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Política Nacional

Reforma eleitoral: Câmara rejeita modelo de voto em 5 candidatos para presidente

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Câmara dos Deputados
Cleia Viana/Câmara dos Deputados

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O plenário da Câmara aprovou nesta quinta a exclusão do  texto da reforma eleitoral o chamado “voto preferencial”, criticado por ser um modelo que acaba com o segundo turno nas disputas majoritárias, casos de presidente, governador, prefeito e senador. Os deputados derrotaram esse ponto da PEC por 388 votos contrários à sua inclusão na eleição e 36 foram favoráveis.

Nessa modalidade, o eleitor escolhe cinco candidatos, na sua ordem de preferência . Se algum dos candidatos obter 50% dos votos mais um, estará automaticamente eleito. Se não alcançar, aí começa dá início uma matemática: se exclui, inicialmente, o quinto mais votado. Depois faz nova conta com os quatro restantes. Se, entre esses, ninguém ainda alcançar a maioria absoluta (50% mais 1), exclui o quarto lugar. E assim por diante, até que um deles atinja o patamar necessário.

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A relatora Renata Abreu (Podemos-SP) inseriu o voto preferencial no seu relatório acatando uma sugestão do Novo. O argumento do partido era que, com a eleição polarizada como está, os partidos de centro ficam sem chances nessas disputas eleitorais.

“Os partidos de centro não disputam o segundo turno não é por causa do modelo eleitoral, mas é porque suas propostas não agradam ao eleitor”, disse Henrique Fontana (PT-RS).

Do PT ao PSL, vários partidos orientaram contra essa proposta.

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Política Nacional

Pedro Guimarães oficializa demissão como presidente da Caixa

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O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, oficializou há pouco o pedido de demissão do cargo. Em carta enviada ao presidente Jair Bolsonaro, Guimarães, rebateu as denúncias de assédio sexual feitas por funcionárias da instituição e alegou inocência.

“Na atuação como presidente da Caixa, sempre me empenhei no combate a toda forma de assédio, repelindo toda e qualquer forma de violência, em quaisquer de suas possíveis configurações. As acusações noticiadas não são verdadeiras! Repito: as acusações não são verdadeiras e não refletem a minha postura profissional e nem pessoal. Tenho a plena certeza de que estas acusações não se sustentarão ao passar por uma avaliação técnica e isenta”, escreveu Guimarães, que também postou a carta na rede social Instagram.

No comando da instituição desde janeiro de 2019, Guimarães pediu demissão após o site noticioso publicar, ontem (28) à noite, acusações de funcionárias de carreira da Caixa que o acusavam de assédio sexual. O caso está sendo investigado pelo Ministério Público Federal.

O governo ainda não anunciou o substituto de Pedro Guimarães. Hoje pela manhã, ele chegou a comparecer a um evento com funcionários da Caixa, onde se defendeu das acusações e disse que sua gestão saneou as contas da instituição financeira.

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Na carta, Guimarães destacou que a Caixa recebeu certificações como lugares de respeito às mulheres. Ele citou a certificação do banco na 6ª edição do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. O presidente demissionário também citou o selo de Melhor Empresa para Trabalhar em 2021 – Great Place To Work®, recebido pela instituição em 2021 por uma consultoria internacional especializada em monitorar ambientes de trabalho.

Edição: Claudia Felczak

Fonte: EBC Política Nacional

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