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Economia

Dólar fecha em baixa pela terceira sessão seguida

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Ajudado pelo exterior, o dólar caiu pela terceira sessão seguida. A bolsa de valores alternou altas e quedas ao longo do dia, mas fechou com valorização pela quarta sessão consecutiva.

O dólar comercial fechou esta terça-feira (18) vendido a R$ 5,255, com recuo de R$ 0,012 (-0,22%). A divisa chegou a cair para R$ 5,23 na mínima do dia, por volta das 13h, mas a queda perdeu força com a remessa para o exterior de lucros recentes de multinacionais que operam no Brasil.

No mercado de ações, o dia foi marcado por ganhos. O índice Ibovespa, da B3, encerrou aos 122.980 pontos, com pequena alta de 0,03%. O indicador chegou a subir 0,5% na máxima do dia, por volta das 14h50, mas perdeu fôlego à medida que as bolsas norte-americanas recuaram nesta terça-feira.

Os mercados globais de câmbio e de ações tiveram desempenhos distintos. O dólar caiu em todo o planeta, num movimento de estímulo monetário nos Estados Unidos e de expectativas em torno da divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano), na próxima sexta-feira (21).

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Paralelamente, as bolsas norte-americanas caíram num movimento de realização de lucros, quando os investidores vendem ações para embolsarem ganhos recentes. O movimento atingiu principalmente as empresas de tecnologia. Isso reduziu os ganhos das bolsas brasileiras, impulsionadas nas últimas semanas pela divulgação de lucros de empresas e pela valorização das commodities (bens primários com cotação internacional).

* Com informações da Reuters

Edição: Claudia Felczak

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G7 apoia taxa mínima global para multinacionais e buscará acordo final em julho

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O presidente americano Joe Biden e o premier britânico Boris Johson entre outros líderes no encontro do G7
Foto: LEON NEAL / AFP

O presidente americano Joe Biden e o premier britânico Boris Johson entre outros líderes no encontro do G7

Em seu comunicado final, os líderes do G7 apoiaram a proposta dos ministros de Finanças do bloco de criar um imposto mínimo global de 15% para as multinacionais, em especial as gigantes de tecnologia americanas como Google, Facebook, Apple e Amazon, e prometeram aprofundar o debate sobre a medida.

“Precisamos de um sistema tributário que seja justo em todo o mundo. Apoiamos o compromisso histórico assumido pelo G7 em 5 de junho”, diz o comunicado.

“Vamos agora continuar a discussão para chegar a um consenso sobre um acordo global visando a uma solução equitativa na atribuição de (…) um ambicioso imposto mínimo de pelo menos 15% em uma base país a país, por meio do quadro de inclusão do G20 e da OCDE. E esperamos chegar a um acordo na reunião de julho do G20”, acrescentou. o bloco.

O próprio presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, demonstrou apoiar a medida.

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— Empresas demais têm recorrido a paraísos fiscais — afirmou Biden à Reuters. — Um imposto mínimo vai nivelar a competição. Vou avançar nesse tema nos EUA.

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Para o G7, os ministros de Finanças, na reunião preparatória, deram “um passo significativo para criar um sistema tributário mais justo para o século XXI”.

“Nossa colaboração criará um campo de jogo mais forte e nivelado, que ajudará a aumentar a receita tributária para apoiar os investimentos e acabar com a evasão fiscal”, afirmou a nota.

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