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G7 exige ação da Rússia contra crimes cibernéticos e “atividades malignas”

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 G7 exigiu da Rússia atitudes contra crimes cibernéticos
Reprodução/Flickr

G7 exigiu da Rússia atitudes contra crimes cibernéticos

O G7 , grupo dos sete países mais industrializados do mundo, exigiu neste domingo (13) que a Rússia tome medidas contra os que fazem ataques cibernéticos e usando ransomware a partir do país. O ransomeware é um ataque que restringe o acesso ao sistema infectado com uma espécie de bloqueio e cobra um resgate em criptomoedas para que o acesso possa ser restabelecido.

A reprimenda veio em um comunicado emitido após uma cúpula de três dias entre líderes do G7 no Reino Unido, que também pediu que Moscou “pare com seu comportamento desestabilizante e atividades malignas” e conduza uma investigação sobre o uso de armas químicas em território russo.

O comunicado diz que a Rússia precisa “responsabilizar aqueles que, dentro de suas fronteiras, conduzem ataques ransomeware, abusam de moedas virtuais para lavar dinheiro e outros crimes cibernéticos”. 

A questão está sob os holofotes após um ataque virtual ao Colonial Pipeline, maior tubulação de combustíveis dos Estados Unidos, e outro que interrompeu as operações norte-americanas e australianas do frigorífico JBS. 

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A nota do G7 pede ações mais amplas contra ataques cibernéticos. “Pedimos que os estados identifiquem e interrompam redes criminosas de ransomware que operem de dentro de suas fronteiras e responsabilizem essas redes por suas ações”, diz o documento. 


O pedido por investigação sobre uso de armas químicas vem após o crítico do Kremlin Alexei Navalny ser atendido na Alemanha, com médicos alemães informando que foi um envenenamento com um agente nervoso de uso militar. Navalny acusa Putin de ordenar o envenenamento, mas o Kremlin nega as acusações. 

Fonte: IG Mundo

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Protesto contra medidas de controle à Covid-19 tem confronto em Paris; assista

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Protesto contra medidas de controle à Covid-19 tem confronto em Paris
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Protesto contra medidas de controle à Covid-19 tem confronto em Paris

Manifestantes entraram em confronto com a polícia em Paris durante protesto contra novas medidas do governo francês para controlar o avanço de casos de Covid-19, em especial a expansão da obrigatoriedade do passe sanitário a pessoas vacinadas ou com testes negativos da doença, e que será exigido em locais como museus, aviões e restaurantes.

Além da capital francesa, os atos ocorreram em 168 cidades e levaram 160 mil pessoas às ruas, de acordo com o Ministério do Interior. Eles contaram com a participação de lideranças ultranacionalistas, como Florian Philippot, vice-presidente da Frente Nacional (extrema direita), sigla de Marine Le Pen, e dos “coletes amarelos”, que ganharam notoriedade em atos contra o governo de Emmanuel Macron desde 2018.

Em Paris, o protesto reuniu cerca de 11 mil pessoas — menos do que o ato da semana passada. Os manifestantes traziam cartazes chamando as medidas defendidas por Macron de afronta à liberdade individual e as comparando a um regime de apartheid. Em discurso, Philippot chamou o presidente francês de “tirano”.

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Ao final do protesto, houve confronto com a polícia em vários pontos da capital francesa — balas de borracha e bombas de gás foram usados em alguns casos extremos, como na estação Saint-Lazare e nos arredores da avenida Champs Elysées. Não foram informados números sobre prisões ou feridos.

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Há cerca de duas semanas, o presidente Emmanuel Macron anunciou um novo pacote de medidas para tentar impulsionar a vacinação contra a Covid-19 e conter o avanço da variante Delta, hoje responsável pela maior parte das infecções no país. Neste sábado, foram confirmadas 22 mortes e 25.624 novos casos — no começo do mês, o número estava perto de dois mil casos diários.

Entre as ações, está a obrigatoriedade da vacinação de profissionais do setor da saúde, que prevê a suspensão do pagamento a quem não se imunizar até meados de setembro, e a mais incisiva delas, a expansão do passe sanitário, que será exigido em museus, restaurantes, trens e aviões. O documento é fornecido a todos que completarem o ciclo vacinal com uma das imunizações disponíveis na França ou a quem apresentar um teste negativo de PCR, que agora será cobrado nos hospitais e clínicas públicas francesas.

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Até o momento, 58% da população apta a se vacinar receberam pelo menos uma dose e 48% estão completamente imunizados.

As propostas, que são aprovadas por 58% dos franceses, estão sendo analisadas pela Assembleia Nacional e devem ser aprovadas até o final do domingo, de acordo com a imprensa francesa.

Em entrevista à revista Le Parisien, o ministro da Saúde, Olivier Véran, defendeu as medidas, e sugeriu que vai abandoná-las quando nove em cada dez franceses estiverem completamente vacinadas, e quando o número de casos chegar a 300 diários, “ao invés de 20 mil”. Na sexta-feira, diante do Senado, afirmou que o país deve enfrentar um forte impacto da Covid-19 nos hospitais até o fim de agosto — mais uma razão, segundo ele, para apertar as restrições.

Fonte: IG Mundo

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