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Saúde

Vacina anual da Covid seria melhor que reforços, diz CEO da Pfizer

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Vacina da Pfizer
Reprodução: Google/licenciáveis

Vacina da Pfizer

O presidente-executivo da Pfizer , Albert Bourla, disse que uma vacina anual contra a Covid-19 seria melhor que reforços frequentes. Devido ao aumento de casos do coronavírus, especialmente após o surgimento da variante Ômicron, alguns países expandiram os programas de reforço da imunização ou reduziram o intervalo entre as doses.

A vacina da Pfizer se mostrou eficaz para evitar casos graves e mortes em decorrência da Covid-19, mas menos eficiente na prevenção da transmissão da doença.

Durante entrevista, Bourla foi perguntado se acredita que as doses de reforço  serão administradas a cada quatro ou cinco meses regularmente.

“Este não será um bom cenário. O que eu espero (é) que tenhamos uma vacina que você terá que fazer uma vez por ano”, disse Bourla ao canal  N12 News de Israel nesse sábado (22). “Uma vez por ano, é mais fácil convencer as pessoas a fazê-lo. É mais fácil para as pessoas lembrarem. Então, do ponto de vista da saúde pública, é uma situação ideal. Estamos procurando ver se podemos criar uma vacina que cubra a Ômicron e não esqueça as outras variantes e isso pode ser uma solução.”

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De acordo com ele, a Pfizer pode estar pronta para pedir a aprovação de uma nova versão da vacina para combater a variante e começar a produzi-la já em março.

Os Centros dos EUA para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) informaram que uma terceira dose de uma vacina de mRNA é necessária para combater a Ômicron, fornecendo 90% de proteção contra internações.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid-19: Brasil registra 316 óbitos e 76,6 mil casos em 24 horas

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As secretarias estaduais e municipais de Saúde registraram 76.638 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas em todo o país. Foram confirmadas no mesmo período  316 mortes por complicações associadas à doença. Os dados estão na atualização do Ministério da Saúde divulgada nesta terça-feira (28).

Com as novas informações, o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus durante a pandemia já soma 32.206.954.

O número de casos de covid-19 em acompanhamento está em 771.183. O termo é usado para designar casos notificados nos últimos 14 dias em que o paciente não teve alta e não houve morte.

Com os números de hoje, o total de óbitos alcançou 670.848, desde o início da pandemia. Ainda há 3.266 mortes em investigação. As ocorrências envolvem casos em que o paciente faleceu, mas a investigação da causa da morte ainda demanda exames e procedimentos complementares.

Até agora, 30.764.923 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 95,5% dos infectados desde o início da pandemia.

Boletim Epidemiológico Boletim Epidemiológico

Boletim Epidemiológico – 28/06/2022/Divulgação/ Ministério da Saúde

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Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (170.736), Rio de Janeiro (74.092), Minas Gerais (62.064), Paraná (43.707) e Rio Grande do Sul (39.974).

Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (2.002), Amapá (2.140), Roraima (2.153), Tocantins (4.162) e Sergipe (6.357).

Vacinação

Até o momento, já foram aplicadas 450.433.361 doses de vacinas contra a covid-19, sendo 178 milhões como primeira dose; 160,7 milhões, como segunda; e 4,9 milhões como dose única.

Já receberam a dose de reforço vacinal 93,3 milhões de pessoas. A segunda dose extra, ou quarta dose da vacina, foi aplicada em 9,1 milhões de pessoas.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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