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Política Nacional

Programa de governo de Doria será coordenado por Rodrigo Maia

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 Rodrigo Maia coordenará projeto de governo de Dória
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Rodrigo Maia coordenará projeto de governo de Dória

O ex-presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia (sem partido-RJ) anunciou nesta sexta-feira que será o coordenador do programa de governo de João Doria (PSDB) à Presidência da República.

Maia e o atual governador de São Paulo estreitaram a proximidade quando o ainda presidente da Câmara passou a fazer críticas ao governo do presidente Jair Bolsonaro, desafeto político de Doria desde 2019.

Após a tentativa frustrada de permanecer por um eventual terceiro mandato como presidente da Câmara e de uma saída litigiosa do Democratas, Maia assumiu em agosto do ano passado o cargo de secretário de Projetos e Ações Estratégicas do governo de São Paulo, com a missão de acelerar a licitação de parcerias público-privadas e concessões em andamento no Estado.

A informação do convite de Doria a Maia para coordenar o programa de governo, bem como seu aceite, foi publicada pelo jornal Valor Econômico.

Em seu perfil no Twitter, Rodrigo Maia agradeceu o convite de Doria. “Os políticos precisam compreender que é muito importante que participemos da construção dos programas dos nossos candidatos”, postou.

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“É preciso compreender a realidade de cada área e construir soluções baseadas em dados concretos, em programas que possam de fato ser viabilizados, e não em projetos populistas”, prosseguiu Maia.

“A experiência de Rodrigo Maia, seu brilhante desempenho como secretário de Ações Estratégicas e seu traquejo político além do amplo conhecimento das necessidades do povo brasileiro são fundamentais para fortalecer nosso projeto”, disse Doria em nota.

A expectativa do tucanato paulista de que Maia ajude na articulação política de Doria vem desde o anúncio de sua incorporação ao secretariado, mas até o momento não se traduziu em apoios sólidos ao presidenciável.

Apesar de ter se concsagrado como o candidato no processo de prévias do PSDB finalizado há dois meses, Doria obteve uma vitória relativamente apertada e ainda lida com uma militância rachada. Além disso, patina nas pesquisas de intenção de voto, com cifras próximas aos 4% no melhor dos casos, e enfrenta dissidências de aliados que veem com bons olhos a candidatura presidenciável da senadora Simone Tebet (MDB-MS).

Na coordenação do programa de governo de Doria, Maia definiu junto ao candidato três eixos principais: refortalecimento da democracia, compromisso com o meio ambiente e adoção de um novo regime fiscal. “Temas como desigualdade de gênero, racismo e combate a fome terão papel central na agenda liderada por Maia”, afirmou em nota a equipe do tucano.

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Política Nacional

Crivella diz ter colocado ‘nome à disposição’ para o governo do Rio

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Crivella admite concorrer ao governo do Rio
Fernando Frazão/Agência Brasil

Crivella admite concorrer ao governo do Rio

O ex-prefeito do Rio Marcelo Crivella (Republicanos) , em entrevista publicada na última sexta-feira pelo canal Flow Podcast, admitiu publicamente pela primeira vez a possibilidade de concorrer ao Palácio Guanabara nas próximas eleições. Ele disse que colocou seu nome à disposição do partido e destacou os resultados de uma pesquisa publicada pelo Ipec na segunda metade de maio, que, àquela altura, apontava um empate técnico entre ele e os atuais pré-candidatos Cláudio Castro (PL) e Marcelo Freixo (PSB) na corrida pelo governo do RJ.

“Olha só a pesquisa : 16%. Vamos fazer a conta: 2,05 milhões no primeiro turno. Quando eu tive isso de intenção no primeiro turno? Tá bom (sic), eu me elegi como senador com 3 milhões, mas era um cenário onde o eleitor tinha dois votos, duas opções. Agora, no primeiro turno, eu tenho 2 milhões de pessoas dizendo: ”Vou votar no Crivella”, mas eu nem disse que sou candidato”, declarou Crivella.

“O Cláudio diz que é candidato, o Freixo diz que é candidato, mas eu não disse. Eles estão fazendo campanha; o Lula apoia ele (Freixo), o Bolsonaro apoia ele (Castro)… e eu? Ninguém me apoia, mas eu tenho 2,05 milhões de pessoas que me apoiam. Quando eu tive isso? Mas paguei um preço.”

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Na semana passada, O GLOBO mostrou que o flerte de Crivella com uma possível candidatura a governador despertou uma reação do governador do Rio, Cláudio Castro (PL), que agora tenta atraí-lo para sua chapa à reeleição como candidato ao Senado. Nome do campo da direita com o apoio do presidente Jair Bolsonaro (PL) ao estado, Castro teme que Crivella, bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus, conquiste o eleitorado evangélico.

Além disso, apesar do desejo de concorrer ao governo e de ser bem-visto como um nome ao Senado, Crivella esbarra em resistências internas em seu partido, o Republicanos. No cálculo mais conservador de alguns nomes do partido, uma candidatura do ex-prefeito à Câmara dos Deputados significaria um voo mais tranquilo para Crivella e para o partido, além de garantir um número maior de parlamentares na bancada federal.

“Eu coloquei meu nome à disposição (no partido, para concorrer ao governo do RJ). E eu digo a vocês que é uma honra para mim se eu for deputado federal, senador… um senador tem oito anos de mandato, e um governador tem 4 anos de pancada”, acrescentou o ex-prefeito.

A mesma pesquisa do Ipec, citada por Crivella, dispõe também que o ex-prefeito do Rio foi o candidato mais rejeitado pelos eleitores: 42% responderam que não votariam de jeito nenhum nele. Na leitura, Freixo é rejeitado por 27%, enquanto Castro e Garcia, por 17% cada. Eduardo Serra (15%), Neves (13%), Santa Cruz (12%) e Ganime (10%) completam a lista.

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Fonte: IG Política

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