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Boates são interditadas por eventos com aglomerações no Rio

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Festa clandestina
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Festa clandestina

Em uma ação conjuta a Secretária Municipal de Ordem Pública (Seop) e o Instituto Municipal de Vigilância Sanitária (IVISA) interditaram na noite desse sábado, dia 24, as boates Mandarim, no Jardim Botânico, e Vitrinni, na Barra da Tijuca.

A ação foi realizada após o trabalho do setor de inteligência da Seop e de denúncias enviadas pela população de que os locais funcionavam como boates realizando eventos com aglomeração. Apesar de constantes operações da prefeitura, foi constatado que, após as fiscalizações da SEOP, os estabelecimentos seguiam infringindo as medidas de proteção à vida e os decretos vigentes.

“Tendo em vista a rede de olheiros que existe em alguns lugares, olheiros que avisam quando a fiscalização está se aproximando para que os locais desfaçam a cena de boate e passem a sensação de que estão funcionando como restaurantes, muitas vezes não conseguimos fazer o flagrante dos descumprimentos das medidas de proteção à vida. Diante de inúmeras tentativas para enganar a fiscalização, a SEOP conta ainda mais com esse setor de inteligência, com agentes infiltrados que registram essas movimentações de bares e restaurantes se transformando em boates e casas de show”, explica o secretário de Ordem Pública Brenno Carnevale.

E completa: “Mesmo que não ocorram irregularidades no momento da fiscalização, as informações, fotos e vídeos recebidos posteriormente servem como fundamento para aplicação de multas e até interdição desses locais. Até o fim da pandemia, as fiscalizações vão continuar por toda a cidade do Rio de Janeiro”, destaca.

Os dois estabelecimentos foram interditados por tempo indeterminado pela Vigilância Sanitária e receberão multa de R$ 15 mil por infrações sanitárias constatadas pelos agentes. A ação contou com apoio da Guarda Municipal.

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Empresários dizem que vídeos de incêndio no Cerrado estão “espantando turistas”

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Mensagem enviada por comerciante a página que apoia preservação da Chapada dos Veadeiros
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Mensagem enviada por comerciante a página que apoia preservação da Chapada dos Veadeiros

Enquanto bombeiros, brigadistas e voluntários seguem há dez dias combatendo  focos de incêndio na área da Chapada dos Veadeiros , em Goiás, um grupo de empresários locais tem tentado convencer páginas dedicadas à preservação do Cerrado brasileiro de que é melhor não divulgar informações sobre as queimadas que têm acontecido, sob o argumento de que isso “tem espantado os turistas”. Nesta terça-feira (21) — Dia da Árvore —, um desses perfis compartilhou algumas dessas mensagens enviadas.

“Parem de publicar esses vídeos do fogo, estão espantando os turistas”, escreveu um empresário por mensagem direta a uma página dedicada à Vila de São Jorge, povoado da Chapada. Outro, disse que as  queimadas são normais no Cerrado: “O turista é nossa principal fonte de renda. Se espalhar essa história, que é normal por aqui, vamos ter que fechar as portas. Já basta essa pandemia”, escreveu outro comerciante local. A página, então, comentou: “Mensagens como deste empresário são frequentes por aqui. Surreal, não?”.

Empresário pede para 'não espalhar' sobre incêndio
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Empresário pede para ‘não espalhar’ sobre incêndio


Sem trégua

Ao longo de mais de uma semana, diversas páginas, ONGs e moradores têm, não só divulgado imagens diárias dos trabalhos contra o fogo , como também apoiado o Corpo de Bombeiros, o Instituto Chico Mendes de Proteção à Biodiversidade (ICM-Bio) e brigadistas do PrevFogo (frente ligada ao Ibama) no combate aos incêndios em áreas do Cerrado, em equipes, em média, formadas por cerca de 150 pessoas.

Leia mais:  Em meio a colapso, Manaus registra 213 enterros em 24 horas e bate novo recorde

No último dia 12 de setembro, mais de cem turistas precisaram ser retirados às pressas da Chapada dos Veadeiros depois de terem ficado isolados pelo fogo no Vale da Lua. Até a última atualização, 14 mil hectares já haviam sido destruídos pelo fogo. Procurado, o Corpo de Bombeiros ainda não atualizou sobre a situação nesta terça.


“Com os novos focos de ontem (segunda-feira, 20) que adquiriram grandes proporções, muitos dias de combate ainda virão pela frente. Todos estão torcendo por uma chuva prometida pela meteorologia”, comentou a página Rede contra Fogo, de brigadistas voluntários, nesta terça-feira.

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