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Belo chora ao falar de prisão e alega que continuará fazendo shows: “Vivo disso”

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Belo chora em entrevista a Léo Dias
Reprodução YouTube

Belo chora em entrevista a Léo Dias

Marcelo Pires Vieira, mais conhecido como Belo, concedeu uma entrevista para falar sobre a sua detenção. O cantor foi indiciado por crime de epidemia, invasão de prédio público e associação ao tráfico por ter feito um show no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro.

No momento em que foi detido, Belo estava sendo entrevistado por Rodrigo Faro na residência do apresentador da Record. Segundo ele, do nada, a polícia bateu à porta e pediu para que ele os acompanhassem. Sobre este episódio, o cantor diz sentir vergonha.

“Passou um filme na minha cabeça, me senti muito envergonhado com a família do Rodrigo, com os filhos dele, a minha esposa vendo, porque eu não sei o que estava fazendo, o que eu tinha feito”, disse Belo, visivelmente emocionado, a Léo Dias.

Aglomeração não é culpa minha

Questionado se tinha conhecimento que o prédio utilizado para o show era do governo, Belo se isenta. “Eu tenho um escritório que cuida da logística do show, muitas das vezes eu não sei nem onde vou me apresentar. Dentro desse escritório a minha função é a arte, chegar no palco e fazer show. Meu trabalho é só cantar. Essa questão do local é com o escritório”. 

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Indiciado por crime de epidemia, ou seja, gerar aglomeração, o cantor pede desculpas e enaltece a esposa, Gracyanne Barbosa.  “Se eu fiz aglomeração, eu peço desculpas. Graças a Deus eu tenho uma esposa que trabalha bastante na rede social, que ajuda muito na renda familiar, então, deu para dar uma segurada na pandemia, mas estamos no limite”, disse ele.

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“Quando a gente sai para os shows é porque a gente precisa. A minha vida é cantar, agora cantar é crime? Se cantar agora é crime, minha vida acabou”, acrescentou.

Belo após a prisão

Cantor Belo
Reprodução Instagram

Cantor Belo

Ao falar sobre a noite em que passou na prisão, o artista volta a se emocionar. “Não dormi, estou sem dormir até agora. Eu não quero reviver isso na minha vida. Isso para mim é um pesadelo que eu não consegui acordar”, analisou. 

“Eu tomei um baque muito grande, meu psicológico está abalado. Não quero ser injustiçado, não cometi crime nenhum, só fui lá cantar”, continuou.

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Mesmo abalado por falar do episódio, Belo garantiu que continuará fazendo shows durante a pandemia. “Eu preciso, eu vivo disso, é a minha vida. Eu não posso parar, tem gente que depende de mim”, afirmou.

Por fim, questionado se tinha ciência que estava se apresentando em um prédio público, Belo ponderou. “Isso não passa por mim. Eu não tinha conhecimento disso da escola. Eu não sabia que era uma escola. Era a primeira vez que eu fui ali, eu sou do Rio, não sou de São Paulo”.

Fonte: IG GENTE

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Raissa Barbosa pretende criar projeto de lei contra a psicofobia

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Fãs citam Raissa Barbosa na redação do ENEM
Reprodução/Instagram

Fãs citam Raissa Barbosa na redação do ENEM


Raissa Barbosa, ex-participante de ‘A Fazenda 12’, disse que pretende criar um projeto de lei contra a psicofobia. “Como vocês sabem, todos os dias diversas pessoas (inclusive eu) sofrem diversos ataques psicofobicos, principalmente nas redes sociais. Chegou a hora de tomarmos medidas cabíveis e culpatórias”, escreveu em seu Twitter.

Raissa, que tem síndrome de Borderline, quer que os políticos olhem com mais atenção para a causa. Para isso, ela levantou a tag “Lei Raissa Barbosa” no Twitter, que ficou entre os assuntos mais comentados do site neste sábado (27).

“A tag é apenas o início de uma jornada. Estamos elaborando uma proposta legislativa para criminalizar com penas duras quem praticar psicofobia. Meu advogado @guibelarmino está preparando o texto da lei que vamos apresentar para os Deputados e Senadores”, explicou Raissa.

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“Psicofobia é o termo usado para designar atitudes preconceituosas e discriminatórias contra pessoas com deficiências ou transtornos mentais. Apesar das consequências danosas, a psicofobia faz-se presente com extrema frequência e principalmente em ambiente virtual, afligindo pessoas de todas as idades, gêneros, etnias e classes sociais. Nosso objetivo é sensibilizar o Poder Legislativo, para inserir no Código Penal dispositivo que configure como criminosas as condutas psicofóbicas, impondo penas duras para quem cometer o crime”, explicou o advogado.

“Batizamos esta campanha de #LeiRaissaBarbosa pois a modelo Raissa Barbosa, participante do reality #AFazenda12, após divulgar ser portadora da síndrome de Boderline, proporcionou grande discussão sobre o tema e em decorrência disso sofreu e continua sofrendo psicofobia na internet”, finalizou Guilherme.


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Fonte: IG GENTE

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