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Economia

Dólar cai para R$ 5,17 com dados sobre economia americana

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Em um dia com poucas notícias econômicas no mercado interno, o dólar abriu a semana em queda com a divulgação de dados sobre a economia norte-americana. A bolsa de valores subiu quase 1%, ajudada pela alta do preço de minérios.

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (26) vendido a R$ 5,174, com recuo de R$ 0,036 (-0,7%). A cotação iniciou o dia em alta, chegando a R$ 5,23 pouco antes das 10h, mas inverteu o movimento após a abertura dos mercados norte-americanos.

Apesar da segunda baixa seguida, a divisa acumula alta de 4,04% em julho. No ano, o dólar registra queda de 0,29%.

No mercado de ações, o dia também foi marcado pela recuperação. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 126.004 pontos, com alta de 0,76%. O indicador começou próximo da estabilidade, mas ganhou força ainda durante a manhã, impulsionado pelo cenário externo e pela valorização de diversas commodities (bens primários com cotação internacional).

Nos Estados Unidos, a divulgação de que as vendas de novas moradias vieram abaixo do esperado reduziu a expectativa de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) retire os estímulos concedidos durante a pandemia de covid-19 antes do fim de 2022. Nesta semana, o Fed se reunirá para definir os juros básicos da maior economia do planeta.

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Atualmente, os juros básicos nos Estados Unidos estão no menor nível da história, entre 0% e 0,25% ao ano. Taxas baixas por mais tempo beneficiam países emergentes, como o Brasil. Paralelamente, a recuperação do preço do minério de ferro na China estimulou a bolsa brasileira, principalmente as ações ligadas aos setores de mineração e de siderurgia.

* Com informações da Reuters

Edição: Nádia Franco

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Economia

Dólar recua e Ibovespa apresenta alta, apesar da crise chinesa

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Apesar da ameaça de impacto global após o anúncio de calote da gigante chinesa do mercado imobiliário e de aquisições Evergrande ontem (20), o dólar fechou em queda hoje (21), em um movimento causado principalmente pela perspectiva de resolução para os precatórios.

Após oscilações entre 5,338 (+0,18%) e 5,263 (-1,23%) no decorrer do dia, a moeda norte-americana apresentou queda estável de 0,81%, cotada a R$ 5,28. A queda é a maior desde o último dia 13, quando o dólar fechou em queda de 0,84%.

Os mercados de ações dos Estados Unidos terminaram quase estáveis ​​nesta terça-feira, após a ampla liquidação no dia anterior. O banco central norte-americano (FED) realiza reunião de definição de políticas monetárias que deve durar até quarta-feira (22), quando as novas projeções econômicas deverão ser divulgadas. A possibilidade de um novo ajuste nas taxas de juros pode afetar os mercados até o final da semana.

O índice Dow Jones caiu 0,15%, e ficou em 33.920 pontos, enquanto o S&P 500 perdeu 0,081%, e ficou em 4.354 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq avançou 0,22%, a 14.746 pontos.

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No Brasil, o Ibovespa avançou 1,29% e ficou em 110.249 pontos, a primeira alta após ter recuado 6,5% no acumulado das últimas cinco sessões. O volume financeiro da sessão somou R$ 29,8 bilhões.

Sobre o caso da empresa chinesa, nenhuma medida prática foi aplicada ainda. O presidente da Evergrande mostrou confiança e afirmou que a empresa “sairá de seu momento mais sombrio”. O governo chinês não sinalizou intervenção para resgatar a empresa da atual situação.

* Com informações da Reuters

Edição: Fábio Massalli

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