conecte-se conosco

Carros

Fiat lança linha 2022 da picape Strada com reajustes de preços

Publicado


source
Fiat Strada: versão topo de linha 2022 passa a ter preço sugerido de R$ 93.990, de acordo com a nova tabela
Divulgação

Fiat Strada: versão topo de linha 2022 passa a ter preço sugerido de R$ 93.990, de acordo com a nova tabela

A Fiat lança a linha 2022 da picape Strada sem novidades, mas com aumento de preços. Esperava-se que a picape fosse receber o novo câmbio automático CVT que a marca vai começar a utilizar no lugar do automatizado, que deixou de ser utilizado não apenas pela marca italiana, mas por todas as outras no mercado brasileiro.

A versão mais em conta da picape campeã de vendas, a Fiat Strada Endurance Cabine Plus , passa a custar R$ 77.290. Em ordem crescente de preços, a segunda das cinco versões disponíveis da picape, com cabine dupla, vale agora R$ 85.390.

Depois vem a Freedom Cabine Plus , de R$ 83.390, seguida da cabine dupla, por R$ 88.890. E a versão topo de linha, a Volcano, com motor 1.3 Fire Fly Flex, parte de R$ 93.990.

Foto: Carlos Guimarães/iG

Leia mais:  Com preço de picape, trailer Heartland Lithium tem até garagem

Foto: Carlos Guimarães/iG

Foto: Carlos Guimarães/iG

Foto: Carlos Guimarães/iG

Foto: Carlos Guimarães/iG

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

O antigo motor 1.4 Fire Evo , de 88 cv e 12,5 kgfm de torque a 3.500 rpm continua sendo usado nas versões Endurance, apenas com câmbio manual de cinco marchas. Da Freedom em diante , a picape vem com o mais eficiente 1.3, que rende 109 cv e 14,2 kgfm de torque a 3.500 rpm, que logo poderá vir com o tão esperado câmbio CVT.

Você viu?

Na lista de equipamentos, a Fiat Strada Endurance tem entre os destaques controles de tração e estabilidade, ar-condicionado, direção assistida (hidráulica), computador de bordo, protetor de caçamba, entre outros itens. Se optar pela mesma versão, mas com cabine dupla , há o acréscimo de airbags laterais.

Indo para a versão Freedom , a assistência da direção passa a ser elétrica e a picape passa a ter rodas de liga leve de aro 15, maçanetas e retrovisores da cor do veículo, mostrador digital no quatro de instrumentos, entre outros equipamentos.

Leia mais:  Veja como a nova lei de trânsito altera validade e suspensão da CNH

No caso da Volcano , as principais diferenças fica por conta da inclusão dos faróis de LED, multimídia com tela de 7 polegadas, volante revestido de couro, câmera de ré, capota maritima, pneus de uso misto, duas entradas USB , rack de teto e bancos revestidos parcialmente com couro. Veja abaixo como ficaram os novos preços da Fiat Strada da linha 2022 .

Fiat Strada Endurance Cabine Plus: R$ 77.290 Fiat Strada Endurance Cabine Dupla: R$ 85.390 Fiat Strada Freedom Cabine Plus: 83.390 Fiat Strada Freedom Cabine Dupla: 88.890 Fiat Strada Volcano Cabine Dupla: R$ 93.990

Fonte: IG CARROS

publicidade

Carros

Absoluto: conheça a história do Omega, substituto do Opala

Publicado


source


Em 1992, o Omega entraria para ocupar o lugar do Opala, porém não conseguiu obter o mesmo sucesso
Divulgação

Em 1992, o Omega entraria para ocupar o lugar do Opala, porém não conseguiu obter o mesmo sucesso

A evolução dos sedãs grandes chegou em agosto de 1992 quando a General Motors do Brasil resolveu apostar suas fichas num modelo que tivesse todos os atributos do já consagrado e líder de vendas Opala. O motivo? Enfrentar a concorrência dos importados.

Este novo carro deveria seguir o mesmo sucesso do modelo que o antecedeu. Uma mecânica robusta , espaço suficiente para que cinco ocupantes viajassem com conforto e um belo desenho na carroceria.

Com estes ingredientes a GM colocava no mercado o Omega, um veículo que tinha todos os requisitos para enfrentar a forte concorrência dos importados, com a reabertura para o comércio de carros estrangeiros.

Sedã foi vendido até 1998, quando passou a ser substituído pelo sedã importado da Austrália
Reprodução

Sedã foi vendido até 1998, quando passou a ser substituído pelo sedã importado da Austrália

O sedã da GM foi lançado inicialmente nas versões GLS (Gran Luxo Super) e a topo de linha CD (Confort Diamond) . A GLS já vinha bem recheada contando com freios ABS, teto solar e computador de bordo como opcionais.

Já a CD contava com os mesmos equipamentos da GLS , além de transmissão automática, piloto automático, painel digital de cristal líquido, toca-CDs, dupla regulagem de apoio lombar, bancos com revestimento em couro, ajuste elétrico dos faróis e porta-luvas refrigerado , muito útil para manter alimentos e bebidas em temperatura ambiente.

Chevrolet Omega na versão topo de linha CD oferecia motor 3.0 de seis cilindros em linha, vindo da Alemanha
Reprodução

Chevrolet Omega na versão topo de linha CD oferecia motor 3.0 de seis cilindros em linha, vindo da Alemanha

Imponente, graças aos seus 4,74 metros de comprimento, 1,76 metro de largura e 1,41 metro de altura, o Omega tinha ares de carro importado, principalmente os americanos. Só a título de curiosidade, nos Estados Unidos, o modelo é considerado como um sedã médio-grande enquanto no Brasil, sedã grande.

Leia mais:  Com preço de picape, trailer Heartland Lithium tem até garagem

Com um espaço de sobra, mesmo para quem vai atrás, levando em consideração seus 2,73 metros de entre-eixos, o Omega superava em conforto fazendo com que longas viagens se tornasse um prazer a seus ocupantes, digno de primeira classe.

No conjunto mecânico, o motor da GLS , um 2,0 litros era o mesmo empregado no Monza , porém a posição era longitudinal e a injeção eletrônica utilizada era a Motronic em vez da Bosch LE-Jetronic. A potência ficava em 116 cv, com torque de 17,3 Kgfm a 2.800 rpm na versão a gasolina e 130 cv na movida a álcool e torque de 18,6 Kgfm a 4.000 rpm .

Por fora, o Omega impunha muito status, principalmente a versão mais completa que contava com a grade do radiador cromada, espelhos e pára-choques parcialmente pintados na cor da carroceria, faróis auxiliares, teto solar, além das exclusivas rodas raiadas de 15 polegadas.

Suprema

Chevrolet Omega Suprema chegava em abril de 1993 com a vantagem de seu porta-malas de 540 litros
Reprodução

Chevrolet Omega Suprema chegava em abril de 1993 com a vantagem de seu porta-malas de 540 litros

Em abril de 1993 foi a vez da versão perua do Omega chegar ao mercado nacional. Batizada de Suprema , o carro agradava pelo espaçoso porta-malas de 540 litros , sendo que com o banco rebatido estas medidas pulavam para 1.850 litros.

Você viu?

A suspensão possuía um sistema pneumático, que funcionava por bomba auxiliar, que mesmo com o porta-malas carregado, mantinha o mesmo nivelamento da carroceria, favorecendo o conforto.

Chevrolet Omega Suprema também era oferecida nas versões GL, GLS e CD (foto)
Reprodução

Chevrolet Omega Suprema também era oferecida nas versões GL, GLS e CD (foto)

O desenho da traseira, de traços retos, criava uma certa harmonia com o resto do conjunto, além de favorecer na visibilidade, sobretudo nas manobras em vagas apertadas. Assim como o Omega , a Suprema também estava disponível tanto na versão GLS e CD.

Leia mais:  Veja como a nova lei de trânsito altera validade e suspensão da CNH

Em 1994, a GM lançava a espartana versão GL (Gran Luxo) , idealizada para atender a frota de taxistas e empresas em geral. A mecânica era a mesma da intermediária GLS , porém o acabamento denotava uma certa simplicidade.

Não dispunha de rodas de alumínio e frisos cromados nos para-choques. Internamente o acabamento demonstrava um certo esquecimento nos detalhes como, por exemplo, a ausência de um relógio digital, conta-giros e um acabamento mais caprichado no forro das portas.

1995: o Omega ganha fôlego e pequenas mudanças no estilo

Um ano depois, a linha Omega passava a contar com algumas mudanças mecânicas. Agora a opção ficava por conta do motor de 2,2 litros (uma evolução do antigo 2.0 , graças ao aumento no curso dos pistões de 86 para 94,6 mm), além da topo de linha 4,1 litros, que substituía a de 3.0 . Na verdade era o ressurgimento do famoso 4.1/S do Opala, porém com algumas atualizações nos sistemas de alimentação e injeção.

Na prática os três cavalos a mais na nova versão – 168 cv ante os 165 cv – não renderam em agilidade. Já em torque o resultado era satisfatório com o aumento para 29,1 Kgfm a partir das 3.500 rpm (o antigo tinha 23,4 Kgfm a 4.200 rpm). Na Europa, o motor 3,0 litros, de seis cilindros em linha era substituído por um V6 de mesma cilindrada.

Em 1995, o Chevrolet Omega ganhava fôlego e pequenas mudanças no estilo como novidade
Reprodução

Em 1995, o Chevrolet Omega ganhava fôlego e pequenas mudanças no estilo como novidade

Esteticamente, as diferenças eram sutis. Na GLS , na traseira o friso que encobria a placa de licença se estendia até as extremidades das lanternas. Fora isso, novas cores passavam a fazer parte da linha 1995.

Na versão  CD , lanternas fumê, retrovisor interno fotocrômico (impede a incidência de luz evitando assim o ofuscamento na visão do motorista), novas rodas, um sutil spoiler fixado na tampa do porta-malas , além de apliques imitando madeira no console e nas portas eram as mudanças mais significativas. Em 1998, o Omega deixava de ser fabricado deixando uma legião de fãs por todo o Brasil.

Fonte: IG CARROS

Continue lendo

Mais Lidas da Semana