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Saúde

São Paulo vai aplicar Coronavac em crianças a partir de sábado

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Caetano de Jesus Moreira Graça, de 9 anos, foi o primeiro a receber o imunizante
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Caetano de Jesus Moreira Graça, de 9 anos, foi o primeiro a receber o imunizante


Com a liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) , a Prefeitura de São Paulo vai começar a aplicação da Coronavac em crianças de 6 a 11 anos no próximo sábado (22). Nesta quinta-feira (20), o município recebeu do governo estadual 801.560 doses do imunizante, entregues ao Centro de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (Cadi).

Elas serão encaminhadas aos Postos de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (Padis) e, em seguida, distribuídas a todas as regiões e unidades para que a imunização possa acontecer no fim de semana. O público estimado nesta faixa etária é de 919.553 crianças.

O esquema para o sábado prevê que a vacinação estará disponível em 205 postos de vacinação, sendo 125 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) que estarão abertas exclusivamente para vacinação desse público e também em 80 Assistências Ambulatoriais (AMAs)/Unidades Básicas de Saúde (UBSs). As unidades disponíveis podem ser consultadas na página Vacina Sampa . A partir de segunda (24), a vacinação estará disponível em todos os postos da capital.

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“A liberação do imunizante Coronavac e a chegada deste lote vai nos permitir avançar mais rapidamente com a vacinação infantil na cidade de São Paulo. Nesta semana, iniciamos a vacinação das crianças com comorbidades e deficiência com o imunizante pediátrico da Pfizer e agora podemos ampliar a imunização a todo o público infantil”, afirma o secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido.

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Cabe salientar que ao público de 5 anos de idade e imunossuprimidos, a aplicação seguirá ocorrendo exclusivamente com a Pfizer pediátrica – a Anvisa vetou o uso da Coronavac em crianças dessa idade ou com tais comorbidades.

Para receber a dose da vacina, as crianças deverão estar acompanhadas por um responsável maior de 18 anos e apresentar documento de identificação (preferencialmente CPF) e carteirinha de vacinação.

Até quarta-feira (19), foram aplicadas 16.836 doses no público de 5 a 11 anos. No total, a capital já aplicou 25.218.457 de doses, sendo, 10.726.132 primeiras doses (D1); 10.065.284 segundas doses (D2); 334.749 doses únicas (DUs); e 4.092.292 doses adicionais (DAs). Os pais ou responsáveis podem consultar a disponibilidade do imunizante na plataforma “De olho na fila” .

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Losartana: saiba marcas de remédios que não tiveram que ser recolhidos

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Medida foi tomada devido a
Christine Sandu / Unsplash

Medida foi tomada devido a “presença da impureza ‘azido’ em concentração acima do limite de segurança aceitável”

Na última quinta-feira, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a interdição e recolhimento de lotes de alguns medicamentos com princípio ativo da losartana . Este tipo de medicação é um dos mais indicados e usados no Brasil para o tratamento de pressão alta (hipertensão arterial) e insuficiência cardíaca, reduzindo o risco de derrame e infarto.

Segundo a agência, a medida foi tomada devido à “presença da impureza ‘azido’ em concentração acima do limite de segurança aceitável”. A Anvisa ainda ressalta que o recolhimento não impacta o tratamento, visto que há outros lotes de losartanas no mercado que podem substituir os medicamentos recolhidos ou interditados.

Confira abaixo quais são as marcas de medicamentos à base de losartana disponíveis no Brasil que não foram alvo de recolhimento ou interdição pela Anvisa:

  • EMS;
  • Germed;
  • Torrent;
  • Organon;
  • Pharlab;
  • Multilab;
  • Nova Química;
  • Sandoz;
  • Vitamedic;
  • Sanofi Medley
  • Legrand;
  • Ranbaxy;
  • Unichem;
  • 1FARMA;
  • Aurobindo Pharma;
  • Laboratório Globo;
  • Zydus Nikkho.
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Vale ressaltar que mesmo entre as marcas alvo de recolhimento ou interdição — Ache, Biolab, Brainfarma, Cimed, Eurofarma, Geolab, Teuto, Prati — apenas alguns lotes foram afetados. O número dos lotes recolhidos estão especificados no site da Anvisa. Assim como o número dos lotes que foram interditados cautelarmente.

A Anvisa e a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) alertam que os pacientes que fazem uso da losartana devem continuar utilizando o seu medicamento, mesmo que ele esteja entre os lotes afetados . A troca deve ser realizada apenas sob orientação médica e apenas quando o novo medicamento estiver em mãos.

A interrupção do tratamento da hipertensão arterial e da insuficiência cardíaca pode produzir malefícios instantâneos, inclusive risco de morte por derrame, ataques cardíacos e piora da insuficiência cardíaca.

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Fonte: IG SAÚDE

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