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Internacional

Reportagem sobre carnaval durante crise na Ucrânia revolta brasileiros

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Carnaval - Rio de Janeiro
Reprodução: commons

Carnaval – Rio de Janeiro

Na terça-feira que inaugurou o mês de março, o tabloide britânico Daily Mail publicou a  matéria Milhares vão às ruas no Brasil para celebrações não oficiais do Carnaval, enquanto o resto do mundo protesta em solidariedade pela invasão da Ucrânia pela Rússia (tradução livre).

A reportagem de Natasha Anderson poderia ter passado despercebida em qualquer outro contexto, mas os brasileiros se revoltaram com os apontamentos feitos, principalmente, sobre os conflitos na Ucrânia.


Apesar de ter pontuado a importância do carnaval para o comércio e a cidade do Rio de Janeiro, a repórter comparou a postura do Brasil com a de outros países.

“Enquanto o Brasil continua festejando, outras nações se solidarizam com a Ucrânia em meio à invasão em curso pela Rússia. Os alemães em Colônia trocaram suas tradicionais festividades de carnaval por uma manifestação anti-guerra na segunda-feira, que contou com desfiles de carros alegóricos satirizando o presidente russo Vladimir Putin e o presidente bielorrusso Alexander Lukashenko.” (Tradução livre).

Em seguida, foi feita uma série de comparações entre Brasil e países mais intimamente envolvidos com o conflito, como Canadá, Reino Unido e Estados Unidos.

Não foi preciso de muitos compartilhamentos para que a matéria caísse na leitura de um brasileiro. Com isso, a reportagem de Natasha para o Daily Mail foi cada vez mais repostada nas redes sociais, mas em tom de revolta por parte dos habitantes do país tropical.

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“Como um país de terceiro mundo ousa se divertir enquanto um país europeu sofre?” , disse um internauta enquanto compartilhava a matéria via Twitter.

A brasileira Amanda não mediu esforços e respondeu, em inglês, à matéria do Daily Mail: “Legal, e o que dizer daquela vez em 2014 em que os EUA financiaram um golpe militar na Ucrânia e fomentaram milícias paramilitares neonazistas, que é uma das principais razões para o conflito?”

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Outros internautas falaram sobre o silêncio de habitantes dos outros países quando uma tragédia atinge o Brasil, usando de exemplo os desmoronamentos em Petrópolis e as enchentes na Bahia.

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Outros usuários da rede social apontaram, ainda, que alguns eventos que acontecem na Europa e nos Estados Unidos também não foram cancelados, como a Fashion Week.

Manifestações em São Paulo

Apesar da polêmica com o carnaval, a reportagem do Daily Mail não incluiu as manifestações de solidariedade ao povo ucraniano, ocorridas em São Paulo. Na noite de domingo para segunda-feira (28), a Prefeitura da cidade iluminou cinco locais públicos com as cores azul e amarelo, da bandeira da Ucrânia.

São Paulo ilumina pontos turísticos com as cores da Ucrânia em solidariedade ao país invadido pela Rússia
Reprodução

São Paulo ilumina pontos turísticos com as cores da Ucrânia em solidariedade ao país invadido pela Rússia

O efeito pôde ser visto na sede da Prefeitura, no viaduto do Chá, na Biblioteca Mário de Andrade, no Monumento às Bandeiras (Parque Ibirapuera) e na Ponte Estaiada, sobre a marginal Pinheiros, é em “solidariedade às vítimas da invasão militar russa.”


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Fonte: IG Mundo

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Noruega: ataque a tiros dentro de boate gay deixa ao menos dois mortos

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Ao menos duas pessoas morreram em ataque a boate na Noruega
Divulgação/London Pub

Ao menos duas pessoas morreram em ataque a boate na Noruega


Duas pessoas morreram e dez ficaram feridas em um ataque a tiros dentro de uma boate gay de Oslo, na Noruega. De acordo com a imprensa local, as autoridades chegaram a prender um suspeito, mas ainda tentam descobrir os motivos da ação.

De acordo com autoridades locais, o tiroteio aconteceu por volta das 1h15 da manhã no horário local (20h15 no horário de Brasília). 

O incidente ocorreu no London Pub, no centro de Oslo, que se intitula “a boate gay mais visitada da Noruega”. Segundo testemunhas, pelo menos um homem teria entrado no local carregando uma mala, de onde retirou uma arma e efetuou pelo menos 20 disparos. Entre os feridos, pelo menos três estão em estado grave, e foram atendidos em um hospital próximo.

O fato de ter ocorrido em uma boate gay e na véspera da parada do Orgulho LGBTQIAP+ em Oslo levanta a suspeita de que possa ter sido um ataque com motivações homofóbicas, mas a polícia disse que ainda analisa as evidências.

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* Com informações de agências internacionais

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Fonte: IG Mundo

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