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SP: caminhão atinge posto de gasolina e deixa feridos; veja vídeo

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Caminhão descontrolado atinge posto de gasolina em São Paulo
Reprodução: Redes Sociais

Caminhão descontrolado atinge posto de gasolina em São Paulo

Um caminhão perdeu o controle e atingiu um posto de gasolina localizado na Estrada Riviera, altura do número 1710, em Guarapiranga, zona sul de São Paulo, por volta das 11h50 desta manhã de quinta-feira (20). A colisão, confirmada pelo iG,  causou destruição de parte do posto e deixou uma vítima e um ferido.

Segundo o Corpo de Bombeiros de São Paulo, o motorista do caminhão atingiu mais três veículos. O motorista de um dos carros atingidos ficou preso entre as ferragens e teve queimaduras. O caminhoneiro ainda atropelou um pedestre, também do sexo masculino, que sofreu uma amputação traumática e queimaduras generalizadas.

A equipe dos bombeiros ainda informou que o pedestre de 32 anos sofreu duas paradas cardíacas e veio a óbito enquanto era atendido pelo resgate da Águia, do Grupamento da Polícia Militar.

O caminhoneiro não teve ferimentos e não apresentou sinais de instabilidade. A causa do acidente foi o descontrole do caminhão, segundo as autoridades.

Os bombeiros ainda reportaram que a colisão causou fogo e deixou a loja de conveniência do posto de gasolina totalmente queimada.


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PGR diz que sugestões da Defesa sobre urnas eletrônicas são legítimas

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Ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira
Billy Boss/Câmara dos Deputados

Ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira

A Procuradoria-Geral da República (PGR) encaminhou uma manifestação nesta quarta-feira para o Supremo Tribunal Federal (STF) em que classifica como legítima a atuação do  Ministério da Defesa ao encaminhar sugestões ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o funcionamento das urnas eletrônicas e do sistema eleitoral.

O parecer foi dado em uma ação em que um advogado pede investigação e acusa o general Marco Antônio Freire Gomes, o brigadeiro Carlos de Almeida Baptista Junior e o almirante Almir Garnier Santos de supostos crimes de terrorismo e de tentativa de “abolir o Estado Democrático de Direito, impedindo ou restringindo o exercício dos poderes constitucionais”.

Segundo o autor do pedido, as Forças armadas lançariam mão de “ameaças veladas e às vezes abertas” às eleições. O caso está com a ministra Rosa Weber, que solicitou a manifestação da PGR.

No parecer assinado pela vice-procuradora-geral da República, Lindôra Maria Araújo, o pedido de investigação não deve ser acolhido, e representa um “possível inconformismo particular à atuação, em princípio, legítima do Ministério da Defesa”.

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“Com a devida venia, qual terrorista ou transgressor da ordem democrática identificar-se-ia ao presidente do TSE em documento oficial com sugestões para o alegado aprimoramento e a ampliação da transparência do sistema de votação?”, diz Araújo.

“Para mais, não se vislumbra indícios de materialidade e de autoria no fato de, por meio de expediente teoricamente subscrito por Ministro da Defesa, as Forças Armadas não se sentirem “devidamente prestigiadas” ou no fato de Paulo Sergio Nogueira afirmar que “secreto é o exercício do voto, não a sua apuração”.

Segundo a PGR, “o Ministro da Defesa não tenta nem ameaça abolir a urna eletrônica ou o método empregado nas últimas eleições, mas sim propõe diretamente ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral medidas aditivas sob o pretexto da melhoria da apuração”.

As Forças Armadas foram convidadas em 2021 pelo ex-presidente da Corte Eleitoral, ministro Luís Roberto Barroso, a integrar o Comitê de Transparência das Eleições (CTE). 


Isso ocorreu diante da insistência do presidente da República Jair Bolsonaro questionar, sem provas, a confiabilidade das urnas eletrônicas, usadas há mais de 20 anos nas eleições do país sem qualquer caso de fraude comprovado.

Desde o início do ano, o ministro da Defesa e o presidente da Corte Eleitoral, ministro Edson Fachin, têm trocado uma série ofícios. O general Paulo Sérgio Nogueira Oliveira tem cobrado que o TSE acate as sugestões feitas por militares. 

Em um documento enviado no dia 10 de junho, o ministro disse que as Forças Armadas, convidadas a participar da comissão, não se sentiam prestigiadas e cobrou medidas para eliminar divergências.

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Fonte: IG Nacional

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