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Economia

CMN regulamenta programa de crédito a micro e pequenas empresas

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As micro e pequenas empresas e os microempreendedores individuais (MEI) que contraírem financiamentos do Programa de Estímulo ao Crédito (PEC) deverão ter pelo menos 24 meses para quitar a operação. Não haverá carência, com o tomador começando a pagar as prestações logo após a assinatura do contrato.

A medida consta da regulamentação do PEC, aprovada hoje (29) pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). O órgão regulamentou a Medida Provisória 1.057/2021, editada no início do mês, que lançou o programa especial para pequenos negócios e MEI.

O CMN também determinou que os créditos obtidos por meio do programa não poderão ser usados para quitar outros débitos com o banco. Segundo o Banco Central, o PEC pretende dar às empresas de menor porte melhores condições para enfrentarem a pandemia de covid-19 e prepararem-se para a retomada da economia.

Diferentemente do Pronampe, que tem um Fundo Garantidor de Operações (fundo que cobre eventuais inadimplências) abastecido com aportes do Tesouro Nacional, o PEC não terá garantias da União. Os financiamentos do novo programa serão inteiramente bancados pelas instituições financeiras, com taxas definidas em livre negociação.

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Segundo a equipe econômica, o PEC deve gerar até R$ 48 bilhões em crédito para MEI e empresas que faturam até R$ 4,8 milhões por ano. Um programa semelhante foi editado no ano passado, para beneficiar empresas com faturamento de até R$ 300 milhões, mas a medida provisória perdeu a validade no Congresso.

Para estimular a adesão das instituições financeiras, a medida provisória do PEC autorizou que os bancos incluam o valor emprestado por meio do programa no capital para fins prudenciais, recursos destinados a cobrir eventuais calotes.

Correspondentes bancários

O CMN também autorizou que os correspondentes bancários, empresas contratadas pelos bancos para prestarem serviços aos clientes, atuem de forma digital. Segundo o Banco Central (BC), a autorização estava valendo, mas o órgão decidiu tornar o texto mais claro após dúvidas das instituições financeiras.

De acordo com o BC, a atuação digital está em linha com a terceira fase do open banking, previsto para entrar em vigor em 30 de agosto e que inclui o compartilhamento de informações sobre as transferências via Pix.

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“A inclusão dos correspondentes virtuais é evolução natural decorrente da digitalização da economia e está em linha com a previsão de implementação do serviço de encaminhamento de proposta de operação de crédito, na fase 3 do open banking”, destacou o BC.

Edição: Aline Leal

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5 dicas de educação e planejamento financeira para estudantes

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5 dicas de educação e planejamento financeira para estudantes
Sophia Bernardes

5 dicas de educação e planejamento financeira para estudantes

Aos jovens, alcançar o ensino superior, normalmente, é um objetivo comum entre eles. Uma vez que, o mercado de trabalho está contratando cada vez mais jovens com ensino superior completo.

De acordo com o Censo da Educação Superior 2019, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) , no Brasil existem ao todo, 2.608 instituições de educação superior, sendo 2.306 privadas e 302 públicas. Ou seja, 76% das universidades no país são pagas.

Desse modo, a organização financeira deve ser considerada uma prioridade. Tendo em vista que, que a chance do jovem precisar pagar seus estudos, é muito grande.

Pensando nisso, Felipe Chanes, gerente de controladoria do Pravaler , maior plataforma de soluções financeiras para educação do Brasil, separou 5 dicas de como gerenciar suas finanças de uma maneira descomplicada.

1 – Planeje as finanças

Em primeiro lugar, é fundamental um planejamento de como utilizar o dinheiro. Portanto, vale a pena, traçar um limite de gastos mensais, comprar apenas o necessário e organizar para os investimentos futuros.

“Se você toma consciência de onde quer chegar, fica mais fácil, e motivador, fazer escolhas que podem resultar em economia de dinheiro. Como controlar os gastos no cartão de crédito, ou diminuir o uso de aplicativos de mobilidade, refeições, etc.”, explica Felipe Chanes.

2 – Tenha comprometimento

Em suma, para o estudante alcançar seu objetivo de organização financeira, é fundamental ser responsável com as suas finanças, para não se endividar. Logo, é importante adaptar a rotina e os gastos de forma consciente.

Além disso, é de extrema importância o jovem saber seu orçamento e o limite dele, levando em conta que o comprometimento em atingir as metas

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“A vida de um estudante traz gastos peculiares como compra de livros, cópias de documentos, transporte, etc. No dia a dia, estes gastos, seja pelo valor ou pela rotina, podem ser subestimados, e as pessoas acabam direcionando os recursos para outros fins, muitas vezes não essenciais”, comenta o gerente da Pravaler.

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