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Saúde

Asmáticos graves devem manter seus medicamentos após a vacinação para Covid-19

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Vacina contra Covid-19
Foto: Pixabay/Creative Commons

Vacina contra Covid-19

A Associação Médica Brasileira (AMB), por meio de seu Comitê Extraordinário de Monitoramento Covid-19, divulgou recomendação nesta terça-feira (4) para que pessoas com asma grave, que já estão nos grupos prioritários do plano nacional de vacinação, mantenham seus medicamentos ao se imunizar. “Os imunobiológicos utilizados para a asma não alteram a resposta vacinal”, destaca o informe da entidade.

A AMB destaca ainda que asmáticos leves a moderados podem aguardar a vacinação contra a Covid-19 de acordo com o recomendado para população em geral. Isso porque “não foram observados piores desfechos da Covid-19” neste grupo.

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Já o grupo de pacientes com asma grave registra “piores desfechos, incluindo maior risco de morte intra-hospitalar”. A AMB define como asma grave aquela que permanece não controlada com dose alta de corticoide inalatório e um ou mais medicamentos de controle (broncodilatadores de ação prolongada) ou o uso de corticoide oral ou ainda em uso de medicação imunobiológica (omalizumabe, mepolizumabe, benralizumabe ou dupilumabe).

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No plano de vacinação do governo, o grupo da população com asma grave está descrito dentro da classificação da comorbidade “pneumopatias crônicas graves”. Essa categoria inclui pessoas com “asma grave (uso recorrente de corticoides sistêmicos, internação prévia por crise asmática)”, além de outros problemas, como doença pulmonar obstrutiva crônica e fibrose cística.


O informe da AMB destaca ainda que “asmáticos, independentemente da gravidade, não têm contraindicação para a vacinação contra a Covid-19, exceto aqueles com história de alergia grave, incluindo anafilaxia a algum dos componentes das vacinas”. Para esses casos, o paciente deve ser avaliado por um especialista para definição da melhor conduta.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid-19: Brasil tem 2,5 mil mortes e 75,4 mil casos em 24 horas

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Em 24 horas, o Brasil registrou 75.445 casos de covid-19 e 2.513 mortes decorrentes da doença. Os dados foram apresentados na atualização diária do Ministério da Saúde sobre a pandemia, divulgada hoje (18).

Boletim/situação epidemiológica da covid 19 no Brasil/18.05.2021 Boletim/situação epidemiológica da covid 19 no Brasil/18.05.2021

Boletim/situação epidemiológica da covid 19 no Brasil/18.05.2021 – Ministério da Saúde

Com as novas estatísticas, o número de mortes causadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia no Brasil chegou a 439.050. Ainda há 3.696 falecimentos em investigação. O termo é empregado pelas autoridades de saúde para designar casos em que um paciente morre, mas a causa segue sendo apurada mesmo após a declaração do óbito.

Com os novos diagnósticos confirmados, o número de pessoas infectadas desde o início da pandemia chegou a 15.732.836. 

Ainda há no país 1.046.177 casos em acompanhamento. Esse é o nome dado às pessoas infectadas e com casos ativos de contaminação pelo novo coronavírus.

O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 desde o início da pandemia totalizou 14.247.609. Isso equivale a 90,6% do total de pessoas que foram infectadas com o vírus.

Os números são em geral mais baixos aos domingos e segundas-feiras em razão da menor quantidade de funcionários das equipes de saúde para realizar a alimentação dos dados. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pelo envio dos dados acumulados.

Estados

O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (105.105). Em seguida vêm Rio de Janeiro (48.313), Minas Gerais (37.617), Rio Grande do Sul (26.901) e Paraná (24.857). Já na parte de baixo da lista, com menos vidas perdidas para a pandemia, estão Roraima (1.579), Acre (1.625), Amapá (1.628), Tocantins (2.737) e Alagoas (4.523).

Vacinação

Até o momento, foram distribuídos a estados e municípios 90,6 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Deste total, foram aplicadas 54 milhões de doses, sendo 36,6 milhões da 1ª dose e 17,4 milhões da 2ª dose.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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