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Internacional

Avião caça é reabastecido em pleno voo por drone; veja

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Caça Super Hornet F/A18 com a mangueira do drone acoplada para o reabastecimento
Imagem: Reprodução/YouTube/Boeing

Caça Super Hornet F/A18 com a mangueira do drone acoplada para o reabastecimento

Um evento histórico para a aviação ocoreu na última sexta-feira (4). Um caça da Marinha dos EUA foi reabastecido em pleno voo. O teste foi concluído com sucesso por um Vant (veículo aéreo não tripulado) da Boeing e marca o primeiro abastecimento aéreo feito por um drone.

Ambas aeronaves já estavam em altitude e velocidade operacionalmente relevantes, quando o Vant estendeu a mangueira e deu início ao procedimento.

Segundo o UOL, o MQ-25 da Boeing (drone não tripulado) decolou antes do jato Super Hornet F/A18, que voou em formação fechada atrás do VANT para garantir o desempenho e estabilidade durante o teste.

“Ver o MQ-25 cumprindo sua tarefa principal hoje, abastecer um F / A-18, é um momento significativo e emocionante para a Marinha e mostra um progresso concreto em direção à realização das capacidades do MQ-25 para a frota”, disse o capitão Chad Reed para a agência Navair.

Leanne Caret, CEO do departamento de defesa da Boeing, esteve alinhado com o militar e tratou o teste bem-sucedido como um “evento histórico” para o futuro da aviação militar.

De acordo com o comunicado liberado pela Boeing, este foi o 26º voo de teste do MQ-25. A expectativa é de que o drone passe por mais simulações digitais e avaliações de aerodinâmica, antes de ser completamente incorporado à frota da marinha estadunidense.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

G7 exige ação da Rússia contra crimes cibernéticos e “atividades malignas”

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 G7 exigiu da Rússia atitudes contra crimes cibernéticos
Reprodução/Flickr

G7 exigiu da Rússia atitudes contra crimes cibernéticos

O G7 , grupo dos sete países mais industrializados do mundo, exigiu neste domingo (13) que a Rússia tome medidas contra os que fazem ataques cibernéticos e usando ransomware a partir do país. O ransomeware é um ataque que restringe o acesso ao sistema infectado com uma espécie de bloqueio e cobra um resgate em criptomoedas para que o acesso possa ser restabelecido.

A reprimenda veio em um comunicado emitido após uma cúpula de três dias entre líderes do G7 no Reino Unido, que também pediu que Moscou “pare com seu comportamento desestabilizante e atividades malignas” e conduza uma investigação sobre o uso de armas químicas em território russo.

O comunicado diz que a Rússia precisa “responsabilizar aqueles que, dentro de suas fronteiras, conduzem ataques ransomeware, abusam de moedas virtuais para lavar dinheiro e outros crimes cibernéticos”. 

A questão está sob os holofotes após um ataque virtual ao Colonial Pipeline, maior tubulação de combustíveis dos Estados Unidos, e outro que interrompeu as operações norte-americanas e australianas do frigorífico JBS. 

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A nota do G7 pede ações mais amplas contra ataques cibernéticos. “Pedimos que os estados identifiquem e interrompam redes criminosas de ransomware que operem de dentro de suas fronteiras e responsabilizem essas redes por suas ações”, diz o documento. 


O pedido por investigação sobre uso de armas químicas vem após o crítico do Kremlin Alexei Navalny ser atendido na Alemanha, com médicos alemães informando que foi um envenenamento com um agente nervoso de uso militar. Navalny acusa Putin de ordenar o envenenamento, mas o Kremlin nega as acusações. 

Fonte: IG Mundo

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