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Comida natural: suplementação de nutrientes na alimentação dos pets

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A evolução das pesquisas sobre nutrição animal e a escolha crescente dos tutores pela alimentação totalmente natural (AN) para os pets, provocaram muitas dúvidas sobre a suplementação de nutrientes para os bichinhos. É necessário entender que para ela ser feita da melhor forma possível, é necessário entender dois conceitos: alimentar e nutrir.

suplementação da alimentação de pets
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A suplementação da alimentação da comida natural dos pets

Apesar de muitas pessoas acharem que são conceitos parecidos, eles são muito diferentes e, quando se trata dos pets, a distância entre os dois aumenta ainda mais. Podemos dizer que alimentar um pet é oferecer comida quando ele tem fome. Já quando pensamos em nutrição, estamos falando no balanceamento e na funcionalidade dos nutrientes para atender às necessidades dos cães e gatos.

E, em se tratar da alimentação natural, a nutrição exige a suplementação. Ela não é só necessária, mas obrigatória. Isso porque, mesmo com alimentos saudáveis, seu pet precisará de alguns nutrientes que não se encontram presentes nela.

A não suplementação fará com que o organismo trabalhe deficitariamente, ou seja, não terá boa produção de hormônios, anticorpos entre outros. Em casos extremos podemos ter fraturas ósseas por falta de suplementação. Abaixo você confere quais nutrientes devem ser implantados, como devem ser implantados e de que formas.

Os nutrientes que precisam ser suplementados

Em geral, são suplementadas as principais vitaminas e minerais que os animais necessitam, e dependendo o caso, podem ser mais de 30 tipos. Entre elas estão vitamina D, cálcio, fósforo, potássio, vitamina B etc.

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Essa suplementação da alimentação dos pets auxilia o metabolismo para a realização correta de suas funções. Isso favorece a prevenção de doenças, auxilia em tratamentos médicos em andamento, na qualidade de vida e na longevidade dos pets.

É sempre bom lembrar que as rações industriais já contém suplementação, portanto, qualquer inclusão resultará em excesso das necessidades diárias do pet. 

Precisa ser na dose certa

 Existe um comportamento recorrente, principalmente para os tutores de raças grandes e gigantes. Eles acreditam que precisam dar muito cálcio, pois o cão está crescendo muito rápido e precisa de ossos fortes. Outros querem dar suplementos X ou Y para que “levantem as orelhas” e tantas outras crenças infundadas.

O médico veterinário Dr. Marcelo Gusella, de Joinville, Santa Catarina, explica que a suplementação deve ser de acordo com o peso do animal. Quando sua manipulação é feita em farmácias, é calculada a quantidade de cada vitamina e mineral específica para o peso daquele cão.

Já as comerciais adiciona-se, em média, 10g de suplemento para cada kg de alimentação natural. Pacientes com comorbidades podem precisar de suplementação específica, e essa deve ser avaliada individualmente.

 Suplementação industrializada ou é possível fazer o suplemento em casa?

Basta uma pesquisa rápida na Internet e o tutor encontrará diferentes fabricantes de suplementos e uma infinidade de receitas caseiras, de e-books e cursos de todas as formas. 

Entre os ingredientes estão cascas de ovos, kéfir, iogurte natural e até o alho. Este último, para alguns cães é um verdadeiro veneno e para outros atua até como antipulgas natural.

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Existe, ainda, uma suplementação caseira com casca de ovos e outros ingredientes, porém ela exige atençao. É difícil de fazer e se feita de maneira desordenada deixará o animal com insuficiência de vitaminas, o que pode resultar em sérios problemas de saúde.

Para o Dr. Marcelo, a utilização da suplementação comercial é a mais fácil de usar e extremamente completa. Porém, “a suplementação manipulada fazemos especifica para cada animal, em casos onde o animal rejeita a suplementação comercial”.

“Compostos naturais que podem ser adicionados como ervas, iogurte natural ou kéfir ajudam o organismo como um todo, mas não substituem a suplementação comercial ou manipulada”, completa Gusella. 

Quando o pet passa a comer AN 

Quando o cão ou gato muda a alimentação, de ração comercial para alimentação natural, suplementação da alimentação de pets, ainda não é indicada, por necessitar de uma fase de adaptação.

Se essa fase não for respeitada, a suplementação pode gerar recusa do alimento, vômito ou diarreia. Desta forma, ela deve ser introduzida lentamente, assim que o animal já estiver adaptado à alimentação natural.

No caso de pets com alergia alimentar, o tutor deve seguir as orientações do veterinário ou nutrólogo, e evitar compostos de origem animal que possam causar a alergia como derivados bovinos, suínos ou de frango.

O tutor que oferece alimentação natural ao seu mascote deve sempre fazer os exames anuais, o check up geral, verificando também a dosagem das principais vitaminas como vitamina D, cálcio, potássio e fósforo.

Fonte: IG PET

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Mini King Kong: macaco selvagem mantém filhote de cachorro “refém” por três dias

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Filhote de cachorro é mantido
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Filhote de cachorro é mantido “refém” de macaco por três dias

Nesta última quinta-feira (16) moradores de Taman Lestari Putra, na Malásia, presenciaram uma cena bastante curiosa ao precisarem resgatar um filhote de cachorro com apenas alguns dias de vida de um macaco.

Segundo informações de moradores do local, que acreditam que o primata tenha capturado o cãozinho de alguma ninhada de rua, o animal parecia cuidar do filhote canino como se fosse seu próprio bebê e não mostrava qualquer interesse em feri-lo.

O macaco percorria por fios de eletricidade e levou o filhote para o alto de um poste telefônico, onde voltava diariamente para se alimentar. Apesar de não por o filhote em perigo, os moradores estavam preocupados pelo fato de o cãozinho estar há tanto tempo sem ser alimentado e tentavam resgatá-lo, com algumas tentativas frustradas.

Apenas após três dias de tentativas, conseguirem resgatar o pequeno filhote, com muita comemoração por parte das testemunhas. O filhote, que foi batizado como Saru, foi adotado e já está vivendo em sua nova casa.

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Na Malásia o contato entre macacos e humanos são bastante comuns e, entre 2013 e 2016, cerca de 70 mil animais foram mortos a cada ano em um programa do Departamento de Vida Selvagem do país, segundo informações do Newsflare.

Em algumas regiões, como Bali, na Indonésia, macacos passaram a invadir casas em busca de alimentos, já que a movimentação de turistas – que costumavam dar lanches a esses animais – diminuiu devido a pandemia da covid-19.



Fonte: IG PET

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