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Política Nacional

Bolsonaro anuncia retorno de motorista brasileiro preso na Rússia

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O presidente Jair Bolsonaro anunciou neste domingo (2) que o governo da Rússia liberou Robson Nascimento de Oliveira, ex-motorista do meia Fernando, atualmente jogador do Beijing Guoan, a retornar para o Brasil após mais de dois anos detido em Moscou. 

“Depois de uma longa negociação com o governo Russo, foi anunciado no dia de hoje a liberdade do Robson, que trabalhava com o jogador Fernando, do Spartak, de Moscou. Quero agradecer ao governo russo por tê-lo liberado. O que Robson usava era permitido no Brasil, um medicamento. Mas, lá na Rússia, não, e o governo russo seguiu a legislação local”, afirmou Bolsonaro, por meio das redes sociais.

Segundo o presidente, Robson chegará ao Brasil na quinta-feira (6). O motorista foi preso no dia 17 de março de 2019 ao entrar na Rússia com caixas do medicamento Mytedon (cloridrato de metadona). O remédio é usado no alívio da dor aguda e crônica intensa e é legalizado no Brasil, mas proibido no país europeu. A defesa do motorista sempre alegou que os remédios seriam para o sogro de Fernando, William Pereira de Faria. A história teve grande repercussão nas redes sociais, e a informação sobre o medicamento não chegou a ser confirmada pelo jogador de futebol e os seus familiares ao governo russo. 

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“Foram dois anos que o Robson passou detido na Rússia. Hoje, nós agradecemos ao presidente Putin, ao embaixador russo no Brasil,[ Alexey Kazimirovitch Labetskiy], bem como ao nosso embaixador que está na Rússia, [Tovar da Silva Nunes]”, disse Bolsonaro.

Edição: Graça Adjuto

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Política Nacional

Na gestão Bolsonaro, orçamento ‘paralelo’ é maior que nos governos Temer e Dilma

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Emendas de congressistas dão salta na gestão Bolsonaro
Matheus Barros

Emendas de congressistas dão salta na gestão Bolsonaro

A média do orçamento de emendas anuais de relator aprovadas pelo Congresso teve um aumento considerável na gestão de Jair Bolsonaro (sem partido). O salto é quatro vezes maior que no governo de Michel Temer e cinco vezes maior que durante o mandato de Dilma Rousseff (PT). As informações foram levantadas pelo portal UOL .

O episódio conhecido como “Orçamento Paralelo” se trata de trocas orçamentárias entre parlamentares e ministérios, que não constam nos portais de transparência do governo. Além disso, foi apelidado de “tratoraço”, já que houve compra excessiva de máquinas agrícolas. 

Em resposta ao UOL , um levantamento da Consultoria de Orçamento da Câmara mostra que os congressistas propuseram R$ 20,7 bilhões em emendas na atual gestão. As cifras são menores nos governos Temer (R$ 4,8 bilhões) e Dilma (R$ 3,8 bilhões), em média, por ano. 

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