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Internacional

Quatro ataques do Talibã no Afeganistão deixam 36 mortos

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Soldados afeganistão
Reprodução

Ao menos 25 soldados das forças afegãs morreram nos ataques.

Quatro ataques realizados nesta segunda-feira (13) pelo grupo fundamentalista islâmico Talibã deixaram 36 mortos. O principal ataque foi a explosão de um carro-bomba na cidade de Aybak, na província de Samangan, no Afeganistão .

Segundo o governo de Samangan, a explosão permitiu que quatro homens armados entrassem atirando em um prédio do governo. O confronto só chegou ao fim quando as forças afegãs mataram os suspeitos. O episódio aconteceu perto do prédio de uma agência de inteligência do Afeganistão. Ao todo, 63 pessoas ficaram feridas.

O Talibã assumiu a autoria do ataque. Segundo as autoridades afegãs, o grupo realizou outros três ataques nas últimas 24 horas, o que resultou em, ao menos, 25 mortes. Os ataques aconteceram nas províncias de Badaskhan, Kunduz e Parwan.

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Os ataques violam um acordo de paz estabelecido entre os Estados Unidos, apoiados pelo governo afegão, e o Talibã. O tratado foi assinado em fevereiro e o grupo teria se comprometido a reduzir os episódios violentos. Entretanto, o Talibã tem recorrido ao terrorismo em ações no norte do país, levando a um dos anos mais violentos de sua história.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

Trump sabia que apoiadores portavam armas durante invasão do Capitólio

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Donald Trump
Reprodução/Twitter

Donald Trump

A ex-assessora de Mark Meadows, último chefe de gabinete do presidente Donald J. Trump, disse que Trump insistiu para que a segurança permitisse que os manifestantes transitassem armados livremente durante a invasão do Capitol no dia 6 de janeiro. Cassidy Hutchinson disse que seu chefe, Mark Meadows, fez ‘pouco caso’ para tentar administrar a situação.

Trump, em seu site Truth Social, negou muitas das acusações de terça-feira. Hutchinson depôs que Meadows previu a um de seus próprios assessores que as coisas ficariam “muito, muito ruins”, sugerindo que a equipe de Trump sabia que seus apoiadores planejavam invadir o Capitólio ou cometer violência dias antes do ataque. 

A ex-assessora da Casa Branca detalhou aos legisladores como Donald Trump explicou abertamente que não “se importava” após ser informado de que seus apoiadores nas cidade e ao redor do Capitólio portavam armas de fogo, facas, porretes e até fuzis AR-15, proibidos no Distrito de Columbia.

O depoimento da funcionária detalha que Donald Trump e seus aliados sabiam que seus apoiadores planejavam cometer atos de violência contra os adversários políticos na tentativa de derrubar o resultado das eleições. 

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Fonte: IG Mundo

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