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Internacional

Casos de covid-19 batem recorde na França

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As novas infecções diárias por covid-19 na França permaneceram acima da marca recorde de 18 mil pelo segundo dia consecutivo nessa quinta-feira (8). O número de pessoas doentes sendo tratadas em hospitais também aumentou.

Os números foram divulgados pouco antes de o ministro da Saúde do país, Olivier Veran, anunciar, em entrevista coletiva, novas restrições para conter a doença.

Os hospitais da região de Paris entraram em situação de emergência, cancelando os feriados da equipe e adiando operações não essenciais, uma vez que os pacientes com o novo coronavírus representavam quase metade de todos os pacientes em unidades de terapia intensiva (UTIs).

Veran anunciou que as cidades de Lyon, Lille, Grenoble e Saint-Etienne ficarão em alerta máximo para a covid-19, nível alcançado por Paris e Marselha, a partir de sábado (10), o que desencadeará novas medidas para conter a circulação do novo coronavírus nessas cidades.

Ele disse que a situação em Toulousse e Montpellier também é preocupante e que essas cidades também podem ir para o alerta máximo a partir de segunda (12). Dijon e Clermont-Ferrand podem ir para um nível maior de alerta a partir de sábado, acrescentou. “Infelizmente, a situação na França continua a deteriorar”. 

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O número de pessoas internadas com a doença na França atingiu seu maior patamar em três meses, de 7.624, um salto de 88 casos em 24 horas. Esse total ainda é menor do que o pico de 14 de abril, de 32.292, mas está acima da mínima de 29 de agosto, de 4.530.

Havia mais 11 pacientes em UTIs com a doença, totalizando 1.427, uma contagem quase quatro vezes maior do que a mínima de 31 de julho, de 371.

O número de pessoas que morreram de covid-19 na França aumentou em 76, número superior à média móvel de sete dias, de 73, e que agora totaliza 32.521 óbitos.

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Internacional

Chile avalia possibilidade de terceira dose de vacina contra covid-19

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O governo do Chile estuda a possibilidade de distribuir uma terceira dose de reforço de vacina contra a covid-19, anunciou o presidente chileno nessa terça-feira (22), enquanto o país tenta combater mais uma onda de infecções, em meio a dúvidas sobre a eficiência da vacina da Sinovac contra variantes mais transmissíveis do vírus.

O presidente Sebastián Piñera afirmou que especialistas de saúde estão avaliando estudos científicos para determinar se uma terceira dose seria necessária, enquanto é iniciada a imunização de adolescentes no país. 

“Como governo, estamos atentos aos problemas de hoje, mas também precisamos nos antecipar e preparar para enfrentar os problemas de amanhã”, acrescentou.

O Chile depende amplamente da vacina contra a covid-19 desenvolvida pela chinesa Sinovac, a CoronaVac, para executar uma das campanhas de vacinação mais rápidas do mundo, administrando 16,8 milhões de doses, além das 3,9 milhões de doses da vacina da Pfizer/BioNTech e outras quantidades menores de imunizantes da Cansino Biologics e da AstraZeneca.

Até agora, 78% do público-alvo do Chile tomaram pelo menos uma dose, e 61% estão completamente vacinados.

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O Chile foi um teste importante para a eficácia da vacina da Sinovac no mundo. Em estudo publicado em abril, a vacina chinesa provou ser minimamente eficiente na prevenção da doença após a primeira dose. Com a segunda, o imunizante apresentou 67% de eficácia na prevenção de infecção sintomática, 85% na prevenção de hospitalizações e 80% na prevenção de mortes.

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