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Internacional

Ciclone mata 33 pessoas, deixa 100 desaparecidas e paralisa vacinação na Índia

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Ciclone deixa destruição e pessoas desaparecidas na Índia
REPRODUÇÃO/G1

Ciclone deixa destruição e pessoas desaparecidas na Índia

A passagem do ciclone Tauktae na Índia deixou ao menos 33 mortes e quase 100 desaparecidos nos estados do oeste do país, como Kerala, Goa, Maharashtra e Gujarat. O fenômeno é um dos piores a atingir a região em décadas, e, além disso, a Índia vive o momento com mais mortes por Covid-19 desde o início da pandemia . As informações foram apuradas pela  Folhapress .

Os fortes ventos derrubaram casas, árvores e torres de energia elétrica. Ao atingir a costa de Centenas de milhares de pessoas ficaram sem energia depois que o ciclone atingiu a costa de Gujarat nesta segunda-feira (17), mais de 16.500 residências foram danificadas e 40 mil árvores arrancadas. Também houve bloqueio nas estradas, o que dificultou o trabalho das equipes de resgate.

Além disso, em meio à tempestade, uma embarcação petroleira com 273 pessoas a bordo afundou. Dessas, apenas 182 foram resgatadas e as outras seguem desaparecidas. “Esta é uma das buscas mais desafiadoras que eu vi nas últimas quatro décadas”, disse Murlidhar Sadashiv Pawar, subchefe da Marinha indiana.

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Pandemia

Além do ciclone , ontem o país também registrou um novo recorde de mortes em decorrência da Covid-19 , com quase 280 mil infecções nas últimas 24 horas e 4.329 óbitos. No total, foram mais de 250 mil mortes no país.

As autoridades de Gujarat trabalham para evitar cortes de energia nos hospitais e fábricas de oxigênio da costa. O estado também precisou suspender a campanha de vacinação por dois dias devido ao ciclone. Mumbai fez o mesmo por um dia. O governo de Gujarat disse esperar que o clima melhore na quarta (19).

Fonte: IG Mundo

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Internacional

G7 exige ação da Rússia contra crimes cibernéticos e “atividades malignas”

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 G7 exigiu da Rússia atitudes contra crimes cibernéticos
Reprodução/Flickr

G7 exigiu da Rússia atitudes contra crimes cibernéticos

O G7 , grupo dos sete países mais industrializados do mundo, exigiu neste domingo (13) que a Rússia tome medidas contra os que fazem ataques cibernéticos e usando ransomware a partir do país. O ransomeware é um ataque que restringe o acesso ao sistema infectado com uma espécie de bloqueio e cobra um resgate em criptomoedas para que o acesso possa ser restabelecido.

A reprimenda veio em um comunicado emitido após uma cúpula de três dias entre líderes do G7 no Reino Unido, que também pediu que Moscou “pare com seu comportamento desestabilizante e atividades malignas” e conduza uma investigação sobre o uso de armas químicas em território russo.

O comunicado diz que a Rússia precisa “responsabilizar aqueles que, dentro de suas fronteiras, conduzem ataques ransomeware, abusam de moedas virtuais para lavar dinheiro e outros crimes cibernéticos”. 

A questão está sob os holofotes após um ataque virtual ao Colonial Pipeline, maior tubulação de combustíveis dos Estados Unidos, e outro que interrompeu as operações norte-americanas e australianas do frigorífico JBS. 

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A nota do G7 pede ações mais amplas contra ataques cibernéticos. “Pedimos que os estados identifiquem e interrompam redes criminosas de ransomware que operem de dentro de suas fronteiras e responsabilizem essas redes por suas ações”, diz o documento. 


O pedido por investigação sobre uso de armas químicas vem após o crítico do Kremlin Alexei Navalny ser atendido na Alemanha, com médicos alemães informando que foi um envenenamento com um agente nervoso de uso militar. Navalny acusa Putin de ordenar o envenenamento, mas o Kremlin nega as acusações. 

Fonte: IG Mundo

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