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Conheça os melhores destinos para turismo de aventura em São Paulo

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Viaduto Sumaré, em São Paulo
Reprodução/ Prefeitura de São Paulo

Viaduto Sumaré, em São Paulo


São Paulo é oi estado com o maior número de habitantes do Brasil e, entre suas cidades pequenas e metróploes, é possível encontrar pessoas que são apaixonadas pelos esportes radicais, inclusive na própria capital. Para quem deseja sair da rotina e curtir doses de adrenalina sem precisar deixar o estado, as cidades oferecem opções de turismo de aventura tanto na própria capital quanto nos seus arredores.

As possibilidades são amplas e envolvem a família toda, então ninguém fica para trás na viagem, além de contemplar todos os tipos de bolso. Entre os esportes mais procurados estão o rapel, esqui, rafting e quadriciclo. Veja onde encontrar cada um deles.

1. Escalada na Pedra Santuário, Pedra Bela, São Paulo – SP

Rapel para iniciantes em Pedra do Santuário, Pedra Bela
Divulgação/Rapel SP

Rapel para iniciantes em Pedra do Santuário, Pedra Bela


Para quem não tem medo de altura e gostaria de ganhar experiência com rapel, essa é uma ótima opção. Durante a atividade, são fornecidos equipamentos e orientações para a prática segura da escalada para iniciantes a partir dos 5 anos, ou seja, é possível aproveitar com a família toda.

A Pedra Santuário, em Pedra Bela, fica a 1h45 da capital (118 km). O local possui vários pontos de escalada nível fácil, com vias de até duas ‘enfiadas’ (etapa pertencente a uma via, de “parada” a “parada”) de 40 metros em média. Por ser um lugar de fácil acesso, a visita dura um dia, tem valores a partir de R$ 98 por pessoa. 


2. Viaduto Sumaré, São Paulo – SP

rapel com a vista espetacular do viaduto Sumaré
Divulgação/Rapel SP

Que tal um rapel com a vista espetacular do viaduto Sumaré, na capital?


Você viu?

Ainda para os interessados em rapel, o Viaduto Sumaré é um dos locais mais procurados da capital para essa prática e fica coladinho ao metrô Sumaré, o que facilita bastante o acesso, sem falar da vista: os carros passando lá embaixo, há 28 metros de altura. Pura adrenalina!

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Há duas opções: rapel monitorado e acompanhado. Na primeira opção, voltado para quem tem mais segurança e experiência, o praticante desce sozinho com monitoramento na saída enquanto outro instrutor fica na ponta da corda. Já no acompanhado, para quem tem menos experiência (ou nenhuma), o instrutor acompanha e orienta os participantes o tempo todo, ou seja, independentemente do seu nível de intimidade com rapel, todos podem aproveitar.

É possível aproveitar essa experiência de dia, com horários das 9h da manhã às 14h30, e à noite, com horários das 16h às 22h15. Os valores variam: rapel acompanhado diurno R$ 71 (por pessoa), e noturno R$ 64 (por pessoa). Já o rapel monitorado noturno sai por R$ 49 (por pessoa), e diurno R$ 57 (por pessoa). 

3. Ski Mountain Park, São Roque – SP

Snowboard no Ski Mountain Park, São Roque
Divulgação/Ski Mountain Park

Snowboard no Ski Mountain Park, São Roque


A 66 km da capital, o Ski Mountain Park de São Roque oferece atrações de ski em meio à cidade, agradando tanto os adultos quanto as crianças. A diversão já começa quando o visitante estaciona o carro em um nível mais baixo e sobe de trenzinho. Lá em cima, é possível praticar snowboard e esqui, além de ir no teleférico e no tobogã, praticar arvorismo, passeios a cavalo, paintball, torre de alpinismo, tirolesa e arco e flecha; opções para todos os gostos e idades.

Para aproveitar isso tudo, há uma taxa de R$ 30 em dinheiro para entrar e as demais atividades são cobradas à parte. Para usar a pista de esqui e snowboard por 60 minutos, é cobrada uma taxa de R$ 80, o passeio a cavalo custa R$ 35 e o paintball R$ 30 (com 40 munições). O parque funciona aos sábados e domingos, das 10 da manhã às 18h.

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4. Rafting no Rio Juquiá, Registro – SP

Rafting
Pexels

Rafting


O Rio Juquiá nasce da junção do Rio Açungui com o Rio Juquiá-Guaçu e desemboca no rio Ribeira de Iguape, no município de Registro (558,4 km da capital). Descer pelas corredeiras em botes infláveis é uma atividade bastante procurada por lá, com percursos remansos e agitação da água considerada intermediária para a prática da atividade.

Para curtir essa experiência é necessário preencher um termo de conhecimento de risco e desembolsar R$ 135 por pessoa. É aconselhável vestir roupas confortáveis e tênis e levar uma muda de roupas e uma toalha, afinal a possibilidade de se molhar é bem alta. O passeio inclui o fornecimento de equipamentos de segurança e o acompanhamento de instrutores, mas para participar é obrigatório que os participantes tenham mais de 1,10 m de altura e, no mínimo, 6 anos, então é possível curtir com a família toda.

5. Passeio de Quadriciclo em Joaquim Egídio, Campinas – SP

Passeio de quadriciclo
Divulgação/Aventurando

Passeio de quadriciclo


Em Campinas, é possível se aventurar em um passeio de quadriciclo por montanhas, mata, terra e erosões. Essa dose de adrenalina pode ser sentida pelo preço de R$ 129,90 por quadriciclo em Joaquim Egídio, Campinas (458,5 km de São Paulo), sendo que cada quadriciclo pode comportar uma ou duas pessoas que revezam a pilotagem.

O percurso dura por volta de 1 hora e conta com guias para darem todas as instruções e supervisionarem o passeio aos sábados, domingos e feriados, com saída às 9h da manhã, às 10h, 11h30, 13h e 14h. Cada saída leva no máximo 10 pessoas ou 5 quadriciclos, e menores de idade deverão estar autorizados e acompanhados pelos pais ou responsáveis.

A atividade é contraindicada para gestantes, e se tratando de idosos ou PcD, é preciso verificar a capacidade de adaptabilidade.

Fonte: IG Turismo

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Única vinícola do Rio de Janeiro produz cinco rótulos e está recebe visitantes

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Ensaio de casamento na vinícola Inconfidência
Reprodução Instagram Hugo Carneiro

Ensaio de casamento na vinícola Inconfidência


Cada vez mais o Brasil demonstra apreço não só pelo  vinho – o consumo cresceu 18,5% somente este ano, de acordo com a Organização Internacional da Vinha e do Vinho -, mas pelo cultivo das uvas e produção da bebida. O turismo do vinho mais conhecido fica no Rio Grande do Sul , mas São Paulo já mostrou que não fica muito atrás com as cidades de  São Roque e Jundiaí , cada uma com sua rota do vinho. Pouco antes da pandemia,  o Rio de Janeiro dava seus passos com a primeira e única vinícola disponível para visitação e degustação.

A vinícola Inconfidência teve suas primeiras parreiras plantadas em 2010 no terreno que antes cultivava café. Maurício – um dos três filhos de Ângela e José Claudio Aranha – conta que depois de um inverno rigoroso, eles perderam toda a plantação de café, sem chance de recuperação. Entretanto, seu José observou no frio a oportunidade de mudar o foco da plantação e começou a percorrer vinícolas para ver se sua ideia era possível: uma vinícola no Rio de Janeiro.

Foi em Minas Gerais – sim, os mineiros também têm sua rota do vinho – que seu José conheceu o agrônomo Murillo Albuquerque Regina. O profissional com pós-doutorado francês na técnica de vinicultura já trabalhava com uma tecnologia de duas podas nas parreiras, permitindo a produção de uvas no inverno na região da Mantiqueira mineira. Então, em 2010, a família Aranha e outros profissionais desenvolvem um plano para, em dez anos, atingir a meta de produção e vinificação das uvas na propriedade.

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Uvas e vinhos da Inconfidência

O foco da vinícola, desde o começo, é a produção de vinhos finos de alta qualidade. Para isso, eles escolheram plantar uvas tintas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot e Syrah, enquanto a uva branca escolhida foi a Sauvignon Blanc. Em 2013, elas começaram seu período produtivo. “No começo, a gente plantava aqui no Rio de Janeiro e levávamos as uvas para vinificação na Epamig (Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais). Quando nós terminamos de construir a unidade de vinificação em 2018, no ano seguinte já centralizamos tudo no nosso terreno”, conta Maurício.

Visitação e degustação

A vinícola Inconfidência oferece duas opções de passeios e cada um deles dura, em média, uma hora, sendo em torno de 20/25 minutos na área das parreiras e o restante do tempo para degustação. A diferença entre eles está na parte de prova: para degustar um rótulo, o valor é R$ 50, e dois rótulos o valor é R$ 60.

Com a pandemia, Maurício conta que as visitações foram suspensas até a vacinação estar completa, mas que eles já têm planos para 2022, especialmente porque algumas uvas deram safra este ano e isso vai aumentar o número de rótulos da vinícola de cinco para sete. “Nós estamos com um projeto de oferecer cestas de piquiniques, além da degustação, para que as pessoas possam aproveitar mais o passeio e o tempo aqui na propriedade. Para um futuro distante, planejamos montar um restaurante e servir pratos harmonizando com nossos vinhos”.


Fonte: IG Turismo

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