baptista Junior e o almirante Almir Garnier Santos de supostos crimes de terrorismo e de tentativa de “abolir o Estado Democrático de Direito, impedindo ou restringindo o exercício dos poderes constitucionais”.

Segundo o autor do pedido, as Forças armadas lançariam mão de “ameaças veladas e às vezes abertas” às eleições. O caso está com a ministra Rosa Weber, que solicitou a manifestação da PGR.

No parecer assinado pela vice-procuradora-geral da República, Lindôra Maria Araújo, o pedido de investigação não deve ser acolhido, e representa um “possível inconformismo particular à atuação, em princípio, legítima do Ministério da Defesa”.

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“Com a devida venia, qual terrorista ou transgressor da ordem democrática identificar-se-ia ao presidente do TSE em documento oficial com sugestões para o alegado aprimoramento e a ampliação da transparência do sistema de votação?”, diz Araújo.

“Para mais, não se vislumbra indícios de materialidade e de autoria no fato de, por meio de expediente teoricamente subscrito por Ministro da Defesa, as Forças Armadas não se sentirem “devidamente prestigiadas” ou no fato de Paulo Sergio Nogueira afirmar que “secreto é o exercício do voto, não a sua apuração”.

Segundo a PGR, “o Ministro da Defesa não tenta nem ameaça abolir a urna eletrônica ou o método empregado nas últimas eleições, mas sim propõe diretamente ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral medidas aditivas sob o pretexto da melhoria da apuração”.

As Forças Armadas foram convidadas em 2021 pelo ex-presidente da Corte Eleitoral, ministro Luís Roberto Barroso, a integrar o Comitê de Transparência das Eleições (CTE). 


Isso ocorreu diante da insistência do presidente da República Jair Bolsonaro questionar, sem provas, a confiabilidade das urnas eletrônicas, usadas há mais de 20 anos nas eleições do país sem qualquer caso de fraude comprovado.

Desde o início do ano, o ministro da Defesa e o presidente da Corte Eleitoral, ministro Edson Fachin, têm trocado uma série ofícios. O general Paulo Sérgio Nogueira Oliveira tem cobrado que o TSE acate as sugestões feitas por militares. 

Em um documento enviado no dia 10 de junho, o ministro disse que as Forças Armadas, convidadas a participar da comissão, não se sentiam prestigiadas e cobrou medidas para eliminar divergências.

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Fonte: IG Nacional

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