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Amazon Music Unlimited fica grátis por 4 meses em promoção

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Amazon Music Unlimited fica grátis
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Amazon Music Unlimited fica grátis

Se você gosta de ouvir músicas e não quer mais ser interrompido por anúncios, nem ter as funções do aplicativo limitadas, eis aqui uma oportunidade para desfrutar de um serviço de streaming pago sem qualquer custo: o Amazon Music Unlimited está gratuito para novos usuários por 4 meses.

Normalmente, esse plano individual é comercializado por R$ 19,90 mensais, porém, como parte do aquecimento da gigante do varejo online para o Prime Day , essa oferta limitada permanecerá disponível até o dia 13 de julho de 2022.

Caso você queira convencer mais pessoas da sua casa a mudar para um novo app de músicas, é possível também fazer uma degustação no plano família por 3 meses sem custos, liberando o acesso do Amazon Music para até 6 dispositivos ao mesmo tempo sem precisar pagar R$ 25,90 por mês.

Vale ressaltar que, em ambas as promoções, após o período gratuito, será feita a cobrança automática do preço original dos serviços. Caso você não deseje continuar como assinante pago, pode realizar o cancelamento a qualquer momento antes da renovação.

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Vantagens do Amazon Music Unlimited

O Amazon Music Unlimited oferece a experiência um catálogo com mais de 90 milhões de músicas e podcasts dos mais variados gêneros e idiomas.

Os recursos de troca de música imediata e download local no app para reprodução off-line também estão presentes, além da integração do serviço com a assistente virtual Alexa, permitindo buscas e controle de reprodução por comandos de voz.

A qualidade de distribuição do conteúdo também se destaca, com todas as faixas sendo reproduzidas em HD por padrão, mas já há também 7 milhões de músicas em ultra-alta qualidade de áudio para quem quer ouvir as menores nuances de uma gravação de estúdio sem custos extras.

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Golpes no WhatsApp: conheça os 8 tipos mais comuns e saiba se proteger

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Veja os golpes mais comuns no WhatsApp
Unsplash/Mourizal Zativa

Veja os golpes mais comuns no WhatsApp

Os golpes no WhatsApp já se tornaram bastante frequentes, e a cada dia que passa cibercriminosos criam novas formas de enganar os usuários. No Brasil, 43% dos usuários do mensageiro afirmam já ter sofrido tentativa de fraude no aplicativo, de acordo com levantamento do Mobile Time e Opinion Box.

De acordo com a empresa de cibersegurança ESET, a maioria dos golpes que circulam no WhatsApp usam a chamada engenharia social. A técnica é usada para manipular a vítima, fazendo ela acreditar no que o golpista fala.

A seguir, confira as oito fraudes mais comuns no WhatsApp, de acordo com a ESET:

  1. Falso aniversário de uma marca: começa com uma mensagem enviada dizendo que uma marca está celebrando seu aniversário e está oferecendo algum presente ou benefício com um link para que a vítima possa acessar seu prêmio. Mas antes de obtê-lo, deve responder um questionário e, para continuar, é preciso compartilhar a mensagem com uma determinada quantidade de contatos. No entanto, o prêmio nunca se materializa e o usuário é redirecionado para sites que exibem publicidades invasivas. Em alguns casos, as campanhas maliciosas pedem para a vítima baixar aplicativos suspeitos, que geralmente terminam na instalação de algum tipo de adware, um tipo de software maligno que exibe publicidade invasiva e coleta informações da vítima.
  2. Falso auxílio econômico: os golpistas se aproveitam das necessidades econômicas dos cidadãos para enganá-los e roubar seus dados pessoais como nome, data de nascimento, número de documento, nacionalidade, entre outros, utilizando imagem e nome de órgãos governamentais. Além de comercializados em fóruns, esses dados são utilizados por criminosos para a realização de outras fraudes. Esse golpe geralmente começa por uma mensagem sobre um programa de ajuda solidária para determinados setores da população e convidam aqueles que cumprem os requisitos a se inscrever e receber a ajuda. Os usuários devem preencher um formulário, mas estas informações são coletadas por quem está por trás da fraude.
  3. Golpes aleatórios para obter dados pessoais: começa com uma mensagem de um número desconhecido, se passando por uma pessoa que a vítima conhece e que está em outro país com o objetivo de pedir ajuda para um pequeno acidente. Em seguida, o suposto conhecido diz que está voltando para o país e está com problemas com o passaporte e não pôde embarcar no avião, mas que as malas saíram. Então, pergunta se ele poderia recebê-los e, caso a vítima aceite, o golpista pede fotos de seu documento de ambos os lados para fazer o procedimento necessário para que a vítima possa receber as malas inexistentes.
  4. Ferramentas para espionar o WhatsApp: nas tendências de pesquisa do Google, o termo “spy whatsapp” é muito pesquisado, o que mostra um interesse de usuários que procuram uma maneira de espionar as conversas de terceiros. Os golpistas sabem disso e muitos sites de reputação duvidosa prometem soluções de espionagem com o objetivo de coletar informações daqueles que decidem experimentar esses aplicativos, extensões ou serviços online.
  5. Roubo da conta do WhatsApp: a vítima recebe em seu telefone uma mensagem de texto ou via WhatsApp perguntando se ela pode encaminhar o código de seis dígitos que foi enviado por engano para seu telefone. A mensagem pode ser de um contato que perdeu acesso à sua conta ou a partir de um número desconhecido. Se a vítima desprevenida acessar e encaminhar o código que chegou inesperadamente, é provável que perca o controle de sua conta do WhatsApp, se não tiver autenticação de dois fatores habilitada. Outra forma muito frequente que os cibercriminosos usam para roubar contas do WhatsApp é o SIM Swapping, que vai além do WhatsApp e permite o sequestro de outras contas, incluindo credenciais bancárias. Isto ocorre quando os criminosos conseguem enganar a empresa telefônica e obter um chip com o número da vítima, se passando pela pessoa. Dessa forma, eles assumem o controle da linha telefônica e o SMS com o código de verificação chega para o criminoso.
  6. Golpes de phishing do WhatsApp: uma vez que eles ganham acesso, os criminosos usam contas de diferentes maneiras. Por exemplo, se passar pelas vítimas. Para isso, eles geralmente baixam a lista de contatos, a foto do perfil da conta e outras informações relevantes caso queiram criar um perfil falso com outro número. Mas os golpistas também conseguem se comunicar diretamente pela conta roubada com familiares e amigos para solicitar dinheiro para uma suposta emergência ou convencê-los a realizar alguma outra ação. Em golpes mais sofisticados, os criminosos conseguem entender como os dados roubados estão conectados entre os serviços, a partir do acesso de uma conta de e-mail. É dessa forma que eles conseguem realizar o roubo de identidade por meio do WhatsApp.
  7. Atualizações falsas com novos recursos para o WhatsApp: esses golpes referem-se ao lançamento de uma versão do aplicativo com novos recursos. A ESET observou exemplos dessas fraudes convidando a vítima a baixar o WhatsApp rosa e outras cores, como azul ou nomes como o WhatsApp Plus. O WhatsApp rosa, por exemplo, longe de ser uma campanha inofensiva, baixa um Trojan no celular da vítima.
  8. Distribuição de malware via WhatsApp: a ESET analisou malwares que se espalharam pelo aplicativo e tentaram enganar as vítimas para baixar uma aplicação de um site que se passa pelo Google Play. Uma vez instalado o app malicioso, qualquer mensagem que chegasse ao dispositivo da vítima era automaticamente respondida com um texto personalizado, que incluía um link para baixar o aplicativo falso.

Como não cair em golpes no WhatsApp

Apesar de diversos, os golpes usam sempre táticas parecidas para enganar os usuários. Por isso, as dicas para se proteger são sempre as mesmas. “A principal recomendação é aprender a desconfiar”, resume Camilo Gutiérrez Amaya, Chefe do Laboratório de Pesquisa da ESET América Latina.

“Não clique em nenhum link que receber ou preencha com informações pessoais qualquer formulário que chegue até você. A segunda coisa é ativar a autenticação de dois fatores no WhatsApp e, se possível, usando um aplicativo de autenticação e não SMS. Desta forma, é possível evitar o sequestro de contas. Além disso, é aconselhável ter uma solução de segurança instalada, configurada e atualizada no dispositivo, que permite identificar e bloquear os sites ou arquivos maliciosos geralmente usados neste tipo de fraude”, orienta o especialista.

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Fonte: IG TECNOLOGIA

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