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Saúde

Alesp aprova projeto que prevê atendimento psicológico para recuperados da Covid

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Familiares e recuperados da covid-19 poderão ter atendimento psicológico caso proposta seja sancionada
Carlos Bassan/Prefeitura de Campinas

Familiares e recuperados da covid-19 poderão ter atendimento psicológico caso proposta seja sancionada

A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou hoje um projeto que prevê a criação de um programa de saúde emocional para atendimento de recuperados da covid-19, pessoas que perderam familiares para a doença ou precisam de suporte psicológico em razão da crise econômica causada pela pandemia.

De autoria do deputado Murilo Felix (Podemos), a proposta prevê atendimentos virtuais e presenciais nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) do Estado, ou órgãos semelhantes.

“Esse projeto inicia essa caminhada pós-Covid, essa caminhada de suporte às famílias que precisam do apoio do governo do Estado”, disse o parlamentar. A deputada Patrícia Bezerra (PSDB), é coautora da proposta.

O PL 176/2021 será encaminhado para o governador João Doria (PSDB), que pode sancionar ou vetar.

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Informações sobre vacinas

Os deputados também aprovaram o PL 42/2021, de autoria do deputado Paulo Fiorilo (PT), que pretende tornar obrigatória a publicação de informações sobre os lotes de vacinação ofertados à população do estado na internet com atualização diária.

Se aprovada, a medida estabelecerá que sejam divulgados os números dos lotes, quantidades de doses, data e responsável pelo recebimento, além de dados sobre pessoas vacinadas com nome, local e data de vacinação, lote da vacina, se é primeira ou segunda dose e grupo de vacinação.

A proposta, que é de coautoria de Marina Helou (Rede), tem efeito retroativo – ou seja, se sancionada, entra em vigor na data de publicação no Diário Oficial, mas produz efeitos a partir de 17 de janeiro.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Queiroga sobre suspensão de doses em adolescentes: ‘Questão de prioridade’

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Queiroga, sobre acelerar vacinação: acelerando demais você pode escorregar na curva
Reprodução: ACidade ON

Queiroga, sobre acelerar vacinação: acelerando demais você pode escorregar na curva

Dias depois de afirmar que a vacinação de  adolescentes de 12 a 17 anos sem comorbidades seria suspensa por falta de evidências científicas, o ministro da Saúde Marcelo Queiroga voltou a comentar o episódio. Desta vez, no entanto, ele disse que se trata de uma questão de “prioridade”, já que o governo deseja acelerar a imunização de adultos com as duas doses.

“Eventos adversos da vacina existem e não são motivo para suspender campanha de vacinação ou se relativizar os seus benefícios. Mas a autoridade sanitária tem que avaliar esses casos até para que faça as notificações devidas. Mesmo que tenha sido um evento adverso ligado à vacina, não invalida a vacinação. O que o governo já defendeu é que os adolescentes deveriam ser vacinados depois. Precisamos avançar nos acima de 18 anos. É questão de prioridade e de logística”, disse.

O evento adverso em questão foi anunciado junto com a suspensão da vacina para a faixa etária, e colocado como uma das justificativas que pesou para a decisão. O caso do menino de 16 anos, residente em São Bernardo do Campo, foi investigado pela Anvisa. Na sexta-feira, o Governo de São Paulo afirmou que o óbito não havia relação com a vacinação.

A Pfizer também se pronunciou em comunicado, informando que não havia sido estabelecida nenhuma relação causal entre o óbito e a vacina.

“Em breve teremos uma definição desse caso, dessa adolescente. Assim que tivermos um dado concreto passaremos para a sociedade brasileira”, completou Queiroga, que está nos Estados Unidos para acompanhar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido)na Assembleia-Geral da ONU. Na visão do Ministro, a vacinação no Brasil está em um ritmo satisfatório.

“Às vezes, acelerando demais, você escorrega na curva. O Brasil já vai muito bem na vacinação. Temos uma perspectiva real de ter toda a população acima de 18 anos vacinada com as duas doses até outubro. Já começamos a distribuir vacinas para os idosos para a dose de reforço. Quantos países fizeram isso no mundo? São poucos”, finalizou.

Leia mais:  Covid-19: grávidas têm prioridade; elas devem receber Pfizer ou CoronaVac
Fonte: IG SAÚDE

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