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Saúde

Tom Bueno estreia coluna sobre diabetes no iG

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Tom Bueno trocou a TV pelo YouTube em 2021
Reprodução/Instagram

Tom Bueno trocou a TV pelo YouTube em 2021


O jornalista Tom Bueno, criador do canal de YouTube Um Diabético, é o novo colunista de Saúde do Portal iG. O comunicador vai trazer semanalmente informações sobre controle e prevenção da doença, além de curiosidades do dia a dia de quem convive com o diabetes.

O lançamento acontece após o canal do jornalista ultrapassar a marca de 5 milhões de visualizações na plataforma de vídeos. “Essa união de forças entre Um Diabético e Portal iG fará com que as informações cheguem a um número maior de pessoas e mais gente, muitas desesperadas depois do diagnóstico, seja acolhida e ajudada”, destaca.

No texto de estreia , Tom Bueno fala sobre a descoberta da doença, aos 22 anos, a resistência em aceitar o diagnóstico e o impacto de questões como a própria sexualidade no controle da glicemia. “Tudo melhorou quando entendi que o conhecimento era a base de todo o meu tratamento e capaz de aliviar toda a carga que um diagnóstico como o do diabetes traz”, relembra.

Natural de Campinas, interior de São Paulo, o jornalista atuou por mais de 10 anos na Record TV, onde trabalhou ao lado de nomes como Sabrina Sato, Gugu, Reinaldo Gottino e Geraldo Luís. Foi contando histórias nos programas da emissora que decidiu abrir a própria vivência com o diabetes na televisão aberta. O retorno do público, em especial das pessoas que também conviviam com a doença, o levou a criar e investir no próprio canal.

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Os textos de Tom Bueno no Portal iG são publicados nas quintas-feiras em saude.ig.com.br/colunas/tom-bueno .

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

São Paulo tem campanha para prevenção do câncer de bexiga

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A Sociedade Brasileira de Urologia de São Paulo (SBU-SP) promove, durante todo este mês, a campanha Maio Vermelho para alerta e prevenção do câncer de bexiga. A iniciativa, feita nas redes sociais, visa orientar e conscientizar a população para que, caso os sintomas apareçam, a pessoa procure atendimento médico o quanto antes.

O mês foi escolhido por ser o mesmo período em que ocorre a mobilização contra o tabaco, já que o tabagismo está relacionado diretamente ao aparecimento da doença.

De acordo com o urologista e membro da SBU-SP Fabrizio Messetti, a doença é agressiva e acomete tanto mulheres quanto homens, mas com incidência quatro vezes maior entre os homens.

O principal sintoma é o sangramento visível na urina. “Geralmente, é um sangramento que não dói, que não tem nenhum fator de causa e é um sangue vivo. Não que esse sangue seja exclusivamente o câncer de bexiga, mas pode se tratar de um”, explicou.

Para obter o diagnóstico, a pessoa faz um exame de imagem, preferencialmente a tomografia abdominal com contraste, por meio do qual é possível identificar a maior parte dos tumores de bexiga. “Para evoluir um pouco no diagnóstico, fazemos a cistoscopia, que é uma câmera inserida no canal da uretra para olhar dentro da bexiga e identificar a lesão. Também fazemos biópsia”, explicou o médico.

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Tumor

Para ele, a chance de cura depende do estágio em que se descobre o tumor. Se ele for não invasivo, que não tenha atingido o músculo do órgão, as chances são bem mais altas, porque se tratado corretamente esse tipo de tumor não tende a evoluir. “O único problema é que esses tumores podem voltar, então temos que fazer o acompanhamento com exame de imagem e tomografia e cistoscopia”, afirmou.

No caso dos tumores invasivos, a opção é fazer uma cirurgia radical, com a retirada de todo o órgão. “Nessa situação, a cura é por volta de 70% dos pacientes”, disse Messetti. Em alguns casos, consegue-se, com um aparelho endoscópico, ressecar o tumor e, posteriormente, o indicado é fazer o tratamento com quimioterapia e radioterapia.

Ele destacou que o principal fator de risco para o aparecimento do câncer de bexiga é o tabagismo, sendo que 70% dos tumores ocorrem em pessoas que fumam. O paciente que fuma tem de três a cinco vezes mais chances de desenvolver a doença.

“Lógico que isso depende também da quantidade de cigarros que ele consome. Então, quando falamos de câncer de bexiga é importante também aderirmos às campanhas contra o tabagismo, estimulando a população a parar de fumar”, declarou.

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Cigarro

Massetti explicou que o cigarro tem vários componentes que induzem ao câncer. Depois que o indivíduo fuma e os carcinógenos caem na corrente sanguínea, eles passam pelo rim e são depositados na bexiga. “A parte interna da bexiga fica em contato íntimo com esses agentes cancerígenos por mais tempo, porque ficam armazenados até a pessoa urinar”, acentuou.

Sabe-se, ainda, que esse o câncer de bexiga atinge principalmente pessoas na terceira idade, com aumento da incidência depois dos 50 anos, mas os mais acometidos são aqueles entre 65 e 70 anos, porque esses, provavelmente, ficaram por muito tempo em contato com esses cancerígenos que um dia evoluem para o câncer.

“Naqueles que não fumam pode haver uma parte genética que pode influenciar ou pode haver um problema de contaminação profissional em pessoas que trabalham em fábricas de componentes químicos, como tintas e petróleo. A recomendação é a de manter hábitos saudáveis e ter alimentação adequada”, finalizou.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Saúde

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