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Turismo

5 lugares para curtir o frio na Serra Gaúcha fora de Gramado e Canela

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Gramado e Canela são as cidades mais conhecidas quando o assunto é turistar e curtir o frio no sul do Brasil. No entanto, existem outras cidades também na serra gaúcha, lindas, geladas e com lugares super interessantes para o seu tour de inverno com glamour no Rio Grande do Sul. Pensando nisso, o iG Turismo organizou uma listinha de lugares e cidades para o turista conhecer.

A serra gaúcha é conhecida por ser uma região muito fria, com fabricação de bons queijos, chocolates e vinhos. Dependendo da sua sorte, também é possível presenciar neve e geadas bem nos primeiros horários do dia.  A arquitetura também não passa despercebida, uma vez que por conta da forte migração italiana e alemã, as casas e os prédios dão uma sensação de estar em território europeu. 

Ao todo são 13 municípios que formam a região da serra gaúcha. Gramado e Canela formam a rota de imigração alemã, com café colonial alemão e atividades culturais essencialmente da cultura germânica. Bento Gonçalves, Garibaldi e Carlos Barbosa são cidades conhecidas como rota do vinho. Já Caxias do Sul, Flores da Cunha e Nova Pádua com uma forte cultura italiana, com restaurantes e cafés coloniais italiano. Confiram abaixo roteiros para conhecer por completo a região da serra gaúcha.

Vinícola Centenária Peterlongo – Garibaldi

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Apesar de não ser tão conhecida, é uma linda cidade da serra gaúcha, considerada a capital brasileira do espumante. No centro de Garibaldi há vinícolas e uma delas é a centenária vinícola Peterlongo, local onde foi inaugurado o primeiro espumante brasileiro. O casarão onde fica localizado a vinícola é basicamente um castelo no meio da cidade.

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Por lá, é possível realizar um piquenique em família, degustando vinhos, espumantes e experimentando as comidinhas servidas nos parreirais ao lado. O tour inicia pelo Museu da Peterlongo, passando pelos tanques, cave subterrânea, finalizando na degustação de vinhos e espumantes.

Cada dupla participante do piquenique receberá uma cesta com taças, frios, geleia, porções de torradinhas, damasco, amendoim japonês, azeitonas, pão de mel, trufas artesanais, um espumante e um suco de uva integral.  

O atendimento é somente sob reserva e o valor do piquenique para duas pessoas é de R$ 220.

Cabana no Vale dos Vinhedos – Bento Gonçalves

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Cabana no Vale dos Vinhedos
Cabana no Vale dos Vinhedos

Cabana no Vale dos Vinhedos

Bento Gonçalves é conhecida como a cidade dos vinhos, com restaurantes e acomodações supreendentes. A cabana no Vale dos Vinhedos é um exemplo desses aconchegos, com uma grande estrutura para receber os turistas com Wi-Fi gratuito, recepção 24 horas, cozinha compartilhada, estacionamento privativo gratuito, ar-condicionado, cozinha, área de estar, área para refeições e TV de tela plana, além de churrasqueira e um terraço ao ar livre. 

O Cabana no Vale dos Vinhedos fica a 6 km da Vinícola Aurora e a 8 km do Centro de Convenções – Fundaparque, na rua Estrada Linha 15 da Graciema, Bento Gonçalves. O aeroporto mais próximo é o Aeroporto Regional Hugo Cantergiani, a 37 km de distância. Neste local, duas diárias custam cerca de R$ 800.

Restaurante Panorâmico Belvedere Sonda – Nova Pádua

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Restaurante Panorâmico Belvedere Sonda

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O município Nova Pádua, nascido como uma homenagem à cidade italiana Pádua, é conhecido por ter vários restaurantes com culinária do país europeu e é mais um dos lugares que para curtir o frio na Serra Gaúcha. O restaurante panorâmico Belvedere Sonda é um dos mais bem avaliados em Nova Pádua com gastronomia italiana. 

Funcionando com reservas e em fins de semana e somente no horário do almoço, o restaurante conta com sabores típicos da gastronomia italiana e com uma bela taça de vinho produzido na própria região. O tamanho do salão do restaurante é enorme, com mesas compridas com toalhas quadriculadas, em um ambiente simples.  

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O preço do almoço típico italiano é em torno de R$ 49 e a localização é na região rural de Nova Pádua, na rua Travessão Mutzel. 

Mirante Morro do Calvário – Carlos Barbosa

Morro do Calvário
Leandro Facchini

Morro do Calvário


Para quem gosta de uma visão panorâmica e um turismo movido pela fé, uma ida até o Morro do Calvário pode ser um bom roteiro. Anualmente, o local apresenta as cenas finais e mais emocionantes da encenação da Paixão de Cristo e o Morro do Calvário possibilita uma deslumbrante visão do município de Carlos Barbosa, com 30 mil habitantes, conhecido pela sua forte migração italiana.

Lá em cima se encontra a famosa Igreja Nossa Senhora das Dores, que fica no topo do morro. O turista vai precisar percorrer um percurso que possui as 14 estações da Via Sacra, onde acontece anualmente a encenação da Paixão e Morte de Cristo. O horário de funcionamento é das 9h às 17h, com entrada gratuita, e durante a pandemia é necessário ficar atento à reabertura. 

Para ter acesso ao município de Carlos Barbosa é preciso acessar a  BR-470, tanto para quem vem de  Bento Gonçalves e e tanto para quem vem de Garibaldi. Para quem vem da capital, Porto Alegre, a opção é a RS-446, em São Vendelino.

Fondue em Arcanjo Restaurante – Caxias do Sul

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Divulgação/ViajaNet

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Fondue é um dos pedidos favoritos quando o assunto é frio. Em Caxias do Sul, uma das maiores cidades da Serra Gaúcha, o restaurante Arcanjo é uma das melhores opções para esta delícia quentinha. 


A estrutura do Arcanjo é fascinante e enorme, contando com salão principal; com capacidade para acomodar confortavelmente até 130 pessoas, salão privativo, conforto e diversão para crianças. Cada mesa possui um espaço reservado, permitindo a privacidade entre os clientes.

Três tipos de fondue são servidos: tradicional de queijo, carnes e chocolates por R$ 85 com direito a repetição. A local fica na Rua Pinheiro Machado, 2851, Bairro São Pelegrino, em Caxias do Sul.

Fonte: IG Turismo

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Casal viaja com as duas filhas de Kombi e descobre as paisagens do Brasil

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Casal com duas filhas viaja o Brasil de Kombi
Reprodução/Instagram

Casal com duas filhas viaja o Brasil de Kombi


Ter um motor home, trailer e até reformar uma kombi para sair viajando por aí é o sonho de muitas pessoas . Desde o começo da pandemia, a procura por este tipo de veículo aumentou, pois muitas pessoas pensaram em passar o isolamento viajando com segurança . Este foi o pontapé inicial para finalmente se mudar para a kombi reformada há algum tempo para a psicóloga Ana Laura Taveura, de 31 anos, e do criador de conteúdo digital Emmanuel Kuboyama Bomfim, de 32, que juntos têm duas filhas (Manuela de oito e Carolina de dois anos).

Desde dezembro de 2020, a família viaja pelo Brasil em sua kombi reformada com as próprias mãos, com exceção da pintura, feita pela artista e tatuadora Lara . O veículo comprado em 2019 passou pelas mais diversas reformas para chegar na sua forma atual.


Franca: onde tudo começou

O casal morava com as filhas em Franca, a 400 km de São Paulo, e eles estão juntos desde adolescência, completando 15 anos de união entre namoro e casamento. A primeira filha (Manu) veio logo depois da celebração, quando estavam com 21 anos, e há dois anos Carolina chegou para completar o time junto com a Kombi.

Ana conta que a  Expedição Varekai – nome que eles batizaram o projeto de reformar, viajar e viver no veículo – começou como uma brincadeira, enquanto Emmanuel ainda trabalhava com artefatos de couro e ela atendia como psicóloga clínica. A ideia era usar o veículo apenas em acampamentos até que eles começaram a pesquisar e descobriram a possibilidade de viver viajando. “A gente viu que isso poderia dar certo para nós, virar um trabalho ou tirar um ano de trabalho, conhecer algumas opções. Então começamos a montar esse sonho de viver um tempo como nômades”, conta a psicóloga.

Investimento

Entretanto, o casal chegou em um ponto das pesquisas em que perceberam que não seria financeiramente possível manter uma casa fixa. Assim, eles venderam a residência em Franca e foram morar de aluguel enquanto reformavam a Kombi. “A gente pegou uma parte da grana, investimos nessa viagem agora, no nosso trabalho de construção de conteúdo e agora a gente tava pensando em investir essa outra parte”, explica Ana.

Só para a reforma da Kombi, eles gastaram cerca de R$ 25 mil. Talvez o gasto fosse maior se eles não tivessem feito tudo.

“Nós estávamos nos nossos antigos empregos, então a gente trabalhava e, no fim de semana, montava ela com as nossas próprias mãos. Fizemos tudo: marcenaria, hidráulica, elétrica, tudo. Investimos em torno de R$ 25 mil, com móveis, elétrica, placa solar, caixa d’água… A kombi é realmente nossa casa, então a gente tem cama, cozinha, sala, armários, guarda-roupa. Nós temos tudo lá dentro, mas de uma forma muito reduzida. Então, a gente tem uma cama de casal, que dorme, eu, Emmanuel e Carolina e a gente tem uma cama de solteiro, que montamos em cima do nosso sofá e geladeira, para Manu dormir”, detalha Ana.

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Mudando a rota

A família começou fazendo pequenas viagens e observando que era possível, sim, viver dentro da kombi. Então eles começaram a planejar o percurso que iam fazer pela América do Sul, começando por Ushuaia, na Argentina, e subir até à Colômbia, onde voltariam para o Brasil para viajar por dentro do país. Porém a pandemia fez eles pausarem não só os planos de viagem e mudança para a Kombi, como os fez ficarem em Franca por mais meio ano morando de aluguel.

Assim, eles pensaram em fazer o caminho inverso, começando pelo Brasil, percorrendo todo o litoral, mas a família acabou indo para o Tocantins e, desde então, eles não traçam mais rotas, apenas observam o que está próximo e se estão com vontade de conhecer.

“A gente tem consciência que o turismo está prejudicado agora e que tem coisas que realmente não podemos fazer e não fazemos, pois temos consciência dos riscos. Então evitamos ao máximo as aglomeração e de depender de outras estruturas, como ficar em uma pousada que é algo que não precisamos. Nós dormimos em postos de gasolina, ficamos só nós, a gente pega ponto de apoio que não precisa ter contato com outras pessoas”, conta a matriarca.

E as crianças?

“A maior dificuldade até agora foi lidar com a falta da rede de apoio. Esse é o maior perrengue da nossa viagem. Nós viemos de famílias que sempre estiveram muito perto da gente e, de repente, a gente se viu lidando com elas 24 horas por dia, sete dias por semana, em um espaço de 3 m², no máximo. Então, foi algo que foi difícil para nós. Hoje, essa é a nossa maior dificuldade, com certeza, maior perrengue”, relata ela.


Ela também comenta que para a filha mais nova, alguns dias são mais difíceis, porque desde seu nascimento a família já se mudou de casa três vezes. De forma geral, a pequena reconhece a Kombi como sua casa. Já Manu, a primogênita, sente saudades da família e algumas vezes pede para voltar para casa, outras apenas vive o momento e aproveita a viagem intensamente.

 Atualmente o casal investe em produzir conteúdo digital no Instagram da Expedição Varekai , onde o maior responsável pelo trabalho é Emmanuel, enquanto Ana ainda faz alguns atendimentos on-line como psicóloga.

Fonte: IG Turismo

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