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Política Nacional

Câmara instala comissão para debater mudanças no sistema eleitoral

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A Câmara dos Deputados instalou nesta terça-feira (4) uma comissão especial para discutir a reforma eleitoral. A base da reforma é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 125/11), de autoria do deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), que adia a realização de eleições marcadas para data próxima a um feriado.

O Parlamento tem até o início de outubro para aprovar regras que sejam válidas para a eleição de 2022. A comissão é composta por 34 membros titulares e 34 suplentes. O deputado Luis Tibé (Avante-MG) será o presidente da comissão e a deputada Renata Abreu (Pode-SP) será a relatora.

Os deputados devem propor outras mudanças, como a reserva de vagas para deputadas mulheres e o incentivo à realização de plebiscitos e referendos. Entre os temas polêmicos em discussão está o chamado “distritão”. Por esse sistema, são eleitos os vereadores e deputados (estaduais e federais) mais votados, como ocorre atualmente na escolha de prefeitos, governadores e presidente da República. Não será considerada a proporcionalidade do total de votos recebidos pelos partidos e coligações. 

Para o deputado Henrique Fontana (PT-RS) a implementação do distritão no país pode prejudicar os programas dos partidos e favorecer personalidades famosas. “A adoção do distritão elevaria o problema do personalismo. Não se muda os rumos do país com a reunião de personalidades”, disse. Na avaliação do deputado Glaustin da Fokus (PSC-GO), a proposta pode dar mais transparência no sistema eleitoral. “Atualmente, o voto do eleitor pode ser contabilizado para eleger um candidato que ele não escolheu”, argumentou.

Leia mais:  Ex-ministros do Meio-Ambiente pedem que PGR investigue Ricardo Salles

Edição: Fábio Massalli

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Política Nacional

Pazuello recusa auxílio de assessores e irá a CPI com farda do exército

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Eduardo Pazuello, general e ex-ministro da saúde, irá depor na CPI
Reprodução: iG Minas Gerais

Eduardo Pazuello, general e ex-ministro da saúde, irá depor na CPI

 O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello , que irá depor na CPI da Covid nesta quarta-feira (19) pretende ir vestido com a farda do exército. As informações são da Revista Veja.

O general da ativa rechaçou opiniões de assessores do planalto, que pretendiam fazer um treinamento com Pazuello, para prepará-lo em caso de perguntas de temas espinhosos, como a crise da falta de oxigênio em hospitais no Amazonas .

Aliados aconselharam o ex-ministro a não usar o fardamento militar, pois poderia ser visto como uma provocação aos membros da comissão, contudo, Pazuello respondeu dizendo que por se tratar de um evento oficial, as regras do quartel pedem para ele se vestir dessa forma, e mostrar que ele é um General do Exército .

Nesta terceira semana de depoimentos da Comissão do Senado , Ernesto Araújo , ex-ministro das relações exteriores foi ouvido nesta terça (18).

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