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Documento mostra que AstraZeneca se negou a negociar vacinas por intermediários

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Laurício Monteiro Cruz foi exonerado após matéria do Jornal Nacional
Divulgação / CRMV-DF

Laurício Monteiro Cruz foi exonerado após matéria do Jornal Nacional


A farmacêutica AstraZeneca informou ao governo federal, em janeiro deste ano, que não negociava vacinas por intermediários. A informação é da TV Globo e do portal G1.

De acordo com as matérias veiculadas pelo Grupo Globo, um documento enviado pelo Ministério da Saúde à CPI da Covid mostra que a farmacêutica se posicionou desta forma, pois uma companhia teria oferecido doses de vacina ao governo brasileiro.

“Toda a produção da vacina AZD 1222 durante o período da pandemia é destinado exclusivamente a governos e organizações internacionais de saúde ao redor do mundo, ou seja, não há possibilidade de comercialização da vacina produzida pela AstraZeneca no mercado privado”, dizia o e-mail enviado à Secretaria-Executiva do Ministério da Saúde e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).


Porém, mesmo com este posicionamento da AstraZeneca, no último mês de fevereiro, o então diretor de Imunização do Ministério da Saúde, Lauricio Monteiro Cruz, deu aval para que um reverendo e a entidade presidida por ele negociassem 400 milhões de doses da vacina AstraZeneca, em nome do governo brasileiro, com a empresa americana Davati. A informação foi veiculada pelo Jornal Nacional. Oito dias depois, Monteiro Cruz foi exonerado do cargo.

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Ciclone intenso atinge litoral brasileiro nos próximos dias; Sul é mais afetado

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A região do Brasil mais afetada pelo ciclone será o sul do Rio Grande do Sul
WikiImages/Pixabay

A região do Brasil mais afetada pelo ciclone será o sul do Rio Grande do Sul

Segundo o Climatempo, uma chuva volumosa com raios e rajadas de vento de até 70 km/h se forma no Rio Grande do Sul, principalmente na parte sul do estado. Um  ciclone extratropical intenso  afeta o litoral brasileiro e pode fazer com que haja granizo e mar agitado se estendendo até Santa Catarina e Paraná.

Alguns “transtornos pontuais” não são descartados, de acordo com a previsão, devido ao temporal no estado. As chuvas fortes são ocasionadas por um sistema de baixa pressão atmosférica na costa da região, que dá origem a uma nova frente fria. O Climatempo reforça a instabilidade no estado, além das condições para temporais isolados, inclusive em Porto Alegre.

Ciclone

Um “ciclone extratropical intenso” deixa o mar agitado em grande parte do litoral brasileiro nos próximos dias. No litoral gaúcho o mar já começa a subir hoje. Em Santa Cataria e no Paraná, isso ocorre a partir desta terça-feira (21). Ao longo da semana as ondas podem chegar a até 3 metros na Região Sul.

A chuva, por outro lado, enfraquece no Rio Grande do Sul e ganha mais força no Paraná, especialmente em Santa Catarina.

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