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OMS e Opas desejam recuperação rápida a Bolsonaro e pedem por reforço de medidas

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jair bolsonaro com apoiadores em manifestação
Reprodução/redes sociais

Presidente tem causado aglomerações mesmo com medidas de distanciamento social


Após o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmar que está com a Covid-19 , doença transmitida pelo novo coronavírus, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, e a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) desejaram que o presidente tenha uma recuperação rápida.


As duas organizações também alertaram que o fato intensifica ainda mais o alerta para a implementação de medidas rígidas para combater a pandemia no Brasil.

Em entrevista, Adhanom alertou novamente que qualquer pessoa pode ser contaminada, até mesmo líderes governamentais, em qualquer lugar do mundo. Bolsonaro é o 4º governante de liderança no mundo a ser acometido pela doença .

“Esperamos que sua excelência, o presidente, esteja bem e se recupere rapidamente”, disse o diretor-geral da OMS . “Espero que os sintomas sejam leves e que sua excelência esteja de volta à ativa o quanto antes para apoiar seu país”, acrescentou.

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Adhanom afirmou novamente que a situação das Américas é vista com muita preocupação, com exceção do Canadá, na América do Norte, que tem conseguido conter a pandemia. “As divisões serão uma vantagem para o vírus, não somente no Brasil, mas em toda a América Latina, que não parece bem, e a América do Norte”, afirmou.

“Isso mostra que somos todos vulneráveis”, completou o diretor de Emergência do órgão, Michael Ryan.

Marcos Espinal, Departamento de Doenças Transmissíveis da Opas , Marcos Espinal, afirmou em coletiva de imprensa que o distanciamento social e o uso de máscara são imprescindíveis para contribuir com a diminuição do nível de contágio.

“A mensagem é que o vírus é imprevisível e não respeita raça, classe ou pessoas no poder, apesar da segurança ao redor de qualquer presidente”, afirmou.

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Nacional

Defesa de Milton Ribeiro pede anulação da decisão que autorizou prisão

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Pedido apresentado pela defesa Ribeiro pede anulação definitiva da decisão que culminou na sua prisão
Valter Campanato/Agência Brasil – 29/11/2021

Pedido apresentado pela defesa Ribeiro pede anulação definitiva da decisão que culminou na sua prisão

A defesa de  Milton Ribeiro apresentou ao desembargador federal Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), um pedido de anulação definitiva da decisão que determinou a prisão do ex-ministro da Educação na semana passada. Os advogados alegam parcialidade do juiz federal Renato Borelli, da 15ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal.

Os advogados de Ribeiro alegam que o magistrado deixou de agir com “a necessária isenção” e “sinalizou sua parcialidade” em uma prestação de informações a respeito da prisão do ex-ministro encaminhada ao TRF-1.

“Considerando que, ao ser instado a prestar informações sobre o andamento do feito originário, o Juízo Coator se excedeu e exerceu verdadeira, inaceitável e inadmissível defesa de seus fundamentos, como se parte fosse, exsurge, venia concessa, a imprestabilidade do referido pronunciamento ante a ausência da necessária isenção e imparcialidade do Julgador”, diz o pedido.

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Ainda de acordo com os advogados, “a imparcialidade do Magistrado é a primeira e talvez a mais importante garantia do processo penal democrático”.


Um inquérito aberto pela Polícia Federal apura a atuação de pastores lobistas na pasta durante a gestão do ex-ministro Milton Ribeiro, que chegou a ser preso preventivamente na semana passada, mas depois foi solto. O presidente, porém, não é alvo da investigação.

Na semana passada, durante a Operação Acesso Pago, além de ser preso preventivamente, Milton Ribeiro foi alvo de busca e apreensão e teve o sigilo bancário quebrado por ordem do juiz federal. Depois foi solto por decisão de Ney Bello, que deu uma decisão liminar. Por isso, agora pede um juízo definitivo sobre o caso.

A PF já tinha interceptado ligações telefônicas do ex-ministro. Em uma delas, em 9 de junho, ele contou à filha que conversou por telefone com Bolsonaro. Segundo Milton Ribeiro, o presidente disse na época achar que fariam uma busca e apreensão contra o ex-ministro.

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Fonte: IG Nacional

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