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Política Nacional

Gilmar Mendes volta a criticar: “28 militares no ministério, colapso da saúde”

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Gilmar Mendes
Agência Brasil

Gilmar Mendes

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes voltou a se defender e a reafirmar na tarde desta terça-feira (14) a crítica feita no último sábado (11) sobre as Forças Armadas , em que alegou que o “Exército se associou a um genocídio”, em referência ao trabalho de militares no Ministério da Saúde.

“São 28 militares nos cargos da cúpula do ministério, dificuldade de executar o orçamento, colapso portanto do serviço de saúde”, afirmou Gilmar Mendes sobre o contexto de sua crítica. 

Essa nova fala foi feita em uma livre sobre “O Supremo Tribunal Federal nas Três Décadas de Ordem Democrática Pós 88: Conquista e Desafios”, realizada pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP). Ela ocorreu após o ministro ter divulgado uma nota, no início desta manhã, em que alega respeitar as Forças Armadas.

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“Na verdade, o meu discurso é de defesa da institucionalidade das Forças Armadas, do seu papel, para que eles acabem não se envolvendo nos truques tão normais da política, não se deixem usar”, disse na live.

 “Eu disse que se o intuito, e coloquei na condicional, é neutralizar o Ministério da Saúde para responsabilizar o STF por aquela decisão que foi o que o presidente sempre fala a respeito do fortalecimento dos estados… se de fato se quer isso do ponto de vista político isso é um problema e acaba sendo um ônus para as Forças Armadas, para o Exército, porque eles estão lá inclusive na condição de oficiais da ativa. foi só isso que eu disse. Nada mais”, se defendeu o ministro do STF.

Confira a fala de Gilmar Mendes :

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Política Nacional

Na gestão Bolsonaro, orçamento ‘paralelo’ é maior que nos governos Temer e Dilma

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Emendas de congressistas dão salta na gestão Bolsonaro
Matheus Barros

Emendas de congressistas dão salta na gestão Bolsonaro

A média do orçamento de emendas anuais de relator aprovadas pelo Congresso teve um aumento considerável na gestão de Jair Bolsonaro (sem partido). O salto é quatro vezes maior que no governo de Michel Temer e cinco vezes maior que durante o mandato de Dilma Rousseff (PT). As informações foram levantadas pelo portal UOL .

O episódio conhecido como “Orçamento Paralelo” se trata de trocas orçamentárias entre parlamentares e ministérios, que não constam nos portais de transparência do governo. Além disso, foi apelidado de “tratoraço”, já que houve compra excessiva de máquinas agrícolas. 

Em resposta ao UOL , um levantamento da Consultoria de Orçamento da Câmara mostra que os congressistas propuseram R$ 20,7 bilhões em emendas na atual gestão. As cifras são menores nos governos Temer (R$ 4,8 bilhões) e Dilma (R$ 3,8 bilhões), em média, por ano. 

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