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Política Nacional

Bolsonaro volta a atacar Barroso em transmissão: “onde quer chegar esse homem?”

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Presidente Jair Bolsonaro (sem partido)
Reprodução / YouTube

Presidente Jair Bolsonaro (sem partido)

Na live semanal desta quinta-feira (29), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a atacar o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso devido à sua resistência à adoção do voto impresso. 

“Onde quer chegar esse homem que atualmente preside o TSE? Quer a inquietação do povo, quer que movimentos surjam no futuro, que não condizem com a democracia?”, disse ele, afirmando que Barroso não é “o dono da verdade”.

Além disso, Bolsonaro afirmou que o presidente do TSE teria articulado a aprovação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) instituindo o voto impresso.

“Por que o presidente do TSE, na iminência de ver a PEC da deputada Bia Kicis ser aprovada na comissão especial, ele vai para dentro do parlamento, se reúne com lideranças partidárias, e, no dia seguinte, muitos desses líderes trocam membros da comissão por parlamentares contrários à PEC. Que poder esse homem tem? Por que ele não quer uma eleição democrática?”, questionou.

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O chefe do Executivo também teceu diversas críticas ao ministro, relacionando Barroso ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e até mesmo a governantes de países liderados pela esquerda, como Argentina e Venezuela.

Nas últimas semanas, o presidente do TSE vem sendo alvo de ataques de Bolsonaro e apoiadores por defender o voto eletrônico. Barroso destaca que não há qualquer indício de falhas no sistema atual. De acordo com ele, a adoção do voto impresso, defendido pelo chefe do Executivo, trará de volta fraudes e falhas humanas, problemas já superados com a implementação do sistema eletrônico .


*Em atualização

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Política Nacional

José de Abreu: ‘Não tenho que me arrepender ou pedir desculpas’

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O ator José de Abreu
Reprodução/redes sociais

O ator José de Abreu

O ator José de Abreu se pronunciou publicamente depois do episódio envolvendo a deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP) . Pelo Twitter, ele retuitou uma mensagem onde um usuário ameaçava a deputada fisicamente. O retuite é a ferramenta que possibilita o compartilhamento de uma mensagem escrita por terceiros.

“Se eu encontro na rua, soco até ser preso”, escreveu o usuário em uma matéria postada pelo iG .

Pelo Twitter, o José de Abreu disse não sentir necessidade de pedir desculpas para a deputada, já que o compartilhamento de uma mensagem por retuíte “nunca significou apoio ou concordância”.

“Eu não tenho do que me arrepender ou pedir desculpas. RT para mim nunca significou apoio ou concordância. Dou RT em vários posts com os quais não concordo, como uma maneira de ampliar. Esta ferramenta é assim. Sempre foi assim e assim será. Já RT em várias espécies de fascistas”, escreveu.

“Os ataques que recebi de Mario Frias, Alessandro, Noblat et caterva, que tem as mãos sujas do sangue de 600 mil brasileiros, só me deixam mais certo de que estou, como sempre estive, do lado dos menos favorecido. Contra a violência da fome, apenas minha palavra: canalhas”, continuou.

Ele questionou os posicionamentos adotados pela deputada nas votações da Câmara, voltou a atacá-la, dizendo que ela “defende os que defendem a fome”.

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No domingo, depois de falar sobre o centenário de nascimento de Paulo Freire, patrono da educação brasileira, Zé de Abreu já tinha comentado o assunto pela primeira vez, negando que o retuíte fosse um endosso à ameaça. “Aprendam a usar esta ferramenta: dar RT pode significar denúncia e não apenas apoio. Depende de quem o faz. Bom domingo a todos com @LulaOficial e Paulo Freire na cabeça”, postou.

Tabata criticou o ator, prometeu medidas cabíveis. “A ameaça não vai me calar, isso é certo. Mas aproveito a oportunidade para fazer um convite à reflexão, para que não deixemos a intolerância, mesmo a mais sutil ou invisível, tomar conta da política brasileira. Somos melhores do que isso. A violência política é a razão pela qual milhares de mulheres nem ousam se candidatar pra começar. Escuto isso todos os dias. Ninguém é obrigado a conviver com isso. Tomarei as medidas judiciais cabíveis, mas, de novo, ñ é a justiça sozinha que dará conta de resolver o problema”.

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