conecte-se conosco

Saúde

Ômicron: França flexibiliza restrições sanitárias no país

Publicado


source
as pessoas poderão voltar a consumir pipoca dentro dos cinemas e o uso de máscaras não será mais obrigatório ao ar livre
Reprodução: ACidade ON

as pessoas poderão voltar a consumir pipoca dentro dos cinemas e o uso de máscaras não será mais obrigatório ao ar livre

A França comunicou nesta quinta-feira (20/1) que vai flexibilizar as medidas de isolamento impostas em dezembro por causa do surto provocado pela variante Ômicron do coronavírus. O motivo, é que a situação geral da pandemia no país está melhorando, segundo o primeiro-ministro, Jean Castex.

A partir de 2 de fevereiro, casas noturnas poderão reabrir, não haverá limites de público em eventos abertos de esportes e entretenimento, as pessoas poderão voltar a consumir pipoca dentro dos cinemas e o uso de máscaras não será mais obrigatório ao ar livre.

Em uma segunda fase, os protocolos criados nas escolas, que entre outras coisas exigem que as crianças usem máscaras durante as aulas, poderão ser relaxados. Castex encorajou os pais a vacinarem crianças de 5 a 11 anos e disse que os menores de 12 a 17 anos agora poderão receber a dose de reforço.

O passaporte da vacina entrará em vigor no país a partir de 24 de janeiro, disse Castex.

Leia mais:  Doze planos de saúde têm comercialização suspensa a partir de hoje

Leia Também

Leia Também

O passaporte da vacina substitui o antigo passe, que permitia a apresentação de um teste negativo para covid-19 para frequentar os lugares. O passaporte da vacina ainda precisa da aprovação do Tribunal Constitucional, que dará seu parecer sobre o assunto nesta sexta-feira (21/1). 

O passaporte poderá ser abandonado mais tarde se o risco da pandemia para a saúde pública diminuir significativamente, disse Castex em uma entrevista coletiva. O ministro da Saúde, Olivier Veran, disse que isso dependerá da pressão a que os hospitais estão sujeitos.

“A onda ligada à variante Delta está claramente recuando em todos os lugares”, disse Castex.

A França relatou mais de 425 mil infecções pelo coronavírus na quinta-feira, mas o número de pacientes com covid-19 em terapia intensiva se estabilizou, deixando algum espaço de manobra para o governo.

Leia mais:  O que aconteceu nos países que acabaram com restrições contra a covid
Fonte: IG SAÚDE

publicidade

Saúde

Losartana: saiba marcas de remédios que não tiveram que ser recolhidos

Publicado

Medida foi tomada devido a
Christine Sandu / Unsplash

Medida foi tomada devido a “presença da impureza ‘azido’ em concentração acima do limite de segurança aceitável”

Na última quinta-feira, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a interdição e recolhimento de lotes de alguns medicamentos com princípio ativo da losartana . Este tipo de medicação é um dos mais indicados e usados no Brasil para o tratamento de pressão alta (hipertensão arterial) e insuficiência cardíaca, reduzindo o risco de derrame e infarto.

Segundo a agência, a medida foi tomada devido à “presença da impureza ‘azido’ em concentração acima do limite de segurança aceitável”. A Anvisa ainda ressalta que o recolhimento não impacta o tratamento, visto que há outros lotes de losartanas no mercado que podem substituir os medicamentos recolhidos ou interditados.

Confira abaixo quais são as marcas de medicamentos à base de losartana disponíveis no Brasil que não foram alvo de recolhimento ou interdição pela Anvisa:

  • EMS;
  • Germed;
  • Torrent;
  • Organon;
  • Pharlab;
  • Multilab;
  • Nova Química;
  • Sandoz;
  • Vitamedic;
  • Sanofi Medley
  • Legrand;
  • Ranbaxy;
  • Unichem;
  • 1FARMA;
  • Aurobindo Pharma;
  • Laboratório Globo;
  • Zydus Nikkho.
Leia mais:  Especialistas alertam: internet agrava distúrbios de dieta e imagem

Vale ressaltar que mesmo entre as marcas alvo de recolhimento ou interdição — Ache, Biolab, Brainfarma, Cimed, Eurofarma, Geolab, Teuto, Prati — apenas alguns lotes foram afetados. O número dos lotes recolhidos estão especificados no site da Anvisa. Assim como o número dos lotes que foram interditados cautelarmente.

A Anvisa e a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) alertam que os pacientes que fazem uso da losartana devem continuar utilizando o seu medicamento, mesmo que ele esteja entre os lotes afetados . A troca deve ser realizada apenas sob orientação médica e apenas quando o novo medicamento estiver em mãos.

A interrupção do tratamento da hipertensão arterial e da insuficiência cardíaca pode produzir malefícios instantâneos, inclusive risco de morte por derrame, ataques cardíacos e piora da insuficiência cardíaca.

Entre no  canal do Último Segundo no Telegram e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo.  Siga também o  perfil geral do Portal iG.

Leia mais:  Covid-19: autotestes não serão distribuídos pelo SUS, diz ministro

Fonte: IG SAÚDE

Continue lendo

Mais Lidas da Semana