Política Nacional

Câmara dos Deputados vota nesta quarta-feira mais projetos em defesa de crianças e adolescentes

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A Câmara dos Deputados retoma nesta quarta-feira (15), às 13h55, a votação de projetos relacionados à educação e à proteção de crianças e adolescentes. Nesta semana, os parlamentares priorizarão esses temas em virtude do Dia das Crianças e do Dia dos Professores.

O anúncio foi feito no último dia 10 pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

O que pode ser votado hoje:

  • Projeto de Lei (PL) 1556/19, do ex-deputado Edilázio Júnior (MA), que concede direito à meia-entrada para professores da educação básica. Hoje o benefício é restrito a professores da rede pública e de algumas localidades;
  • PL 4937/24, do Senado, que transforma em lei o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, lançado em 2023;
  • PL 1971/25, do deputado Marcos Tavares (PDT-RJ), que cria a Política Nacional de Proteção à Primeira Infância no Ambiente Digital;
  • PL 3287/24, da deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA), que prevê o uso de algoritmos para combater crimes virtuais contra crianças e adolescentes;
  • PL 5669/2023, da deputada Luisa Canziani (PSD-PR), que cria a Política de Prevenção e Combate à Violência em Escolas (Prever);
  • PL 3444/23, da deputada Lídice da Mata (PSB-BA), que regulamenta a atividade de influenciador digital;
  • PL 2225/24, da deputada Laura Carneiro, que prevê políticas para aproximar crianças e adolescentes do meio natural; e
  • PL 2810/25, do Senado, que aumenta penas para crimes sexuais cometidos contra pessoas em situação de vulnerabilidade, como crianças, adolescentes.
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Confira a pauta completa

O que foi aprovado ontem
Na terça (14), a Câmara aprovou várias propostas relacionadas a crianças e adolescentes. Confira:

  • PL 3824/23, que cria a Política Mais Professores para o Brasil a fim de estimular jovens a cursarem licenciatura para dar aulas no ensino básico em troca de bolsas;
  • PL 743/23, que permite o transporte de professores do ensino básico da área rural em veículos de transporte escolar;
  • PL 3096/24, que inclui os alunos da rede federal de educação profissional, científica e tecnológica no programa de transporte escolar se residentes em área rural;
  • PL 672/25, que garante de piso salarial dos professores para contratos temporários;
  • PL 1924/25, que modifica a Política Nacional Integrada da Primeira Infância (PNIPI) prevendo planos de ação de quatro anos com metas e indicadores;
  • PL 625/25, que cria o Selo Compromisso com a Primeiríssima Infância para premiar municípios com políticas para garantir creches e valorizar os  profissionais de creches públicas;
  • PL 2122/25, que especifica ações a serem adotadas nas escolas por psicólogos e assistentes sociais para melhorar as relações interpessoais; e
  • PL 6234/23, que prioriza a tramitação de inquéritos policiais, investigações e processos judiciais relacionados a crimes contra a vida de crianças ou adolescentes.
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Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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Política Nacional

Regulamentação da educação domiciliar é tema de debate na Câmara nesta terça

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados promove, nesta terça-feira (9), uma audiência pública sobre educação domiciliar (homeschooling) e seus impactos para as crianças e suas famílias. O debate será realizado às 16h30, em plenário a ser definido.

O debate foi sugerido pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) e pretende discutir a regulamentação nacional da educação domiciliar.

A audiência deve abordar:

  • a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que considerou a prática compatível com a Constituição, desde que seja disciplinada por lei federal; e
  • o Projeto de Lei 1338/22, que permite a educação dos filhos em casa. O texto já foi aprovado pela Câmara e, atualmente, está em análise no Senado.

Insegurança jurídica
Nikolas Ferreira afirma que a falta de regulamentação tem gerado insegurança jurídica para as famílias que assumem diretamente a educação dos filhos.

Ele cita casos em que pais foram condenados por abandono intelectual, apesar de manterem uma rotina educacional estruturada para os filhos.

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O deputado afirma que a educação domiciliar deve ser analisada sob os aspectos da liberdade educacional, da responsabilidade dos pais e do melhor interesse da criança. Segundo ele, o ensino individualizado pode favorecer a aprendizagem ao se adaptar ao ritmo e às necessidades de cada estudante.

Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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