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Política Nacional

Site da Prefeitura de SP é usado para promover livro de Hitler e sexo oral

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Site da Prefeitura de São Paulo promove festival de sexo oral e livro de Hitler
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Site da Prefeitura de São Paulo promove festival de sexo oral e livro de Hitler

Até a última terça-feira, 03, um site da Prefeitura de São Paulo divulgav ideias nazistas e eventos pornográficos. a plataforma SP Cultura, da Secretaria Municipal de Cultura, divulgava um livro de Hitler e um festival de sexo oral utilizando imagens de suásticas, do ditador alemão e de sexo explicito.

Um anúncio na categoria “Exibição” divulga o livro “Minha Luta” [“Mein Kampf”] escrito por Adolf Hitler. A obra é considerada a “Bíblia nazista”, no qual o ditador divulgou sua ideologia e ódio ao povo judeu.

Na descrição, um usuário da plataforma identificado apenas como “Paulo” descreve de maneria contraditória: “Livro de qualidade referente a conteúdo em prol dos movimentos LGBTs, BLM e Sinistas. Arquivos e interlúdio retentores de conhecimento, toda matéria apresentada no projeto é apenas para ampliação de seu nível intelectual. Morte aos semitas sujos”.

Um link direcionava o usuário para o livro, em formato de arquivo PDF, que pode ser baixado na íntegra.

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Lançado em 2014, o objetivo do site é abrir um espaço para colaboração de paulistanos com a prefeitura, levantando e divulgando projetos e eventos na cidade.O cadastro do site é usado para facilitar inscrições em editais de fomento à cultura no município, como a Lei Aldir Blanc. Divulgar preconceito e ódio nunca foi ideia do site.

No perfil do “Paulo”, criado no dia 20 de julho de 2021, são vistos um brasão nazista, uma imagem de Hitler, um número de telefone e email de cadastro. Além desses dados, para utilizar a plataforma, um CPF válido é solicitado no momento de inscrição.

Além do livro de Hitler, um outro projeto chamado “Festival de Chupar Meu Pau” foi divulgado no site.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, a prefeitura não se pronunciou sobre o tema, mas retirou o site do ar logo após a equipe de reportagem pedir uma explicação sobre o conteúdo.

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Política Nacional

PT tenta derrubar decreto de Bolsonaro sobre impactos eleitorais

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Líder do PT na Câmara, deputado Reginaldo Lopes
Paulo Sérgio/Câmara dos Deputados – 28.06.2022

Líder do PT na Câmara, deputado Reginaldo Lopes

O líder do PT na Câmara, Reginaldo Lopes (MG), apresentou nesta manhã um projeto de decreto legislativo para suspender o decreto do presidente Jair Bolsonaro (PL) que facilita que o governo federal adote medidas com impacto eleitoral. A medida foi editada na segunda-feira pelo mandatário e determina que a Advocacia-Geral da União (AGU) opine se atos do governo neste ano ferem ou não a legislação eleitoral já durante o processo interno de elaboração desses atos.

No projeto apresentado por Reginaldo, o deputado argumenta que o decreto presidencial fere a Constituição duas vezes: primeiro por causar um desvio de finalidade e função da AGU e, segundo, por tentar burlar a lei eleitoral. A proposta precisa ser aprovada na Câmara e no Senado para entrar em vigor e, assim, suspender a medida editada por Bolsonaro.

A estratégia do deputado petista é impedir que o decreto presidencial seja usado para agilizar a adoção de medidas em ano eleitoral, como a criação do auxílio para caminhoneiros e a ampliação do Auxílio Brasil (de R$ 400 para R$ 600) em discussão no Congresso com apoio do governo. A lei eleitoral proíbe a criação e a ampliação de benefícios sociais no ano do pleito, mas o governo e parlamentares tentam driblar essa regra.

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“Assim, o referido decreto ora impugnado incorre em dupla inconstitucionalidade, na medida em que utiliza o Chefe da Advocacia-Geral da União como anteparo, em desvio de função e de finalidade, de eventuais práticas eleitorais vedadas, inclusive com reflexos no necessário equilíbrio de oportunidades do pleito, além de objetivar, antecipadamente, permitir que o Presidente da República, em campanha, possa desde logo, com o auxílio da AGU, superar (burlar) as regras eleitorais, de modo a legitimar práticas vedadas e incompatíveis, nesse período, com a regularidade do processo eleitoral”, diz Reginaldo na proposta.

O decreto presidencial determina que compete ao advogado-geral da União, hoje Bruno Bianco, dar parecer sobre “os tópicos em propostas de atos normativos que gerem dúvidas quanto à conformação com as normas de Direito Eleitoral e de Direito Financeiro, no último ano do mandato presidencial”.

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Fonte: IG Política

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