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Cuiabá

Audiência pública sobre modal se debruçou em embates jurídicos prejudicando questionamentos técnicos

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Davi Valle

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O presidente do Comitê de Análise Técnica para Definição do Modal de Transporte Público da Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá e secretário de Mobilidade Urbana (Semob) de Cuiabá, Juares Samaniego, manifestou indignação pela forma como foi realizada a audiência pública para apresentação de informações sobre o BRT, realizada pelo Executivo Estadual, na  sexta-feira (07).  Sem convidar a Prefeitura de Cuiabá para participar da sessão, equipe política e técnica estadual se utilizaram da maior parte do tempo para comentar imbróglios jurídicos ao invés de se debruçarem mais na apresentação de fundamentos técnicos e do projeto, que ainda não foi mostrado ao público. Por entender a necessidade de que Cuiabá participe das discussões, à Prefeitura de Cuiabá organizou o Comitê de Análise e foi á Justiça para garantir o amplo debate. 

 “Foi uma audiência direcionada. Fizeram uma explanação jurídica do VLT de quase uma hora que não é parte do tema e os questionamentos técnicos foram só dois minutos – concordo com as 35 indagações embasadas na   Consulta Pública – VLT Cuiabá-Várzea Grande Estudos do BRT, que são inconsistentes. O que posso dizer é, estamos pegando o bonde andando e essa discussão tinha que ter sido desde o início e não somente dois minutos para questionar um investimento de R$430 milhões. Como o Governo chegou nesse valor, já que que não tem o projeto executivo de estudo de viabilidade econômica e financeira? Investimento no projeto baseado em estudo técnico econômico em que Cuiabá e Várzea Grande não participaram deste estudo de trabalho. É muito difícil defender a causa em dois minutos”, pontuou.
Vice-presidente do Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (Simefre), Marcio Andrade, também aponta o sistema BRT sendo inviável. “Basicamente concluímos que os estudos são inconsistentes. Parabenizo o estudo, muito detalhado, mas existem erros conceituais. VLT tem vida útil de 30 anos e ônibus têm 15 anos. Também não foi considerada a troca de bateria, que aumentou o custo operacional. O BRT precisa incluir os termos de reversão de massa.  Na fotografia verifiquem a porta, a do VLT é bem maior. Existe um estudo da SB-Trans que fala sobre o tempo de parada que não foi considerado.  Então, são erros consideráveis”, pontuou ele.
Durante sua fala de apresentação, o engenheiro de transportes da Sinfra, Rafael Detoni, diz que julho de 2019 – o governo buscou junto ao Governo Federal estudos alternativos, mas, em nenhum momento citou a participação dos dois municípios em que existe a obra do VLT em andamento, no caso, Cuiabá e Várzea Grande.

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Cuiabá

Pessoas com a segunda dose da Coronavac atrasada já podem verificar o agendamento no cadastro no site Vacina Cuiabá

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Luiz Alves

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Quem está com a segunda dose da vacina Coronavac atrasada já pode verificar o cadastro no site Vacina Cuiabá, pois os agendamentos com o dia, local e horário que devem comparecer para serem imunizados já foram gerados. Essas pessoas devem imprimir o QR Code da segunda dose e levar quando forem se vacinar.

A coordenadora da campanha de vacinação, Valéria de Oliveira explica que as pessoas devem respeitar o dia e data agendados. “Nós sabemos que as pessoas estão ansiosas para tomarem a segunda dose, mas infelizmente a falta do imunizante foi um problema que ocorreu no país inteiro. Para que possamos aplicar as vacinas de forma organizada, pedimos que as pessoas sigam o agendamento. Dessa forma conseguiremos evitar aglomerações”, disse Valéria.

Caso alguém que esteja com a segunda dose da Coronavac atrasada não tenha recebido o agendamento, ela pode se dirigir aos postos de vacinação de drive Thru ou no Senai e apresentar o cartão de vacinação. “É muito importante que as pessoas respeitem o agendamento, pois fizemos uma distribuição nos locais de vacinação, porque ainda temos os outros grupos sendo vacinados com primeira dose. Estamos nos organizando para não termos aglomerações, mas precisamos da colaboração de todos”, conclui a coordenadora da campanha.

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